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Oi vai analisar destituição de administradores portugueses

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Acionistas da Oi tentaram contratar Zeinal Bava como consultor para cobrir remuneração que perderia por recusar convite da TIM Brasil

Nuno Botelho

O Conselho de Administração da Oi vai reunir-se, na sexta-feira, para analisar o pedido de realização de uma assembleia geral que tem como único objetivo a destituição dos administradores ligados a Portugal. Esta ação está a ser promovida por um dos acionistas maioritários da empresa brasileira

Na sexta-feira, o Conselho de Administração da Oi vai reunir-se para analisar o pedido de realização de uma assembleia geral que tem como único objetivo a destituição dos administradores ligados a Portugal. Esta notícia é avançada pelo “Jornal de Negócios” esta quinta-feira.

Em causa estarão posições como a de Palha da Silva, presidente da Pharol. “Foi convocada reunião do Conselho de Administração da Oi a se realizar no dia 22 de Julho de 2016, às 16h, para apreciar o requerimento de convocação de Assembleia Geral Extraordinária apresentado pelo acionista Societé Mondiale Fundo de Investimento em Ações”, lê-se num comunicado da empresa a que o “Negócios” teve acesso.

A 7 de julho, este acionista já havia pedido o afastamento da administração da Oi de Rafael Mora, Nuno Vasconcellos, Palha da Silva, Pedro Morais Leitão, João Vicente Ribeiro, João Castro, Pedro Guterres, Maria do Rosário Pinto Correia e André Navarro. Esta iniciativa gerou muita confusão dentro da empresa brasileira.

Sexta-feira é o último do dia do prazo concedido pela Societé Mondiale Fundo de Investimento em Ações para a Oi analisar o seu pedido, caso contrário o próprio acionista admitiu agendar ele próprio uma Assembleia Geral para discutir o tema.