24 de abril de 2014 às 17:08
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Refundação do euro: Merkel e Sarkozy lideraram porque são mais ricos?

O comentário de Vítor Andrade, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise o futuro do euro, o excedente orçamental, a privatização da EDP e o imobiliário de luxo em Lisboa.
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Refundação do Euro Merkel e Sarkozy
O Tratado de Tordesilhas, assinado na povoação castelhana de Tordesilhas em 7 de Junho de 1494, foi um tratado celebrado entre o Reino de Portugal e o recém-formado Reino da Espanha[1] para dividir as terras "descobertas e por descobrir" por ambas as Coroas fora da Europa. Este tratado surgiu na sequência da contestação portuguesa às pretensões da Coroa espanhola resultantes da viagem de Cristóvão Colombo, que ano e meio antes chegara ao chamado Novo Mundo, reclamando-o oficialmente para Isabel, a Católica.
Qualquer semelhança com o momento actual é pura coincidência.
Julgar Sócrates pela bancarrota. Ver comentário
Re: Julgar Sócrates pela bancarrota. Ver comentário
Re: Julgar Sócrates pela bancarrota. Ver comentário
Levar Sócrates a Tribunal pela bancarrota nacional Ver comentário
Re: Levar Sócrates a Tribunal pela bancarrota naci Ver comentário
Mas Sócrates tem mêdo dos Tribunais? Ver comentário
Re: Julgar Sócrates pela bancarrota. Ver comentário
Fiquei a saber agora Ver comentário
Moeda única foi feito único.
Um grupo tão vasto de países (17) com economias muito heterogenias ter sido capaz de criar e gerir durante uma década a moeda única - Euro, é um feito notável atendendo a que estamos a falar de dinheiro, com tudo o que ele significa, mormente como expressão de poder. Os problemas do euro que repentinamente tiveram proporções impensáveis em 2011, só não aconteceram mais cedo porque os credores mundiais confiaram em demasia nas economias que tinham esta moeda como sua, para mal deles que dificilmente irão recuperar a totalidade dos créditos concedidos e para mal dos países do euro que se vêem a braço com súbitas dificuldades financeiras resultantes da perda de credibilidade. No interesse de quem confiou nos países do euro concedendo-lhes crédito e no interesse destes próprios países é preciso restaurar-se a credibilidade pelo que as forças de credores e devedores convergem no mesmo sentido, sendo certo que terá que haver muitos e duros sacrifícios por parte dos cidadãos da moeda única, havendo até governantes a verter lágrimas quando os têm de anunciar.
Pior seria abandonar este feito único.
Não só...
Provavelmente lideram porque não há mais ninguém que se chegue à frente: escasseiam as ideias, escasseia a coragem, escasseiam as personalidades fortes e a implementação prática das ideologias políticas.
Se há alguém com ideias contrárias aos mesmos de sempre (vulgo Merkel e Sarkozy), esse(s) alguém(ns) já há muito enfiaram a viola no saco, quer por falta de coragem para falar quer por falta de moral para o fazer. Concertação de ideias contrárias e tentativa de implementar um sistema justo e igualitário? Bah, isso é coisa para fracos e pobrezinhos...
Re: Não mais... Ver comentário
Manda quem põe a última assinatura no cheque
E têm sido eles a assinar no fim. Portanto mandam. Mandam em todos os outros que lhes colocam o cheque para eles assinarem.
Acabem com os cheques e acabam com este poder. Ai não podem? Então paciência.
Re: Manda quem põe a última assinatura no cheque Ver comentário
Os Falcões e as andorinhas
É impressionante a inocência com que mais de metade da Europa se está a deixar subjugar pelo Eixo.
Reparem, até já parece pacífico que se aceite, nas relações entre Estados Soberanos, que "manda quem assina os cheques".
Será que é mesmo por aqui que queremos ir?
É que este caminho leva-nos de volta.
Ao Verbo.
Não senhor! !!
Não é por serem mais ricos! É porque não há UM GAJO a sério que os mande calar! !
Faltam leaders e o sr.Barroso está impante do politicamente correcto, cordeirinho como outros. Os senhores querem mandar porque os deixam e NÃO CUMPREM qualquer tratado !
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