20 de abril de 2014 às 14:03
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Renato Seabra sentia-se preso na "luxúria" em Nova Iorque

Nos últimos telefonemas com a mãe, Renato Seabra disse que queria "voltar para casa" e que "ninguém o compraria com ambientes de luxúria". A família garante que a relação do modelo com Carlos Castro era apenas profissional. (Vídeo SIC no fim do texto)
Com Lusa
o jovem modelo foi contatado por Carlos Castro via Facebook DR o jovem modelo foi contatado por Carlos Castro via Facebook

"Sinto-me numa prisão, estou farto, quero voltar para casa". Estas terão sido as palavras de Renato Seabra no último contacto telefónico com a mãe antes de Carlos Castro ter aparecido morto em Nova Iorque. De acordo com as declarações da irmã do modelo à SIC, o jovem "disse que estava farto porque o queriam comprar com luxúria".

Em entrevista à SIC, a irmã, cunhado e amigos do modelo de 21 anos afirmaram que Renato tinha apenas uma relação profissional com Carlos Castro. O colunista de 65 anos, que morreu assassinado na sexta-feira, terá sido quem contactou o jovem através do Facebook em meados de outubro, prometendo ajudá-lo na indústria da moda.

"O meu irmão é uma pessoa boa e calma, tenho a certeza que não fez nada. Se aconteceu alguma coisa é porque há uma história grave por trás. Ele foi a Nova Iorque com o senhor Carlos Castro porque ele estava a ajudá-lo no mundo da moda, apresentava-o a agências", disse Joana Seabra, irmã do modelo.

Garantido que a relação era puramente profissional e que era este o motivo por trás da viagem aos EUA, Joana Seabra disse que nos últimos telefonemas o irmão dizia estar a "estranhar a comida" e que "dormia mal". Ainda nesses contactos, afirmou à mãe que "não gostava do estilo de vida levado por lá".

Autópsia revela homicídio


O gabinete de medicina legal de Nova Iorque anunciou hoje que a morte do colunista social português Carlos Castro foi causada por agressões violentas na cabeça e estrangulamento.  

Ellen Borakove, porta-voz da instituição, disse à agência Lusa que o relatório do médico legista aponta "lesões causadas por impacto violento" e "compressão no pescoço" como causas da morte de Castro, na sexta-feira, num hotel de luxo em Nova Iorque. 

Segundo a mesma fonte, todas as outras informações relativas à morte de Castro, nomeadamente a hora a que morreu e se o corpo apresentava sinais de mutilação, serão prestadas apenas à Polícia. 

A Polícia mantém sob custódia o jovem português Renato Seabra, suspeito do homicídio, em avaliação psiquiátrica num hospital da cidade.


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Discursos que legitimam o assassínio

Não sei se o Carlos Castro (CC) tinha ou não tinha uma relação com o Renato Seabra (RS). Também não sei se o CC se atirou ao menino ou se foi o menino que se aproveitou do CC para chegar mais longe ou atingir fins fáceis. Não sei e pouco me interessa.

Registo apenas o facto de já haver quem queira justificar como legítima defesa, o assassínio de Carlos Castro.

Que eu saiba, um homem de 65 anos, atarracado, gordo, minorca e nada atlético não consegue enfrentar, dominar ou violar um jovem de 20 anos, alto, atlético, robusto e praticante de desporto.

Só por manifesto enviesamento dos factos se pode vir aqui transmitir a ideia de que o agressor é um coitadinho e a vítima é o responsável.

Mesmo que CC tivesse assediado RS, bastava ao segundo dizer NÃO. Certamente não era o minorca do CC que conseguia abusar do RS, não acham?

Por isso, desde quando é legítimo assassinar uma pessoa com o argumento de que esta praticou um assédio sexual? Até porque, sobre esta história, muito mais iremos saber. E, neste momento, só cá está um para a contar.
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Há tanta coisa bizarra nesta notícia
O que é que a "luxúria" pode comprar?
O que é que o Sr Seabra tinha para vender?
Era preciso ficar no mesmo quarto que o "senhor que o ajudava"?
Uma pessoa boa e calma mata um idoso porque ele, sei lá, lhe faz uma proposta indecente?
Mas a maior bizarria de todas é a família, certamente com boas intenções, admitir que o Sr Seabra pode ser um assassino (por haver, por exemplo, uma história grave), mas não admitir, de modo algum, que ele pudesse ter uma relação amorosa ou puramente sexual com o Sr Castro (naaaaaooooo, a relação deles era meramente profissional, não havia lá mariquices).
Para informação da família do Sr Seabra, a reputação de rematado heterossexual deste está mais perdida que um avião no Triângulo das Bermudas. Seria, porventura, mais prudente concentrar-se na sua reputação de pessoa boa e calma. Não vá um tribunal americano achar que um homicida hetero merece a mesma pena que um homicida homo.
A fama a qualquer preço
O jovem não é inocente é ridiculo pensar que alguem com 21 anos é um virgem inocente, só mesmo a famila.
Fica 8 dias num hotel de luxo com um gay
Ele até pode ser homo e disfarçar bem como muito boa gente.
Ou pior que homo são os jovens de hoje que não olham a meios para atingir os fins.
O jovem tambem podia se estar a aproveitar da condição gay do CC para subir na vida da moda
Re: A fama a qualquer preço Ver comentário
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Este drama e muitos outros por todo o país poderá
ter a ver com uma politica muito em voga neste país, onde o sucesso individual é um paradigma defendido por politicos como Margareth Takcher ou cavaco Silva....entre outros, em vez da organização da sociedade num projecto colectivo que envolva toda a população...no desenvolvimento do país...
Re: ATRASADOS MENTAIS Ver comentário
Pistas possiveis....
Escrevia da sua cidade favorita, Nova Iorque, onde já tinha estado em mais de 30 ocasiões, e ao telefone mostrava-se bem disposto, com uma agenda cheia de espectáculos a que queria assistir.

