19 de maio de 2013 às 7:43
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Reitor avaliou Miguel Relvas à parte da turma

Dez alunos da turma que a Lusófona diz ter sido a de Miguel Relvas assumiram ao Expresso que "nunca viram" aquele estudante nem nos testes nem nas aulas da cadeira.
Rosa Pedroso Lima, Isabel Leiria e Micael Pereira (www.expresso.pt)
A Universidade assume "não poder responder" se o então reitor teve apenas Miguel Relvas como aluno Tiago Miranda A Universidade assume "não poder responder" se o então reitor teve apenas Miguel Relvas como aluno

Miguel Relvas foi examinado pelo então reitor da Universidade Lusófona, Santos Neves, que lhe deu, aliás, a melhor nota do seu currículo académico - 18 valores. O professor atribuído àquela turma e disciplina - Introdução ao Pensamento Contemporâneo - era, no entanto, Fernando Pereira Marques que voltou a confirmar ao Expresso não ter tido o ministro-adjunto como aluno, nem o ter alguma vez avaliado.

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Dez alunos da turma que a Lusófona diz ter sido a de Miguel Relvas - 1P1 - assumiram ao Expresso que "nunca viram" aquele estudante nem nos testes nem nas aulas da cadeira. E que Santos Neves nunca foi professor da turma. A Universidade assume "não poder responder" se o então reitor teve apenas Miguel Relvas como aluno. Situação que configuraria um tratamento de exceção.

Ao longo da semana, o Expresso insistiu junto da Universidade Lusófona e do Ministério da Educação no sentido de um cabal esclarecimento de toda a polémica que envolve a licenciatura do actual ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. Da parte do ministro da Educação, só ontem foi enviada uma resposta - lacónica - ao Expresso, onde se esclarece que a Universidade será, este ano, alvo de uma inspecção de rotina por parte das entidades inspectivas do ensino superior. Não esclarece, porém, quando será feita essa auditoria.

Já os responsáveis da Universidade Lusófona desdobraram-se em respostas, mas não esclareceram muitas das dúvidas levantadas. Admitiram, também, não ter informação completa sobre o processo.


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Reitor-avaliou-Relvas-a-parte-do-resto-da-turma
Reitor não avaliou coisa nenhuma, simplesmente assinou a Licenciatura de Relvas. Isso já todos perceberam, só os tolos é que não. Trata-se de uma Licenciatura na hora e não num ano. Isto está a incomodar muito as hostes do laranjal, mas pelo que já se percebeu há muitos esqueletos escondidos no armário. Provavelmente se fosse feita uma auditoria internacional séria às Universidades privadas e até a alguns casos nas públicas, muito menino de bem, veriam seus créditos por mãos alheias, isto a avaliar pela incompetência que demonstram nos altos cargos que ocupam.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/07/miguel-relvas-o-novo-papa.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/07/zeze-camarinha-requerimento.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/07/licenciatura-de-relvas.html

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/07/relvas-politica-maconaria-e-ensino.html

E ENTÃO NO LARGO DO RATO... Ver comentário
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Dúvida legítima

Quem é que não pôs os pés nas aulas e nos testes?
Terá sido Relvas ou os outros dez?
Reitor avaliou Relvas à parte do resto da turma
Gente fina é outra coisa!
Cursos personalidados, por encomenda e com tempo de " entrega" não são para todos. Este assunto cheira pior que uma ETAR e o Passos acha que está tudo bem! Por isso eu defendo que iam embora o Relvas e o Passos por dar cobertura ao mafioso.
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As ligações incomodas de Passos Coelho


As empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos Coelho desempenharesponsabilidades de gestão directa, têm como sócios figuras envolvidas em escândalos financeiros: os construtores Irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção e branqueamento de capitais no processo do aterro da Cova da Beira.

Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambeinte, que detém duas empresas de resíduos presididas por Pedro Passos Coelho. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente. Segundo a acusação, António Morais terá favorecido Horácio de Carvalho através da sua consultora que prestava assessoria no concurso para o aterro da Cova da Beira na segunda metade dos anos 90. O candidato à liderança do PSD não quis prestar declarações sobre a empresa onde trabalha. Mas Ângelo Correia, presidente do grupo Fomentinvest, explicou à SÁBADO que Horácio de Carvalho se faz representar no conselho de administração pelo seu sócio Jorge Raposo de Magalhães. “Não temos qualquer relação com ele, nem está nos órgãos sociais” (continua)

Bater no “ceguinho”
O que se denota de uma informação de referência, é a ausência de mexericos, a indiferença pelo pormenor sórdido. É a notícia do crime de morte com violação, com tudo o que seja relevante, deixando para as “folhas” infetas, os pormenores da posição do cadáver, com a explicação mórbida do ato.

