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Passos não descarta acordo com o CDS para as autárquicas

António Pedro Santos / Lusa

Segundo Pedro Passos Coelho, os centristas e os sociais-democratas “são parceiros preferenciais”. O ex-primeiro-ministro garantiu que não há negociações com o CDS a decorrer neste momento

Pedro Passos Coelho não exclui a possibilidade de o PSD vir a formar uma coligação com o CDS para as eleições autárquicas em 2017, em particular para os municípios-chave como Porto e Lisboa, mas também não se compromete com um eventual apoio a Assunção Cristas, conta o “Diário de Notícias” esta sexta-feira. Não há negociações com o CDS a decorrer, garantiu o próprio, à margem do encontro anual do Conselho da Diáspora, que decorre em Cascais, ao matutino.

Segundo o ex-primeiro-ministro, os centristas e os sociais-democratas “são parceiros preferenciais”. “Se porventura não for possível virmos a ter uma coligação com o CDS em Lisboa e no Porto, isso não quer dizer que não sejamos, na mesma, parceiros naturais”, sublinhou.

Porém, Passos Coelho, em declarações ao DN, nunca chegou a pronunciar o nome de Assunção Cristas e garantiu que quando houver um candidato do PSD “a comunicação social saberá”. “Quando tivermos uma candidatura em Lisboa, como nos outros sítios, isso será público, não faremos caixinha disso”, prometeu.

O líder do PSD afirmou ainda não estar “preocupado nesta fase” com a ausência de nomes por parte do partido para a liderança dos dois maiores municípios do país. É preciso “apresentar alternativas sérias àquilo que é a governação socialista em muitas dessas câmaras”, disse.