O selecionador nacional de futebol, Carlos Queiroz, apresentou hoje o recurso, para o Conselho de Justiça (CJ) da FPF, da pena de um mês de suspensão que lhe foi aplicada pelo Conselho de Disciplina (CD).
Segundo o advogado do selecionador, Rui Patrício, o recurso assenta em "várias razões factuais e jurídicas" e na ideia principal de que Carlos Queiroz "não praticou qualquer infração disciplinar", devendo "ser absolvido" quanto à alegada ofensa verbal de que está acusado.
No essencial, Rui Patrício entende que "não há imputação de factos ou juízos de valor a ninguém, muito menos depreciativos, que não há qualquer ofensa, que não há dolo, nem culpa".