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PSD pede explicações sobre saída do presidente do Instituto do Sangue

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APOIO. Assembleia da República deverá iniciar debate para permitir a morte assistida. Referendo não é consensual

LUÍS BARRA

O pedido de demissão de Hélder Trindade, presidente do Instituto Português do Sangue, acontece passados dois dias da Direção Geral de Saúde ter autorizado a dádiva de sangue por parte de gays sob determinadas condições

O PSD vai inquirir o Ministério da Saúde sobre o futuro do Instituto Português do Sangue. Esta garantia foi deixada à Antena 1 por Miguel Santos, vice-presidente do grupo parlamentar do PSD, esta quinta-feira, após Hélder Trindade, presidente da instituição, se ter demitido do cargo na quarta-feira por “razões pessoais”.

O nome de Hélder Trindade foi contestado politicamente, em 2015, principalmente pelo Bloco de Esquerda, após este ter afirmado na Assembleia da República que só admitia dadores de sangue homossexuais que fossem abstinentes, que “não tivessem comportamentos de risco há pelo menos seis meses”.

O pedido de demissão do presidente do Instituto Português do Sangue ocorre passados dois dias da Direção Geral de Saúde ter autorizado a dádiva de sangue por parte de gays sob determinadas condições, de acordo com uma norma de orientação clínica publicada a 19 de setembro.