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Novo Banco gasta €57 milhões em reformas e indemnizações

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Rafael Marchante / Reuters

O Novo Banco gastou 38,2 milhões de euros com reformas antecipadas e 18,8 milhões com indemnizações contratuais

No segundo trimestre de 2016, o Novo Banco gastou 57 milhões de euros com reformas antecipadas e indeminizações a trabalhadores que escolheram abandonar a instituição bancária de forma voluntária. A notícia é avançada esta terça-feira-feira pelo “Diário de Notícias”.

Segundo os resultados do Novo Banco, que foram conhecidos no domingo, entre abril e junho deste ano “foram assumidos encargos” de 38,2 milhões de euros com reformas antecipadas e de 18,8 milhões de euros com “indemnizações contratuais”.

A instituição bancária, até ao final do mês de julho liderada por Stock da Cunha, cortou mais de 550 postos de trabalho no grupo, fazendo com que o número total de trabalhadores diminuísse para 6325.

Grande parte destes cortes, conta o “DN”, verificaram-se nas atividades domésticas da instituição, onde desapareceram 423 empregos. Saíram também 127 funcionários que trabalhavam nas atividades internacionais do banco.

Ainda durante o mesmo período, o Novo Banco fechou dezanove balcões da sua rede, dez dos quais em Portugal. Com estas medidas, terá conseguido diminuir em 23,2% os custos com o pessoal este ano.