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PSD avança sozinho para Lisboa

Alberto Frias

Carlos Carreiras, coordenador autárquico dos sociais-democratas, disse ao “Público” que o processo de escolha do candidato do partido já está na fase final

É muito pouco provável que Assunção Cristas venha a contar com o apoio do PSD na sua candidatura à liderança de Lisboa, avança o “Público” esta sexta-feira. Todos os sinais vão no sentido contrário. Carlos Carreiras, coordenador autárquico dos sociais-democratas disse ao matutino que o processo de escolha do candidato já está em fase final.

“A candidatura que estamos a trabalhar vai lutar pela vitória. O que falta para o nome estar fechado é a convergência das propostas do candidato com as do partido”, afirmou Carlos Carreiras, à margem de um pequeno-almoço com jornalistas, esta quinta-feira. “Não será provável que seja uma mulher, mas pode ser. Se eu puder anunciar Lisboa em Fevereiro, anunciarei”, acrescentou.

Por lei, o PSD tem de tomar uma decisão sobre o nome a apresentar antes do final do primeiro trimestre de 2017. Todo este período de indecisão quanto ao apoio, ou não, da candidatura de Assunção Cristas contribuiu ainda para alimentar tensões entre os dois partidos da direita.

Segundo o “Público”, um dos nomes que pode vir a ser lançado pelo PSD é José Miguel Júdice, antigo bastonário da Ordem dos Advogados. Carreiras não confirmou. O “Diário de Notícias”, por sua vez, avança com os nomes de José Eduardo Moniz e Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP).