PS a um ponto do PSD
Passos Coelho terminou o seu discurso de rentrée política no Pontal na última terça-feira a garantir que 2013 já não será um ano de recessão em Portugal. O efeito dessas palavras junto dos portugueses ainda não é medido na sondagem de agosto da Eurosondagem para o Expresso e a SIC. Mas uma coisa é certa: até esse dia Passos Coelho, o PSD e o Governo não tinham conseguido inverter a tendência de queda que têm tido na sondagem nos últimos meses.
Tendência essa que leva a que no pico do verão de 2012 o PSD tenha o seu resultado mais baixo desta legislatura, com o PS a conseguir o seu resultado mais elevado, estando agora a apenas um ponto de diferença dos social-democratas. Isto é, os dois partidos estão praticamente empatados, com o resultado que os diferencia a ficar dentro da margem de erro desta sondagem.
Na popularidade dos líderes políticos, destaque este mês para a subida de Cavaco Silva e para a manutenção de Paulo Portas como o político mais popular em Portugal.
Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso e SIC, de 9 a 14 de agosto de 2012. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por Região (Norte - 20,8%; A.M. do Porto - 13,5%; Centro - 29,7%; A.M. de Lisboa - 26,6%; Sul - 9,4%), num total de 1011 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1280 tentativas de entrevistas e, destas, 269 (21,0%) não aceitaram colaborar neste estudo de opinião. Foram validadas 1011 entrevistas, correspondendo a 79,0% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma aleatória resultou, em termos de sexo (Feminino - 51,9%; Masculino - 48,1%) e, no que concerne à faixa etária (dos 18 aos 30 anos - 16,7%; dos 31 aos 59 - 51,5%; com 60 anos ou mais - 31,8%). O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.


