26/05/2012 atualizado às 20:05
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PSD insiste na suspensão imediata das grandes obras públicas

O PSD acusa o Governo de agravar a "perigosidade financeira que caracteriza a situação nacional".

Lusa
20:05 Terça feira, 4 de maio de 2010

O PSD acusou hoje o Governo de agravar a "perigosidade financeira que caracteriza a situação nacional" ao insistir no avanço das grandes obras públicas, e insistiu na suspensão imediata de todos os grandes investimentos anunciados.

"O Governo deverá suspender imediatamente todas as grandes obras públicas anunciadas, até que as finanças públicas portuguesas vivam um momento mais adequado a tais oposições", defendeu o secretário geral e porta-voz do PSD, Miguel Relvas, em conferência de imprensa, na sede nacional social democrata.

Miguel Relvas declarou que "no que concerne à análise da situação política nacional, o PSD mantém uma enorme reserva acerca da forma como o Governo está a conduzir o país neste especial momento de dificuldade das finanças públicas nacionais".

"A perigosidade financeira que caracteriza a situação nacional está agravada pela insistência do Governo no avanço das grandes obras públicas", acrescentou o porta-voz do PSD.

PSD vai propor novas medidas


Os sociais democratas vão "propor novas medidas para o equilíbrio das finanças públicas, dado que o país se mantém vulnerável a ataques especulativos ao seu sistema financeiro, dados os nossos problemas estruturais", adiantou.

Questionado sobre em que ponto está o acompanhamento conjunto pelo primeiro ministro e pelo presidente do PSD da situação financeira do país prometido na semana passada, se os dois têm encontros previstos ou se têm mantido conversações, Miguel Relvas respondeu: "Não temos encontros previstos"

"Como foi dito pelo líder do PSD no encontro que teve com o senhor primeiro ministro, nós aguardamos que o Governo apresente iniciativas. Manifestámos a nossa disponibilidade de princípio para dar o nosso apoio a todas as medidas que visem garantir o nosso sistema financeiro", acrescentou.

"Mas, como foi também aqui público e notório, é para nós um dado adquirido e claro que a suspensão imediata das grandes obras públicas no nosso país é uma base essencial para que a recuperação de Portugal seja uma realidade e para que o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) possa ter efeito", completou o secretário geral do PSD.


*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***


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PSD
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 21:05 | Terça feira, 4 de maio de 2010
O PSD ao insistir na suspensão imediata das grandes obras
públicas, demonstra quão está longe daquele entendimento que se apregora haver entre o PS e o PSD, a propósito do encontro entre Pedro Passos Coelho e José Sócrates.
Não se verifica por isso aquela submissão do PSD ao PS , como se propalara na altura.
Responsabilidade e disponível para a discussão em plano de igualdade por parte do sociais democratas e nada mais.
Nem outra coisa fazia sentido, na medida em que o PSD é um partido ao nível do PS.
O seu a seu dono !
 
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Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 23:51 | Terça feira, 4 de maio de 2010
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clareza (seguir utilizador), 1 ponto , 21:25 | Terça feira, 4 de maio de 2010
Eu já começo a desconfiar é que o PSD quer ser
Mordaquikesaileite (seguir utilizador), 2 pontos , 21:14 | Terça feira, 4 de maio de 2010
ele a fazer as grandes obras. Agora, quanto a grandes obras, a obra maior que merecia uma estátua para perpectuar a sua parte no trabalho efectuado por esse partido e por conseguir ter afundado o País...
 
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Parafraseando Garcia Pereira!
Runaldinho (seguir utilizador), 2 pontos , 21:29 | Terça feira, 4 de maio de 2010
Tal como a "QUIMONDA" pomposamente anunciada pela governação de António Guterres, como uma empresa que daria ao Norte um valor acrescentado insubestimável, cuja incorporação de tecnologia e manufactura nacional rondariam os 60% no mínimo, acabou em desemprego e desencanto.
A QUIMONDA tinha uma incorporação tecnológica Portuguesa de 15% aproximadamente. Quer isto dizer, que se estivéssemos a falar de fatos, calças e camisas que é um artigo mais adequado para o nosso discurso empresarial, a "QUIMONDA" limitava-se a fazer acabamentos. Nem o controle de qualidade fazia.
É isso que vai acontecer com o TGV, apesar dos inúmeros estudos pagos a bom preço para dizerem aquilo que eles pretendem.
Apetece-me dizer como o Garcia Pereira do MRPP:

"Os pareceres jurídicos(técnicos) dizem aquilo que nós lhes pedimos para sustentarem!"
 
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tocaafalar (seguir utilizador), 2 pontos , 23:46 | Terça feira, 4 de maio de 2010
O investimento a cargo do Estado...
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 22:59 | Terça feira, 4 de maio de 2010
... é de 8%. Mesmo considerando os 23% da CGD como investimento do Estado teremos um total percentual de 31%, menos de um terço.
 
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JJFF (seguir utilizador), 1 ponto , 9:16 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Ministrro
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:17 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Já repararam que temos um Ministro da Obras Públicas, que para justificar a construção do TGV e do Aeroporto que só ajudarão a atirar com o País para o PÂNTANO, se ufana de " Eu sou economista" !!!
Falta saber qul a sua valia, como ECONOMISTa, porque economistas há muitos...
Se o ridículo matasse...
Outro Manuel Pinho...
 
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Grandes Obras
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 1:40 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Segundo o Público, em face desta irresponsabilidade do governo, as tréguas entre o PS e o PSD, terminaram !
Éu bem me parecia, que este governo não cede um milímetro, pretende sim é que o PSD o ajude a"BRANQUEAR" os seus erros.
E para esse Peditório, o PSD já deu o que tinha a dar
O PS que governe e o PSD, que continue a fazer uma oposição responsável e nada mais.
É o seu papel !
Servir só de "MULETA" NUNCA !
 
