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Proteção Civil debaixo de fogo

Rescaldo do incêndio no Algarve deixa Proteção Civil nacional debaixo de fogo. Presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Jaime Soares, já pediu um inquérito à atuação de Vítor Vaz Pinto.
Sem ajuda dos bombeiros, muitas pessoas assumiram o combate à chamas
Sem ajuda dos bombeiros, muitas pessoas assumiram o combate à chamas /  Vasco Célio/Lusa

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses exigiu hoje a instauração de um "inquérito rigoroso" a eventuais falhas de coordenação por parte da Autoridade Nacional de Proteção Civil no combate ao incêndio do Algarve.

Em declarações à SIC-Notícias, Jaime Soares questiona mesmo a credibilidade do presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto.

"Uma pessoa que diz hoje uma coisa e que se desdiz um dia depois, não sei se tem credibilidade suficiente para ser um general no campo de batalha onde, efetivamente, não pode errar", afirmou Jaime Soares.

Ontem, em entrevista à RTP, Vaz Pinto, assumiu que errou na avaliação deste incêndio e que em algumas situações os meios chegaram tarde aos locais.

"Pensávamos que na quinta-feira de manhã o incêndio estaria dominado mas enganei-me. Essa avaliação foi minha. Naturalmente que houve falhas. Naturalmente que os meios em algumas situações chegaram tarde. Era impossível chegar a todo o lado a todo o momento", disse Vaz Pinto à RTP.

Inquérito rigoroso


Mas hoje, em declarações aos jornalistas, o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil, afirmou que a "estratégia adotada pelos comandantes das operações de socorro a cada momento foi a estratégia adequada. Naturalmente que nestas situações retiramos sempre lições aprendidas. Foi aquilo que eu quis dizer."

"Mantenho total confiança nos senhores comandantes de operações de socorro, neste caso de Faro e Évora. A estratégia por eles definida e evolução do sistema gestão de operações foram adequadas. Sobre isso não quero que haja qualquer tipo de dúvidas", acrescentou na mesma altura Vítor Vaz Pinto.

Mas para o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, o presidente da Autoridade Nacional de Proteção Civil  devia "mandar instaurar um inquérito rigoroso para apuramento da verdade".

"Quem não cumpre a sua missão, que é alto responsável e que pelos erros que comete pode provocar situações gravosas tem que fazer uma avaliação da sua capacidade, da sua competência, e daí tirar as suas ilações", disse Jaime Soares à SIC-Notícias.





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Rua com eles,antes que venha outro incêndio!
Estes senhores falharam quando se exigia que não falhassem.Só num país de faz de conta se pode compreender que continuem no lugar e a receber chorudos ordenados!
Errar por defeito ou errar por excesso.
Não é fácil prever a evolução de um fogo porque os factores que condicionam a sua progressão são muito diversos, com especial relevância para o volume e qualidade dos materiais combustíveis ao seu alcance e a intensidade e direcção do vento. A quem compete avaliar o risco e definir quais os meios a aplicar no respectivo combate deve relegar para segundo plano as preocupações com as poupanças de recursos dando primazia à eficácia da acção no terreno pois só assim os riscos de perda de controlo da situação são minimizados e evitam-se perdas catastróficas. Parece que neste caso as preocupações inverteram-se e o erro saiu muito caro.
Re: Errar por defeito ou errar por excesso.
"PODE NÃO TER SIDO O CASO"
Independentemente do que se averiguar toda a gente sabe que a proteção civil é um tacho daqueles mesmo à grande.
Daí não ser de estranhar pequenas e grandes histórias,sempre que à desgraça.
Os interesses abundam,os interessados idem, idem e só depois são dadas as ordens cada uma para seu lado conforme o pároco de serviço.
Não vale a pena contar com o MP para estas coisas pelo que :Arquive-se.
kácus
Rigorosos inquéritos
Este país é uma farsa, com actores medíocres, música horrorosa, falta de imaginação, repetitiva e desafinada.

Há dezenas de anos que andamos nos rigorosos inquéritos e os jornalistas mais velhos e com mais tarimba deviam desmistificar toda esta incompetência.

