26/05/2012 atualizado às 16:37
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Proibir a maçonaria? Calminha aí

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
8:00 Terça feira, 10 de janeiro de 2012

Como seria de esperar, já surgiram vozes a proclamar que a maçonaria é uma entidade ilegítima (versão hardcore) ou, vá, esquisita (versão suave). A versão-com-cara-de-má ficou a cargo de Manuela Moura Guedes: "em democracia, não faz sentido haver sociedades secretas como a maçonaria" . Nada como uma boa sentença moralista para resolvermos um problema institucional, não é verdade, cara Manuela? A versão-com-cara-de-santa saiu da pena de Marques Mendes. De braço dado com Julian Assange, o ex-líder do PSD diz que, num quadro de democracia e de transparência, não se compreende uma organização que assenta no secretismo . Estes comentários mostram como o vírus wikileaks chegou bem fundo. Existe por aí um desejo por uma sociedade de paredes de vidro, de absoluta transparência. E, neste ambiente com o seu quê de totalitário, coisas como a maçonaria ou Opus Dei são imediatamente anexadas a teorias da conspiração.

Vamos lá ver se nos entendemos. Numa sociedade livre, as instituições democráticas devem ser transparentes, mas a sociedade pode ter organismos secretos, discretos ou exclusivos, sem paredes de vidro. Não podemos confundir instituições com a sociedade em geral. Na sociedade, x pode fazer um clube onde só entram pessoas ricas; y pode fazer um clube onde só entram brancos, e ninguém tem nada que ver com isso; w pode fazer um clube onde só entram crentes em Cristo, e a sua organização pode ser secreta ou discreta. Os maçons têm todo o direito ao seu clube interdito a "profanos", e ninguém tem nada que ver com isso. Dizer o contrário é entrar numa lógica de perseguição. Dizer o contrário é desejar ser o Marquês de Pombal dos maçons. 

Ora, se devemos ter cuidado com esta mensagem de ódio (maçom é secreto, logo, é mau), também devemos ter cuidado com a mensagem oposta, que proclama o melhor dos mundos possíveis para a maçonaria. Se há pessoas a dizer que a maçonaria devia acabar (Moura Guedes), também há pessoas a dizer que não é preciso alterar nada na relação entre instituições e maçonaria, porque, ora essa, a pertença de um político à maçonaria é uma questão do foro privado (António Reis). Moura Guedes e António Reis estão  errados, porque ambos são incapazes de pensar de forma institucional. Sim, não faz sentido defender a proibição de sociedades secretas, mas, por outro lado, não podemos continuar a fingir que a pertença à maçonaria é uma questão meramente privada. Quando x se movimenta na esfera institucional, ser da maçonaria não é o mesmo que ser do Benfica. E aqui não há volta a dar. A suspeição que se instalou é legítima e requer uma resposta institucional. Neste sentido, não deve ser difícil encontrar ordens políticas na Europa que obriguem x a declarar a sua pertença à maçonaria aquando do ingresso num cargo público.

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moncarapacho (seguir utilizador), 7 pontos (Bem Escrito), 9:17 | Terça feira, 10 de janeiro
A maçonaria não é um clube onde se vão fumar ins charutos nem uma confraria do cozido à portuguesa. Tem conteúdo programático e exigências de fidelidade, que não se coadunam com a desempenho de determinadas funções.
  Um militar obedece ao comandante ou à resolução da loja ?
Um juiz aplica a lei ou o princípio de protecção inter-pares ???

Serviços secretos com maçons só pode ser uma ironia lusitana. A fidelidade desse tipo de funções não é divisível, é exclusiva para a nação e o Estado. Não há lugar a mais fidelidades.

Quanto a proibições não são eficientes, a abordagem para acabar com essas excrecências , é pô-las a ridiculo......
 
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    Rui Verde da "Independente" e Sócrates:Público    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 9:47 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Rui Verde da    Ver comentário
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 11:32 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Rui Verde da    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 12:16 | Terça feira, 10 de janeiro
    Acertar as agulhas:um bom texto,parabéns    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:44 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: 99% de razão...    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 1 ponto , 10:30 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: 99% de razão...    Ver comentário
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 13:58 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Acertar as agulhas    Ver comentário
gf_84 (seguir utilizador), 1 ponto , 13:40 | Terça feira, 10 de janeiro
'Proibir a maçonaria? Calminha aí
jpafonso (seguir utilizador), 5 pontos (Interessante), 10:00 | Terça feira, 10 de janeiro
Muito bom texto. Concordo com quase tudo (mera precaução... pode ter havido uma virgula que não reparei e já outras vezes me lixei dessa maneira).

A minha visão até é, como por definição de sociedade secreta (ou exclusivista), é impossível nos assegurarmos da sua não-interferência consciente no fórum público, é preferível que se assuma que qualquer um possa pertencer a uma ou mais sociedades, e legislar para que as decisões publicas façam sentido público.