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Grandes obras? Toma......
calate-boca (seguir utilizador), 1 ponto , 21:27 | Terça feira, 4 de maio de 2010
O PS não quer governar o país quer é arranjar emprego para os seus boys. É só. Quais grandes projectos. Vamos todos criar galinhas, coelhos, porcos e cavar terra.
 
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Grandes obras? Toma......
calate-boca (seguir utilizador), 1 ponto , 21:28 | Terça feira, 4 de maio de 2010
O PSD não quer governar o país quer é arranjar emprego para os seus boys. É só. Quais grandes projectos. Vamos todos criar galinhas, coelhos, porcos e cavar terra.
 
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O que é curioso
jvpaiva (seguir utilizador), 1 ponto , 22:15 | Terça feira, 4 de maio de 2010

...é que foram estes senhores,...quando foram poder,..que acabaram com o tecido produtivo industrial em Portugal!

Reinava a elite de rapazinhos saídos das faculdades de economia e a aposta era toda nos serviços, com predominância nos serviços financeiros.

Deu no que deu!

Já agora podiam esclarecer os portugueses sobre quais os impactes da paragem das obras no consumo interno e no relançamento do emprego versus desemprego.
 
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mamamon (seguir utilizador), 1 ponto , 12:28 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
É a vida!
Xarrama (seguir utilizador), 1 ponto , 22:48 | Terça feira, 4 de maio de 2010
Neste momento já existe muito boa gente a torcer a orelha por não ter votado PS nas últimas eleições garantindo a maioria absoluta de Sócrates. Já todos constatamos que os partidos da oposição não se entendem, são de extremos opostos, e a crise económica e financeira que desaba sobre nós a todo o momento apenas tem a ver com a fragilidade do Governo PS que não tem maioiria absoluta! Mas, mesmo assim, ainda existem alguns, qua apenas vão acreditar nisto quando sofrerem uma redução de 20% nos seus vencimentos e, em simultâneo, ficarem sem os 13º e 14º meses. É a vida!
 
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SEJAM CONSEQUENTES!!!
hodierno (seguir utilizador), 1 ponto , 0:04 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Se não concordam com estes projectos e partem do pressuposto que não será Sócrates a executar o vosso programa eleitoral...SEJAM CONSEQUENTES! Assumam as vossas posições sem estar a alimentar esta fogueira lenta e, CORAJOSAMENTE apresentem na Assembleia uma MOÇãO DE CENSURA ao Governo !!!!!
 
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Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 3:42 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Não à Politiquice!
barnet (seguir utilizador), 1 ponto , 9:52 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Se o governo insiste na execução do Projecto TGV, deve ser respeitado e não interpretado puramente por questões partidárias. Alíás não compreendo porque o PSD, que quando governo aprovou a insistiu no projecto, agora se insurja contra ele. Além disso, tenho um grande respeito e consideração pelo Senhor Presidente da República, mas aqui discordo! O TGV não deve ser protelado pelo seguinte: 1) os compromissos existentes tanto a nível do país como Europeu, devem ser cumpridos; 2) em termos de desenvolvimento económico, na conjuntura actual é indispensável; mas acima de tudo, para quem viaja 3) o TGV é insubstituível por a) maior rapidez e conforto; b) é uma mais valia a favor da despoluição.
Aqueles que se opôem ao TGV em particular, aconselho que viagem no Sud Expresso: lento e mesmo em 1a.classe, porco, atolhado e sem as mínimas condições! Vergonha para o único transporte ferroviário ibérico-internacional.. ABAIXO AS MENTES TACANHAS! Pra frente TGV!
 
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Poder
agridoce lisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 12:00 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
O PSD só quer a suspensão das grandes obras públicas até ser ele, PSD, a estar no poder! Ou pensam que eu nasci atrás de uma pedra, em Trás-os-Montes???
Assim que se apanhem no poder vamos ver se as grandes obras públicas não passam a prioritárias...
Barragens - sim
TGV - só para Madrid
Aeroporto - sim
Mais pontes para Lx - só ferroviárias
Autoestradas - não
Escolas - sim
 
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A problemática do investimento
mamamon (seguir utilizador), 1 ponto , 14:17 | Quarta feira, 5 de maio de 2010
Devemos antes de qualquer apreciação isenta, reconhecer que os políticos não têm vocação para criar riqueza, nem sabem investir.
Eles vêm o investimento como uma promoção política, e não como uma vantagem ou mais valia para a Nação.

Partindo deste pressuposto, apoiar sem reservas todos e quaisquer empreendimentos ou obras, de grandeza nacional que os poderes políticos queiram efectuar, não é prudente.
Deveriam ser passadas pelo crivo duma instituição técnica e independente, com poderes legais, para darem o seu aval quanto à possibilidade económica das mesmas, no seu contexto quanto à produção de riqueza do país.

Enquanto o regime partidário vigente, permitir que o tesouro nacional possa ser desbaratado sem consequências punitivas para os detentores do poder, quer no sector do executivo quer no parlamentar, o país estará sempre sujeito à incapacidade e ao abuso que os dirigentes têm ao seu dispor, de desbaratar a seu bel-prazer, os recursos financeiros, que o país tem e os que não tem, nas suas fantasias políticas.

A fórmula eleitoral em que os partidos e seus dirigentes se apoiam, para justificarem todas as suas incongruências governativas; se a referida fórmula não estiver apoiada,
por eficazes e inibitórias bases económicas de governação, o voto é pouco mais do que uma consagração à incompetência e ao desvario.
...
 
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