24 de maio de 2013 às 0:19
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PSP desativou 'explosivo' junto à embaixada de Israel

Afinal, objeto suspeito que estava num carro estacionado junto à embaixada de Israel, na rua António Enes, em Lisboa, era uma simples mala térmica, concluiu a PSP. 

Alerta de bomba foi dado pouco antes 16h. Prédios vizinhos do quarteirão foram evacuados para que peritos pudessem fazer a explosão controlada do engenho. Mas depois de proceder à disrupção do objeto, a PSP concluiu que o objeto, uma mala térmica, não continha nada de suspeito, assegurou fonte do Comando Metropolitano de Lisboa.

Depois de ter avaliado o conteúdo de uma mala térmica, detetada de forma suspeita junto àquela embaixada, localizada na Rua António Enes, a PSP deu a questão como resolvida pelas 18h10.

"Depois de termos procedido à disrupção do objeto, confirmou-se que não era nada de suspeito", disse a subcomissária da PSP, Carla Duarte. A subcomissária indicou que a situação já está resolvida e que foi reposta a circulação automóvel na Rua António Enes.

Comentários 11 Comentar
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ERAM MEIA DÚZIA DE MINIS E UMAS SANDES DE FIAMBRE
E parece que também umas sandes de torresmos ...

Tratava-se apenas de uma geleira ... que alguém deixou no local ... provavelmente com pressa de ir molhar o rabinho à praia ...

Ainda hoje Passos andou de visita às Forças Especiais ... mas isso não tem nada a ver ... sou eu a falar depois de levar com muito sol na cabeça ...
Ora bolas!

Então foi aí que eu perdi a marmita.
Tenho de ir aos perdidos e achados da PSP, para ver se me devolvem a cena senão amanhã tenho de ir trabalhar de tupperware.
Desativou?
O quê? uma mala térmica?
Que grande noticia.
A minha mochila podia ter explodido.
Esta cena da mala térmica fez-me lembrar uma outra quando, ocorrida em 1981, nas minhas férias de Verão quando resolvi ir com um colega da residência universitária até França (Touluse) para trabalhar nas vindimas e aí ganhar uns francos franceses nas vindimas. Entrámos no comboio em Lisboa mas antes de chegar ao destino mudamos de opinião e, mesmo sem comprar novo bilhete, fomos até Geneve e aí permanecemos durante alguns dias a trabalhar numa barraca de comes e bebes. Os francos ganhos afinal foram suíços e deram para pagar a viagem de regresso a Portugal, que fizemos parte de autocarro (até à fronteira francesa) e o restante de comboio, com uma paragem em Burgos, no País Basco espanhol. Nessa simpática cidade onde passámos algumas horas, as mochilas pesavam muito nas costas e por isso resolvi deixar a minha à porta da Catedral da cidade com o pensamento que ninguém a iria furtar num local sagrado. Depois da visita a outros locais da cidade e de regresso à estação do comboio passei pela catedral para a recolher, quando verifico que ela se encontrava rodeada de agentes da polícia, que suspeitavam tratar-se de bombas da ETA. Foi um alívio para os polícias encontrar o proprietário do objecto suspeito e também para mim que o vi bem guardado.
Uff! Que calor!
Nas malas térmicas colocam-se habitualmente umas cervejinhas, mas com a crise, vamos lá pôr o quê?
Título enganador
O titulo engana, estava á espera de uma bomba e saiu uma mala térmica onde nem sequer indicam o que estava lá dentro. Cervejas, comida ? Mau artigo em todos os sentidos. Cumprimentos.
A disrupção foi só na mala, ou o veículo....
...também foi "disrupcionado", eufemismo para "explosão controlada"?
Por outras palavras, o que fizeram ao veiculo do(a) pobre coitado(a) até chegarem á "perigosa bomba" dentro da mala térmica?
Na mesma lógica a que distancia estava o carro da entrada e quantas toneladas de RDX pensavam estar na mala térmica para causar dano á embaixada?
www.cylex.pt/lisboa/embaixada+de+israel-6180181.html
Moral da história: a Al-Qaeda ficou a saber que não pode utilizar malas térmicas, tem que disfarçar melhor os IED. A PSP está atenta!
Viva o Verão! ;)
Re: A disrupção foi só na mala, ou o veículo II Ver comentário
Bom trabalho da PSP.
Todo o cuidado é pouco, podia ter alimentos não fiscalizados :-).
Bom senso precisa-se
Vamos por partes. A Polícia deve ser capaz (e é-o, e bem) de desactivar ameaças à segurança dos cidadãos, nomeadamente desactivando explosivos. Mas as chefias precisam muito de bom senso. É ridículo o que foi feito neste caso, e é criminoso que as chefias não se preocupem em dar formação adequada aos patrulheiros em matéria de manuseio de armas de fogo, e depois haja cidadãos a morrer.
História Verídica
Corria o Ano de 1999 .
Um colega meu que entrava no período da Tarde dirigia-se para as nossas instalações na Latino Coelho .
Arranja estacionamento junto da referida Embaixada .
Vinha a comer algo e a beber um sumo quando perto da Embaixada , depois de terminar a sua parca refeição, decidiu deitar as embalagens num caixote de lixo em frente á mesma .
Para seu espanto saltaram de lá dois "Gorilas" provavelmente da mossad que o arrastaram lá para dentro sendo imediatamente identificado pelo agente da PSP de serviço .
O Engraçado disto tudo é que ainda obrigaram o rapaz a retirar o que tinha metido no caixote sem chamar o pessoal das "Minas e Armadilhas" quer os da TV quer os da Policia .
Enfim ...
Palavras para quê ???
Como sempre digo , após a II Grande Guerra , podiam ter metido os Sionista na Antárctica e não em Israel .
Ficavam lá muito bem e espertos como são também transformariam o Continente mais a Sul num Paraíso Verdejante ....
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