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Seis competências que desenvolve a jogar

Agora já pode explicar aos seus pais as vantagens das horas que passa a jogar

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Quando está de férias a tentação de passar horas a jogar é grande. Se isso incomodar os seus pais, mostre-lhes este artigo baseado num estudo da Universidade de Denver.

(www.expresso.pt)

Os jogos não são apenas pura diversão ou a oportunidade de descarregar energia e frustrações, como acreditam os pais. Eles ajudam a exercitar o cérebro e deixam-no melhor preparado para o mercado de trabalho, garantem os especialistas.

Num estudo realizado na Universidade de Denver, EUA, os investigadores avaliaram mais de seis mil estagiários e concluíram que as competências daqueles que jogam são 14% superiores às do não jogadores, e a capacidade de reter informação também é 9% maior. Use este artigo da "Exame Brasil" para provar aos seus pais que afinal as horas que passa a jogar não são sinónimo de preguiça, mas sim um investimento no futuro. Repare nas competências que desenvolve com um comando nas mãos.

Criatividade

Ninguém consulta o manual de instruções antes de iniciar um novo jogo. Os jogos são tão intuitivos que permitem que os avanços sejam feitos na base de tentativa e erro, estimulando a criatividade de quem joga.

Pensamento estratégico

Para passar à etapa seguinte o jogador precisa de um plano mental, sem o qual dificilmente conseguirá avançar. E são cada vez mais os jogos que apostam em desafios bastante complicados, que obrigam a um raciocínio estratégico digno dos melhores gestores profissionais.

Concentração

Nos jogos é preciso manter um elevado poder de concentração para estar atento aos detalhes e desafios que são lançados a todo o momento. Para isso, o jogador não tira os olhos do ecrã e consegue praticamente abstrair-se do que se passa à sua volta. Esta capacidade de manter o foco é essencial para quem persegue uma alta produtividade.

Agilidade

Grande parte dos jogos incentiva a resposta rápida a estímulos - não basta completar missões, é preciso fazê-lo no timing certo. Quem não é capaz, perde pontos. Fora do ecrã, a rapidez na tomada de decisões e na transmissão de informações também faz ganhar ou perder negócios, conseguir ou não uma promoção.

Trabalho em equipa

Os jogos colaborativos são cada vez mais populares entre adolescentes e adultos. Eles exigem a interação entre os jogadores para superarem as missões. Este é um bom treino para desenvolver a capacidade de trabalhar em equipa, que é tão necessária no dia-a-dia das empresas.

Resolução de problemas

À medida que vai passando de nível, aumenta o grau de dificuldade. O jogador deixa de encontrar caminhos fáceis para ultrapassar os desafios e tem de se focar na resolução dos vários e intrincados problemas com que se depara, para ser bem-sucedido.