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Bispos querem o aborto fora do programa escolar do 2º ciclo

Os bispos portugueses estão solidários com a petição online que quer impedir que o aborto seja incluído no programa do 5.º ano. Os cidadãos que promovem esta petição vão contar com o apoio da comissão episcopal da educação cristã, cujo secretariado está a preparar uma posição pública para entregar à Direção-Geral de Educação

Os bispos portugueses não querem que o tema da interrupção voluntária da gravidez seja tratado nas aulas dos 5.º e 6.º anos, conta o “Diário de Notícias” esta quarta-feira. Esta é posição oficial tomada pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) que se reuniu na terça-feira, em Fátima.

“A Conferência segue com preocupação esta iniciativa do Estado e reafirma o direito dos pais à educação dos filhos”, disse o padre Manuel Barbosa, porta-voz do CEP, ao “DN”.

A inclusão da interrupção voluntária da gravidez nos programas dos 5.º e 6.º anos faz parte do novo Referencial de Educação para a Saúde, da Direção-Geral de Educação (DGE), e esteve em consulta pública até ao final do mês de dezembro. O ministério da Educação foi alvo de muitas críticas devido a esta iniciativa.

Manuel Barbosa revelou ainda ao matutino que os bispos portugueses estão solidários com a petição online que quer impedir que o aborto seja incluído no programa do 5.º ano e que conta já com mais de nove mil assinaturas.

Os cidadãos que promovem esta petição vão contar com o apoio da comissão episcopal da educação cristã, cujo secretariado está a preparar uma posição pública para entregar à DGE, revelou o responsável religioso.