Na maior parte da dezena de exemplos, este é o Top-10 dos países ricos, da arquitectura que vive da especulação e da imagem, da grande escala sem aspiração de transformação, no fundo, de gente que ainda não percebeu que a arquitectura serve, em primeira instância, para melhorar a vida das pessoas. Processos de transformação social a partir da arquitectura (veja-se, por exemplo, este documentário
) ficam fora destes tops, mas são o futuro de uma outra arquitectura, de facto, mais sustentável.
(também publicado aqui
)