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PS pede a dirigentes distritais para pagarem despesas da água e luz

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A dívida do PS subiu cerca de três milhões de 2014 para 2015, sendo que, neste momento, encontra-se nos 21,6 milhões de euros. Há iniciativas a serem canceladas por faltas de verbas

Com um passivo de 21 milhões de euros no partido, muitas concelhias e federações do PS estão a passar dificuldades financeiras. Despesas como luz e água já são asseguradas por muitos dirigentes locais, avança o “Jornal de Notícias” esta sexta-feira. Há iniciativas a serem canceladas por faltas de verbas.

Parte dos dirigentes locais assume que esse valor não será reacesido pelo partido e que é o próprio que lhes pede que assumam as despesas como “contribuições” ou “donativos”. Segundo o “JN”, as distritais onde mais vezes têm sido os dirigentes a pagar as contas são as de Coimbra, Porto e Setúbal.

Propor aos dirigentes que assumam despesas como donativos “é uma forma completamente transparente de regularizar situações que existem e que ninguém tem necessidade de esconder”, disse Manuel Pizarro, presidente da distrital do PS do Porto, ao “JN”.

Já António Mendes, dirigente da Federação de Setúbal, revelou que existe uma grande contenção de gastos, mas que não fica chocado se um dirigente local assumir despesas como a água e a luz. Estas situações estão a ser regularizadas, garantiu.

A dívida do PS subiu cerca de três milhões de 2014 para 2015, sendo que, neste momento, encontra-se nos 21,6 milhões de euros.