Mas se o importante é bater no "ceguinho"...

O Expresso no caso Lusófona/Relvas, é como alguém que tomando conhecimento do adultério da parceira, se preocupa com os pormenores da “coisa”. São casos em que o “desgosto” da traição, se torna coisa doentia. É o caso.

E com a agravante do realce do problema comezinho, perante graves problemas que atravessamos. Problemas que justificam a atenção de um jornal de referência, composto por jornalistas…

Todos sabemos que entre muitos o Relvas é também um “chico esperto”… que teve o azar – talvez pela exposição – de ser apanhado. Devia demitir-se. Ponto final.

Tudo o resto é conversa de desocupados, com pouca coisa na cabeça.

Mas se entendem que há “mercado” para escarafunchos do comportamento humano, lembro que há um julgamento polémico sobre uma coisa chamada “Freeport”… ou que um deputado do PCP chamado António Filipe, licenciado em Direito, dá aulas de “Humanidades e Tecnologias” na Lusófona… devem ser créditos por ser do PCP=operários=tecnologias… cheias de humanidade. Além da promiscuidade – coisa mais séria – de deputados/escritórios de advogados/grandes empresas. Isso sim, factos que afetam a vida coletiva

Bater no “ceguinho” também é preciso e precioso Ver comentário
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Uma no cravo outra na ferradura Ver comentário
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Só podia ser mesmo gente desta que se podia
disponibilizar a vender o País numa autêntica orgia ultra liberal....
Miguel Relvas
Miguel Relvas não é só o poderoso número dois do Governo. Também no Brasil tem amigos de peso e portas abertas. Dos homens do "mensalão" às agências de marketing, da direita conservadora a decisores políticos e empresariais, dos media ao jet-set, a sua agenda regista várias figuras de relevo na sociedade brasileira, por boas e más razões. Lá, o ministro-adjunto garantiu sólidas amizades, influência e bons negócios. E foi lá também que o PSD começou a ganhar as eleições...

Miguel Relvas é cidadão honorário do Rio desde 2008. Mais difícil é precisar o momento em que ministro-adjunto se tomou de amores pelo Brasil. Até há uns anos, ele situava as melhores férias da sua vida na Baía. Aí, em 2000, fez turismo cultural com a família e descansou num resort da Ilha de Comandatuba lendo teses e ensaios sobre Eça de Queirós. Relvas gosta de seguir a máxima que diz que nunca se é feliz duas vezes no mesmo lugar. À ilha, não voltou, mas o Brasil é um eterno retorno na sua vida.

Para lá viajou com o primeiro-ministro Santana Lopes, em setembro de 2004. Era então secretário-geral do partido e conheceu Nizan Guanaes, dono de um dos maiores grupos de marketing político e considerado pelo Financial Times um dos brasileiros mais influentes do planeta. Naquela altura, Relvas procurava quem refinasse a campanha do PSD no ano seguinte, embora mantivesse contrato, desde 2001, com o brasileiro Einhart da Paz. (continua)
Miguel Relvas
No Rio, em 2005,o atual ministro também representouo antigo líder do partido, Marques Mendes, na reunião da comissão executiva da Internacional Democrata Centrista, àépoca presidida por José María Aznar.

A partir de 2006, iniciou a sua atividade como gestor e consultor de empresas privadas e começou a viajar com regularidade parao outro lado do Atlântico. A frequência acentuou-se a partir de 2009, ano em que se dedicou exclusivamente à gestão e consultoria na Kapaconsult, Finertec e na Alert, a multinacional portuguesa de software clínico.

O grupo Finertecé uma empresa com interesses nas áreas das energias, tecnologia, construção, imobiliário e turismo, sobretudo em África. Já a Alert, graças aRelvas, conquistou mercado no Brasil.O primeiro contrato foi celebrado em 2007 com a secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e, daí para cá, a empresa está presente em dezenas de hospitais, institutos, clínicas e unidades de saúde, sobretudo em Minas, mas também em São Paulo, Rio e noutros estados.