É que as associações para efeitos de "tráfico de influências" (que é, julgo, a potencial crítica que se está a fazer a prevenir nestas associações) não se esgotam na maçonaria, mas estendem-se a qualquer uma que envolva escolha de parceiros, desde organizações de caridade, clubes (de desporto e outros), Opus Dei (ninguém me perdoaria se me esquecesse desse) até mesmo as escolas onde se andou (quantas vezes não são estas que definem as parcerias).

Mas, Henrique, a sua últimas frase é preguiçosa:

"Neste sentido, não deve ser difícil encontrar ordens políticas na Europa que obriguem x a declarar a sua pertença à maçonaria aquando do ingresso num cargo público."

Senão é difícil, devia ter apresentado um ou dois exemplos.
 
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    Re: 'Proibir a maçonaria? Calminha aí    Ver comentário
JJFF (seguir utilizador), 2 pontos , 10:11 | Terça feira, 10 de janeiro
Hipocrisias de São Raposo
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 5 pontos (Bem Escrito), 10:14 | Terça feira, 10 de janeiro

Pois é óbvio que podemos criar associações secretas para tudo e mais alguma coisa. É um dos mais básicos princípios do liberalismo axiológico, segundo o qual devemos proteger o direito à expressão, à associação, à manifestação, etc..

Ou seja nada a dizer sobre a apologia das liberdades políticas e associativas de todos quantos desejem criar as suas associações específicas.

Mas, da mesma forma que São Raposo faz a apologia do direito ao secretismo de qualquer associação, também é este santo que se indigna com manifestações de gays aos beijos.

Ou seja, para este santo, a liberdade de expressão parece ser ilimitada quando se trata de associações secretas. Já as manifestações públicas e nada secretas de algumas pessoas, pelo contrário, merecem ser reprimidas, criticadas e oprimidas.

Ora, tendo este santinho o mister do jornalismo, compreende-se que adore uma sociedade feita de associações secretas e que deteste o que se faz à luz do dia.

Afinal de contas, quando é que se vendem mais jornais?

Quando as notícias versam sobre aquilo que vemos à luz do dia ou quando as notícias focam associações secretas?

Pois é, São Raposo, proibir a Maçonaria, nunca, jamais! Mas proibir os gays de se beijarem em público, pelo contrário, já não fere o teu liberalismo, pois não?
 
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    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:23 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 10:31 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:50 | Terça feira, 10 de janeiro
    Não te estiques, então e o PODER do Lóbi Gay??    Ver comentário
kcorreia (seguir utilizador), 2 pontos , 11:06 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Não te estiques, então e o PODER do Lóbi Gay??    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 12:09 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 10:30 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 10:46 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:49 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Hipocrisias de São Raposo    Ver comentário
peixedaprrecefice (seguir utilizador), 1 ponto , 11:09 | Terça feira, 10 de janeiro
    UM PAULINHO DOS EXTREMOS    Ver comentário
SEMPREAFAVOR (seguir utilizador), 1 ponto , 11:35 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: UM PAULINHO DOS EXTREMOS    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 11:51 | Terça feira, 10 de janeiro
    CONTINUACAO,PAULINHO!!!    Ver comentário
SEMPREAFAVOR (seguir utilizador), 1 ponto , 11:50 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: CONTINUACAO,PAULINHO!!!    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 2 pontos , 11:59 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: CONTINUACAO,PAULINHO!!!    Ver comentário
Paulo Pedroso (seguir utilizador), 2 pontos , 12:07 | Terça feira, 10 de janeiro
Os deveres dos politicos perante o POVO
águiadois (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 9:38 | Terça feira, 10 de janeiro
A questão central nesta lamentável história da loja Mozart é a de se poder concluir que na "musica" da Loja apenas constava o interesse pessoal dos "magnificos" ou de estruturas empresariais a que estavam ligados.
  Ora,sendo alguns dos lá presentes, politicos eleitos pelo Povo,importa saber se a fidelidade á defesa dos interesses populares foi preterida e atirada para o caixote do lixo.
Assim sendo a Democracia tem que se defender e publicamente denunciar quem, utilizando a legitimidade do voto popular, a usa para outros fins que não os que lhe estão conferidos em eleições.
Seria apunhalar o Povo pelas costas e abusivamente integrar orgãos de soberania ,prosseguindo subterrãneos objectivos fora dos estabelecidos na Constituição da República.
A lealdade para com o Povo é assim a 1ª condição para se ser digno do seu voto.
 