Horas antes do incidente violento no Hotel Intercontinental de Times Square, respondeu ao inquérito satírico da Pública deixando algumas ideias sobre o momento que vivia e sobre o que seria a sua sexta-feira. “Estou em Nova Iorque e ainda é hora do breakfast...”, escreveu numa das respostas. “Mas vou almoçar uma salada verdinha...”

Quando questionado sobre o segundo momento mais marcante da sua vida, uma das perguntas do inquérito fixo da Pública, o autor de uma escrita sinuosa, ao seu estilo de cronista social, respondeu: “Estou no primeiro e grande momento da minha vida. Que já não pode ser o segundo. Fica como o primeiro em tudo. E mais não posso dizer...”

Na listagem de perguntas seguia-se uma questão sobre como gostaria de morrer, à qual respondeu: “Agarrado ternamente ao que já disse: este meu primeiro momento da minha vida.”

Mais adiante, o questionário queria saber se este mês o inquirido tinha contribuído para a felicidade de alguém. “Como há muito não o fazia”, responde.

O inquérito da Pública é um questionário provocador da autoria de Pedro Mexia, José Diogo Quintela e Miguel Esteves Cardoso.
"ninguém o compraria com ambientes de luxúria"
A ambição pela fama, por um lugar no topo do mundo da moda, tendo como moeda de troca uma relação contra natura, acabaria mais tarde ou mais cedo por dar em ódio.
Mas a morte de alguém, nunca poderá ser justificação para a libertação do ser humano desses ambientes de luxúria!
Luxuria, my ass!!
E isso justifica matar o homem? Mutilar o corpo já sem vida, de forma bárbara e primitiva?

Não estava contente vinha-se embora, quem está mal que se mude.

Pois é rapazão entalaste-te, os EUA são uma verdadeira República ao contrário de cá tem pouca paciência para números deste género, agora vais apodrecer na cadeia.

Mas nem tudo é mau ,vais estar rodeado de homens grandes e musculados e deixar cair o sabonete no teu caso não tem tem problema.

Diverte-te ó Cinderela!!
Re: Luxuria, my ass!! Ver comentário
Re: Luxuria, my ass!! Ver comentário
Re: Luxuria, my ass!! Ver comentário
assédio
Pergunto-me quantas propostas indecentes e/ou assédios de homossexuais os jovens modelos devem receber diariamente

Um rapaz que seja hetero obviamente que vai rejeitar essas propostas, ou esquivar-se-á

Mas há outros que se vendem por fama e/ou poder e/ou dinheiro

o admirável mundo gay
Gay pride
True hide
Re: o admirável mundo gay Ver comentário
Não sei exatamente o que ocorreu,
mas a inocência desse rapaz, de fato, não dá para convencer e, realmente, deve ser o autor do ato abominável de matar outro semelhante. Ademais, como modelo que era, sabia que o mundo não é um jardim de flores, a profissão que abraça está muito perto do portão do inferno e, assim, dizer-se que não estava sob o domínio da luxúria, é faltar com a coerência básica. Melhor que tivesse ficado calado. Agora, com medo, quer voltar para casa, para o albergue de máxima segurança. É tarde... Rio Grande
Á procura de um Sonho
Nao voltam a fazer o programa Á procura de um Sonho tão cedo..

http://galeriadesfoq.blog...
Nada justifica 1 assassinato, nem luxo nem luxúria
Dá-me ideia de que em vez de 'luxúria' alguém quereria dizer 'luxo'. O luxo é que costuma comprar as pessoas. Consulte-se 'luxo' e 'luxúria' num dicionário.
Quanto ao caso, embora detestando CC pois dele apenas li uns pavores de fugir e considerando que era um inútil que nenhuma mais-valia trazia reperesentava para a sociedade, afirmo que ninguém tinha o direito de o matar. Nada justifica um assassinato.
Re: Nada justifica 1 assassinato, nem luxo nem lux Ver comentário
Nem jornalista nem sequer grande cronista social
Jornalista, NÃO !

Grande cronista social também NÃO !

Lembrem-se de VERA LAGOA.

Embora não aprecie a chamada crónica social, tenho que convir que Vera Lagoa ao menos, escrevia EM PORTUGUÊS ! E tinha algum estilo.
acoreano10
La estão estes gajos a querer dar a volta a coisa, o gajo matou é assassino. ponto paragrafo...
se não queria comer da fruta dava uma estalada no velhote, mas uma estalada pequena, pois o velhote ja não aguentava grndes porradas.
ainda bem que foi nos Estados Unidos se fosse ca ele estava quase fora da prisa.
HOMICIDIO CONFESSADO = CASTIGO
Será lícito pensar que a aplicação da mesma pena que o assassino (modelo na voz de um tantos) será a adequada e a que fará justiça?

Obviamente que não, porque,
- era modelo
- bom rapaz
- filho de boas famílias
- assediado
- diz que não era gay (ser ou não ser não faz a diferença porque todos podem cometer crimes, só que em certas comunidades são mais violentos, p.f. ler as estatisticas)
- Está traumatizado e não entende ...
- luxúria e,
- outras tretas
- abaixo os valores médios da sociedade
- abaixo os padrões
- abaixo as grilhetas
...
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