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Sindicatos dos trabalhadores da Função Pública exigem aumentos em 2017

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Marcos Borga

A Frente Comum vai exigir ao Governo um aumento de 4% no salário e uma subida do subsídio de refeição para os 6,5 euros

Os sindicatos dos trabalhadores da Função Pública não admitem que não haja mais nada para lhes oferecer em 2017 além de um ano inteiro de salário sem cortes, noticia o “Jornal de Notícias” esta quarta-feira.

Segundo o matutino, a Frente Comum não aceitará mais um ano de congelamento de salários e de progressões na carreira, tendo já marcado para o dia 18 um plenário, seguido de desfile até ao Ministério das Finanças. Entre as exigências que vão apresentar está um aumento de 4% no salário e uma subida do subsídio de refeição para os 6,5 euros.

“O congelamento dos salários e das progressões na careira é uma história que se repete há vários anos, mas vamos deixar claro que não há nenhum argumento de falta de dinheiro que nos demova das nossas reivindicações”, disse Ana Avoila, representante da Frente Comum, em declarações ao “DN”.

Helena Rodrigues, presidente do Sindicato dos Quadros do Estado (STE), que também vai estar na mesma reunião, tem como exigências para 2017 a subida do subsídio de alimentação (de 4,27 para 5 euros), um aumento de salários e de pensões de 2% e o descongelamento das progressões nas carreiras.

Já a Federação do Sindicatos da Administração Pública vai sem linhas vermelhas e optou por nem sequer definir um valor de aumento de salários para o próximo ano. Mas pretende exigir uma subida dos salários dos trabalhadores que se encontram no fim da tabela remuneratória, onde a remuneração base ronda os 532,08 euros.