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«(...) e ninguém tem nada que ver com isso (...)»
Monroe (seguir utilizador), 4 pontos (Bem Escrito), 10:06 | Terça feira, 10 de janeiro
Ora bem, aí está uma crónica (mais uma) assente em pés de barro: "ninguém tem nada a ver com isso" calminha aí! Quando nos estamos a reportar a uma organização secreta que existe com o fim quase exclusivo de promover e facilitar a vida (de forma muito pouco ou mesmo nada ética, sublinhe-se) a gente que pertence a um determinado ciclo/ grupo, TODOS TEMOS A VER COM ISSO!
De facto, a maçonaria é, na sua essência, um grupo de pessoas (às vezes gente muito medíocre em termos de competências) que se junta para tentar que a sua influência ajude outro colega pertencente à mesma loja; por outras palavras, os maçónicos são pessoas que movem cordelinhos para arranjar empregos belíssimos (sim, por que é que não se vão inscrever em centros de emprego como um cidadão normal?!) em empresas onde têm algum outro coleguinha compadre ou então que eles próprios já favoreceram através de algum tipo de manobra política.
Portanto, se Portugal é um país de cunhas e se vivemos em democracia, para que é que continuam a existir sociedades secretas em que o objetivo principal é o de os seus membros se servirem uns aos outros, sem qualquer tipo de escrúpulos como se vê pelos exemplos atuais?
 
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    Re: Calma digo eu...    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 1 ponto , 10:38 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Calma digo eu...    Ver comentário
Monroe (seguir utilizador), 2 pontos , 12:00 | Terça feira, 10 de janeiro
Proibir a maçonaria? calminha aí
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 9:32 | Terça feira, 10 de janeiro
Vão dar banho ao cão e deitar palha à mula, mas não nos obriguem a tomar banho, nem a comer a palha. Eu não sou maçon, não tenho clube, partido, não sou fanático religioso, antes um adormecido e não pertenço a nenhuma associação de qualquer espécie,mas a minha percepção como cidadão e penso que da maioria é que estas lojas funcionam e por isso são secretas, ou não, mas algumas pelo menos eram e servem para se protegerem uns aos outros e para se defenderem, não olhando a meios muitas delas para alcançar o fim, que é precisamente a ascensão ao poder e ao topo beneficiando assim as suas vidas e influenciando assim as dos outros. Tudo o resto que se possa dizer não passa de conversa da treta. Entre nós veja-se que a maioria dos lugares de topo, são ou foram ocupados por gente que milita nessas organizações e não me parece que seja por coincidência. Por isso há quem diga que o futebol é uma máfia, a religião um negócio etc.etc.. Cada um que pense o que quiser e cada um fique na sua.

http://www.youtube.com/wa... A doutrina do choque para dominar o Mundo

http://www.youtube.com/wa... O Choque na Argentina e a sua destruição - José Serra
 
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    Á "licenciatura" de Sócrates, no Público de HOJE    Ver comentário
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 9:45 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: Á    Ver comentário
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:31 | Terça feira, 10 de janeiro
Bro maçom no Céu.
kcorreia (seguir utilizador), 3 pontos (Divertido), 10:57 | Terça feira, 10 de janeiro


Certo dia, um bro, Mestre maçom, chegou ao Céu.

bro: Sou maçónico!

S. Pedro:Sim,loja?!?

Com muito orgulho o bro respondeu: Loja Mozart!

S.Pedro: Ok bro Mozart, vamos passar à sala dos relógios maçónicos.

O bro, com ar intrigado, olhou em volta e viu a sala cheia de relógios, todos eles com o respectivo nome das lojas gravados numa placa de ouro, e reparou que, curiosamente, todos tinham tempos diferentes. Perguntou ao Pedro o porquê ao qual ele o informou que os ponteiros dos relógios só se moviam quando algum membro da respectiva loja fazia alguma asneira.

O bro olhou em volta e não viu o relógio da loja Mozart.

bro: Mas Pedro, onde está o relógio da minha loja?

S.Pedro: Onde está?!? Na cozinha, claro!

bro: Na cozinha, como assim???

S.Pedro: É na cozinha que as ventoinhas dão jeito, não?!?

 
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Basta divulgar
Borrifador (seguir utilizador), 2 pontos , 11:16 | Terça feira, 10 de janeiro
Basta obrigar as lojas maçónicas a publicar a lista de todos os membros.
Assim se eu tivesse que interpor uma acção cível contra alguém que fosse maçon, eu saberia se o Juiz que a fosse julgar era, ou não, maçon e se fosse podia colocar um incidente de suspeição.
 