Miguel Relvas
Com a entrada para o Governo, Relvas cessou estas atividades. "Fiz sempre questão de receber todos os meus honorários em Portugal, recusando utilizar a faculdade que a lei me concedia de pagar os meus impostos fora do País", esclarece. Em 2010, apresentou um rendimento global de quase 230 mil euros.

Os amigos no Brasil atravessam vários quadrantes e atividades. E carregam alguns fardos também. César Maia (ex-prefeito do Rio) e Rodrigo Maia (atual deputado) - pai e filho, ambos do partido Democratas - dão Relvas como exemplo. "Tem sido uma referência para todos nós", diz César. "Estivemos com ele no dia da eleição em Portugal", recorda Rodrigo. No DEM, sigla pelo qual esta força política de direita é conhecida no Brasil, vários deputados foram apanhados em casos de corrupção. Em 2007, segundo O Globo, o partido herdeiro da ARENA, base da ditadura militar, ocupava o primeiro lugar no número de políticos que perderam o mandato por denúncias de corrupção (69). No ranking dos Estados com maior número de políticos "cassados", na expressão brasileira, Minas Gerais liderava.

Miguel Relvas
Jorge Borhausen, antigo dirigente da ARENA, e Paulo Bornhausen, deputado, abandonaram o DEM. Conheceram o Relvas nos anos 90 no Brasil e permanece uma "profunda amizade", atesta Paulo. "É um profissional muito competente. Tem amigos no mundo da economia, da política e em muitas outras áreas". Jorge festejou com Relvas e Passos Coelho após a tomada de posse em Lisboa. Paulo ajudou a fundar o novo PSD brasileiro, que há dias entregou no tribunal o processo para a legalização. O partido começou torto: nos primeiros documentos, apareceram milhares de assinaturas falsificadas e mortos. Agora, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, presidente do PSD e próximo de José Serra, candidato derrotado por Dilma nas presidenciais, tenta pôr ordem na casa. Amigo de Relvas, polémico, tem explicar à justiça, por estes dias, o aumento do seu próprio salário em 51 por cento. FIM
Nota: Com a devida venia da revista Visão

!
É natural que relvas tenha sido avaliado à parte. Ele também é um cidadão à parte. Ele e não só. Essa gente dos partidos e da maçonaria é tudo gente à parte. Reis e senhores nesta república de bananas. Burgueses e gente rica neste país de miséria. Por isso é que eles de vez em quando ainda agitam o papão do fascismo e do salazarismo. Mas quem tem medo são eles não é o POVO trabalhador e honesto.
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Eles não são ministros são polvos e os ministérios
transformados em "pote". Andam a vender o País e dizem que não tem havido resistência. A resistência não é maior devido ao mêdo instalado com a legislação que pôe em causa as liberdades democráticas, nomeadamente as leis laborais.O mêdo está instalado. Em tempos Passos Coelho questionado sobre como a opinião pública portuguesa estava a reagir ao programa de privatizações, o primeiro-ministro garantiu que "não tem havido resistência".

Ligações incomodas de Passos Coelho
Os construtores de Santa Maria da Feira, António e Manuel Cavaco, são parceiros da Fomentinvest na SDEL (uma empresa de mini-hídricas) e foram sócios na Ecoambinete (segunda maior empresa do Pais na recolha de lixo) até Dezembro de 2009. Antigos accionistas da SLN – grupo que controlava o BPN – foram acusados pelo Ministério Público por participarem num esquema para iludir o Banco de Portugal através da compra fictícia da SLN Imobiliária, através de uma empresa offshore, com dinheiro do próprio BPN.

A SÁBADO revela os negócios e as relações com o Estado das empresas do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos é o administrador com o pelouro financeiro. A Ecoambiente, por exemplo, tem muitas autarquias como clientes. Em Sintra, onde Ângelo Correia é presidente da Assembleia Municipal, o grupo Fomentinvest tem vários projectos em andamento e a Ecoambiente possui um contrato com uma empresas municipal no valor de 2,5 milhões de euros por ano. Mas o estatuto dos eleitos locais proíbe os autarcas de fazerem contratos na câmara que representam. FIM
Fonte: Partido Socialista na Alemanha …
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Última hora
Afinal o professor que deu 18 valores numa disciplina a Miguel Relvas não era professor dessa disciplina...
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Última hora
Afinal o professor que seu 18 valores numa discioplina a Miguell Relvas, não era professor dessa disciplina.
Fonte: TSF
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