21 de abril de 2014 às 15:07
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PSD recusa falar noutros cenários políticos

Secretário geral do PSD , Miguel Relvas, rejeitou comentar a entrevista ao Expresso do ministro do Negócios Estrangeiros, Luís Amado, argumentando não ser oportuno falar noutros cenários políticos uma vez que o país precisa de estabilidade.
Lusa
Miguel Relvas: «Eu não vou comentar declarações de ministros que levam a que exista uma crise política e a mudança de governos» Francisco Seco/AP Miguel Relvas: «Eu não vou comentar declarações de ministros que levam a que exista uma crise política e a mudança de governos»

O secretário geral do PSD, Miguel Relvas, disse hoje que não é oportuno nem adequado falar noutros cenários políticos, considerando que o país precisa de estabilidade.

"Este Governo tem e vai ter um orçamento aprovado, esse orçamento foi viabilizado em nome do interesse nacional (...) e ainda não está aprovado e já se está a querer falar em outros cenários em outras circunstâncias. Não me parece nem oportuno nem adequado", afirmou Miguel Relvas, em Pombal, onde participou no Congresso de Jovens Autarcas da JSD.

Recusando comentar a entrevista ao Expresso do ministro do Negócios Estrangeiros, Luís Amado, que defendeu que o país precisa de uma coligação já, o secretário geral do PSD esclareceu: "Eu não vou comentar declarações de ministros que levam a que exista uma crise política e a mudança de governos".


Comentários 2 Comentar
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Sócrates e o ridiculo
Sócrates mandou o Ministro dos Negócios Estrangeiros falar de coligação,quando sabe que ninguém entra num barco que está de "patas para o ar".
E quando um chefe de Governo entra por este caminho é porque já não sabe bem o que há-de fazer.
CONCORDO
Esta deve ser a conduta ( a manter ) do PSD para evitar serem apontados como agitadores políticos.
Se mantiverem essse sentido patriótico ainda vão ter o meu voto, mas se entrarem em "guerrinhas" políticas, nem pernsar.
Dialogo aberto. com cívismo e pondo sempre o País em primeiro plano.
O tempo fará o resto.
Mas como já aqui disseram, vamos deixar o PS "queimar" em lume brando.
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