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Novo Banco adiciona administradores não-executivos e ‘chairman’ à equipa de gestão

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NUNO BOTELHO

O objetivo da mudança é que o Novo Banco passe a ter uma comissão de auditoria interna constituída por administradores não-executivos. Para tal ser possível, vai ser necessário alterar os estatutos da instituição bancária

Saiu Stock da Cunha, está prestes a entrar António Ramalho. Estas não serão as únicas mudanças dentro do Novo Banco para os próximos tempos. O modelo de governo do banco vai sofrer alterações, conta o “Jornal de Negócios” esta quarta-feira, de forma a reforçar os mecanismos de controlo da equipa na liderança da instituição.

A administração do Novo Banco irá passar a integrar administradores não-executivos, incluindo um “chairman”. O objetivo desta mudança é que o Novo Banco passe a ter uma comissão de auditoria interna constituída por administradores não-executivos.

Este comité assumirá o papel de fiscalizar a atuação de gestão em matérias financeiras. Neste momento, esta competência é atribuída ao conselho fiscal, órgão que não faz parte da administração.

Para estas alterações se virem a concretizar, vai ser necessário alterar os estatutos do Novo Banco. Pelo que apurou o “Negócios”, essas mudanças já estão a ser preparadas.

A adoção deste modelo de governação do Novo Banco só deverá avançar depois de António Ramalho assumir funções. Para isso, falta a luz verde do Banco Central Europeu, que ainda estará a avaliar o perfil do novo presidente da instituição.