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BCP vai devolver já os últimos €700 milhões de ajuda pública ao Estado

ALTERAÇÕES. Nuno Amado, presidente do Millennium BCP, tem agora como maior acionista a Fosun, em vez da Sonangol. Mas em dezembro o banco deve alterar os limites dos direitos de voto dos acionistas

Com o fim da dívida ao Estado, a administração do BCP irá deixar de ter os salários cortados em 50%; a redução salarial temporária acordada com os trabalhadores terminará também no final de junho

Passados quase cinco anos de o BCP ter pedido 3000 milhões de euros emprestados ao Estado, essa dívida está prestes a ser saldada. Fechado o aumento de capital de 1330 milhões de euros levado a cabo nas últimas semanas, o banco vai avançar com a liquidação da última fatia de 700 milhões de euros de ajuda do Estado, conta o “Jornal de Negócios” esta segunda-feira.

O banco liderado por Nuno Amado já recebeu uma autorização de dez dias do Banco Central Europeu, que entra em vigor a 7 de fevereiro, para levar a cabo este processo.

Segundo o “Negócios”, o BCP pretende antecipar-se ao prazo limite de pagamento, de forma a mostrar ao mercado que entrou num ciclo de normalização.

Com o fim da dívida ao Estado, a administração do BCP irá deixar de ter os salários cortados em 50% e a redução salarial temporária acordada com os trabalhadores terminará no final de junho.