A função de director da protecção civil exige qualificações e o lugar devia ser preenchido por concurso, perante um júri com um mínimo de conhecimentos na matéria. Não é um lugar de nomeação política é assunto para profissionais.

A anterior estoirou 100 mil euros em almoços, e este saiu de onde ?? Que cursos tem, onde os tirou, que experiência de comando tem, que percebe de fogos florestais ou terramotos, ou inundações ???

Andamos a brincar aos chefes, de boina na cabeça e botas engraxadas, é preciso muito mais que isso.

Hoje há escolas superiores de emergências, na América, na Alemanha e na Inglaterra, mandem para lá alguém , de origem militar , de preferência a tirar esses cursos.

De pavões a aparecer na TV estamos cheios, este e o da ASAE que fuma no casino, parecem actores de um filme se saloon.......
Neste Portugal
Corrupto como nunca se viu já não sei se é só incompetência?
A ANPC e as falhas de previsão
Não consigo entender que país é este. Durante o Inverno, são as inundações, no Verão, os incêndios. Que competência tem esta gente, se nem sequer consequem prevenir e prever acontecimentos sazonais? Não há computadores na ANPC? Simulações baseadas no tipo de terreno, arborização, condições meteorológicas... etc?

A nossa sorte é não ter ainda havido um grande sismo, porque no que depender desta gente, bem podem os portugueses esperar sotterados deibaixo dos escombros que alguém os vá socorrer...
Re: A ANPC e as falhas de previsão
SAIBAM COMO O RESISTENTE CHEGOU AOS 200 PONTOS
A FAZER COPY/PASTE

AUTO PONTUANDO-SE COM OS SEGUINTES NICKS

RESISTENTE

POVOPRIMIDO

MORDAKIQUESAILEITE

AUKISTOXEGO

O parasitava aproveita-se do trabalho alheio e leva os incautos a pensar que é um grande pensador,quando na realidade não passa de um miserável analfabeto funcional.

DIVULGUEM E REPUDIEM!!
é sempre igual
aqui á muito poucos anos esta bem na nossa memoria em sintra os bombeiros tinham o fogo kuase dominado mas quando chegam estes senhores da autoridade nacional que nada percebem das zonas em questao afastam do comando quem sabe e o resultado foi o que se viu foram presisos duzentos bombeiros e 8 avioes para o fogo nao chegar á serra e dizem os populares o fogo passou entre os carros de bombeiros ao apagaram porque nao tinham ordens para isso depois foi a vergonha que se viu
Portugal nunca teve.....
uma verdadeira política neste particular! Andamos à décadas a ver este completo descalabro ano após ano. É completamente inadmissível Portugal nunca ter tido uma verdadeira frota de aviões de combate a incêndios Canadair CL415, o único avião do mundo concebido para fazer esse trabalho eficazmente. Porque razão TODOS os países mediterrânicos (Espanha, França, Itália, Grécia) usam este tipo de avião, ou similar, e Portugal nunca optou por esta solução? Porque razão TODOS os anos se alugam esses aviões aos países que acima mencionei? Com os milhões de euros que já se gastaram ao longo de tantos anos, uma frota destes aviões anfíbios Canadair CL415 já estavam mais que pagos e continuavam a combater incêndios no Verão e no resto do ano eram usados para outros tipos de missões...naturalmente que eles estariam ao cargo da FAP e assim também não havia necessidade de duplicar organismos e tudo o que daí acarreta. Mais uma vez se prova que existe incompetência dos nossos organismos estatais também neste sector. Criou-se com "pompa e circunstância" a EMA e adquiriram-se os monstros do helicópteros Kamov KA-32 à tão pouco tempo e ao que parece já estão de saída pela "porta pequena"...enfim, depois admiramo-nos do estado em que este país está!!!
Afinal estava enganado!
E eu que sempre pensei que a protecção civil só servia para passear em brutas "máquinas" e usar uma farda toda catita, com boina e tudo! Afinal parece que também deveriam coordenar qualquer coisita...
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