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Pedro Dias recusou fazer teste de ADN, após ter-se entregado à PJ

O procedimento de recolha de uma amostra de AND, que seria o menos intrusivo possível, surgiu para os investigadores como um entrave ao processo, dado que o suspeito, que se diz inocente, recusou colaborar

Logo após ter-se entregue à Polícia Judiciária, Pedro Dias, o suspeito dos crimes em Aguiar da Beira, recusou fornecer o seu ADN às autoridades, revela o “Correio da Manhã” esta quinta-feira. Por lei, o suspeito tem esse privilégio.

Segundo o matutino, a recolha de ADN só poderá ser realizada, então, após imposição de um juiz; espera-se que tal ainda venha a acontecer hoje. O magistrado irá também decidir se Pedro Dias fica em prisão preventiva, a medida de coação mais gravosa.

O procedimento de recolha, que seria o menos intrusivo possível, surgiu para os investigadores como um entrave ao processo, dado que o suspeito se diz inocente, mas recusou colaborar.

Esta recusa terá como objetivo evitar a comparação entre os exames feitos ao recolhido no carro-patrulha onde o militar da GNR de 26 anos foi encontrado morto. Mónica Quintela, advogada de Pedro Dias, disse ao “CM” que não ceder amostras de ADN “é um direito que lhe assiste”. “Só por ordem do juiz pode ser recolhido ADN”, afirmou.