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Ministério do Trabalho muda direção do Instituto para a Reabilitação

O Governo designou Humberto Fernando Simões dos Santos para presidir ao novo conselho executivo e reconduziu na vice-presidência Marina Cardoso Van Zeller, que já integrava a equipa anterior, nomeada ainda n o tempo do Governo de Passos Coelho

O Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social dissolveu o conselho diretivo do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), que havia sido apontado a 1 de janeiro de 2014 por despacho do Governo de Pedro Passos Coelho. O anúncio foi feito esta quinta-feira pelo ministério, através de um comunicado enviado às redações.

Nesta mudança, Humberto Fernando Simões dos Santos surge como novo detentor do lugar de presidente do conselho executivo, depois de ter sido o responsável, entre 2009 e 2016, de desenvolver o processo de instalação e afirmação institucional do Comité Paralímpico de Portugal. Para o lugar de vice-presidente foi decidido reconduzir Marina Cardoso Van Zeller, elemento que já integrava a equipa anterior no mesmo cargo.

O ministério defende na nota enviada que o INR é “um eixo fundamental para a prossecução de uma política pública mais inclusiva para as pessoas com deficiência” e que eram necessárias mudanças.

Uma das prioridades será dotar o Instituto Nacional para a Reabilitação de “uma abordagem e dinâmica no desempenho das suas atribuições e competências, com a adoção de novas práticas na gestão dos recursos ao seu dispor”.

“Tal mudança de estratégia apenas será possível de concretizar imprimindo uma nova orientação à gestão do INR, I.P., a qual passa, incontornavelmente, pela alteração da composição do conselho diretivo, de forma a conferir uma nova dinâmica à persecução das prioridades e objetivos ora delineados para esta área de atuação”, explica o ministério no comunicado.

Segundo a Lei n.º 3/2004, de 15 de janeiro, o ministro do Trabalho pode dissolver um conselho diretivo de um instituto público, mediante despacho fundamentado, por motivo justificado que se funde na necessidade de imprimir nova orientação à gestão.