Mas isso seria equivalente a matar a maçonaria, pois a sua existência tem como único fim o domínio e controlo da sociedade
 
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CONVERSA DA TRETA e ALGUMAS FALSAS QUESTÕES
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:20 | Terça feira, 10 de janeiro
A pergunta NÃO se põe. A maçonaria em Portugal peca por ser um antro de arrivistas sedentos de protagonismo e com ambições a serem poderosos ou ricos. Ilegalizar a maçonaria seria um exagero bastante pouco democrático. A polémica surgida muito recentemente é mais uma questão falsa q muito encanta os portugueses e que só serve para entreter. O país da maçonaria, a Inglaterra ou melhor na Inglaterra toda a filiação maçónica é obrigatoriamente assumida por todos aqueles que se envolvem ou não com a coisa publica. É usual em certas cidades da Inglaterra os desfiles maçónicos e, quem não se lembra os desfiles na Irlanda do Norte dos grupos maçónicos celebrando as vitorias sobre os católicos? A questão que se põe e que é pertinente em qualquer Estado de Direito é quem pelo caso de o ser veja a sua acção pública limitada ou desvirtuada por pressões ou chantagens. Esta situação, esta exigência que me parece lógica é tbém extensível a todos aqueles que por exemplo são homossexuais. Nos últimos anos na Inglaterra muito são os que se assumem homossexuais sem qualquer problema pois na sua declaração visam acima de tudo garantir a sua isenção e boa capacidade para o exercício das funções pública que se propõem desempenhar. Manter a filiação maçónica, a opção sexual ou outra situação em segredo é potencializar um foco de pressão, limitação ou chantagem. Defender q o ser maçom é algo do foro íntimo só revela uma má formação cívica, uma doentia leviandade e, um calculismo que não se ...
 
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    R:CONVERSA DA TRETA e ALGUMAS FALSAS QUESTÕES 2    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:25 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: querem ver... EIS COMO DEVEM SER AS COISAS!    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:43 | Terça feira, 10 de janeiro
    R:querem ver... EIS COMO DEVEM SER AS COISAS! CONT    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 11:53 | Terça feira, 10 de janeiro
    Re: R:querem ver... EIS COMO DEVEM SER AS COISAS!    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 2 pontos , 12:25 | Terça feira, 10 de janeiro
EIS MAIS UM MITO MAÇONICO PARA ENTRETER A MALTA
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 12:00 | Terça feira, 10 de janeiro
Lisboa, 10 Jan. 2012 (Ecclesia) – O vigário regional em Portugal do Opus Dei
afirma que no Parlamento “só um deputado”, Mota Amaral, do Partido Social-democrata, pertence à instituição da Igreja Católica. Em entrevista publicada no site da prelatura, o padre José Rafael Espírito Santo pronuncia-se sobre o facto de a instituição ser mencionada no âmbito polémica sobre as alegadas ligações da Maçonaria ao poder político, dizendo que “é um erro importante referir o Opus Dei a esse respeito”. O sacerdote nega que as reuniões de oração ou de apresentação do pensamento católico da instituição incluam a troca informações de carácter político ou profissional, dado que “o conteúdo desses encontros é sempre, e só, de carácter religioso”.A acção do Opus Dei, denominação em latim que significa ‘Obra de Deus’, “não tem” peso político porque, afirma, “a força do cristianismo está centrada em Deus, e
no grau de liberdade”, salienta. O responsável sublinha que os encontros da instituição fundada em 1928 pelo santo espanhol Josemaria Escrivã de Balaguer (1902-1975) são abertos a todas as pessoas: “É bom saber que qualquer interessado pode aceder à formação católica do Opus Dei”. O padre José Espírito Santo considera que a prelatura tem de esforçar-se mais
para corrigir a opinião pública sobre a instituição: “Temos de comunicar mais,
e temos de comunicar melhor. Há muita gente a falar do Opus Dei sem,
aparentemente, ter nenhum conhecimento directo. Ao mesmo tempo, isso ...
 
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    R:OPUS DEI - UM MITO MAÇONICO P ENTRETER A MALTA    Ver comentário
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 12:05 | Terça feira, 10 de janeiro
HR
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 13:26 | Terça feira, 10 de janeiro
Alto aí, proibir a maçonaria é o mesmo que proibir a ?
 
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quem não gostaria...
Jolitras (seguir utilizador), 1 ponto , 9:34 | Terça feira, 10 de janeiro
... de pertencer à maçonaria?

http://barbarraridades.bl...
 
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Uma questão de coerência.
alguemalgures (seguir utilizador), 1 ponto (Normal), 10:19 | Terça feira, 10 de janeiro
As recentes notícias sobre a Maçonaria e o seu "poder" sobre titulares de cargos públicos (políticos ou não) vem reacender a velha questão da profissionalização da política portuguesa.

A Maçonaria exerce tanto poder e influência sobre os órgãos decisores do Estado quanto o restrito número de escritórios de advogados associados de Lisboa e Porto, os quais na sua maioria são compostos por ex-políticos.

A política deveria ser exercida com absoluta isenção e transparência.

O poder político, assim como o judicial, policial e militar só o serão quando apenas e só exercerem a função para a qual foram eleitos ou nomeados.

Aquando do término das funções públicas (política, judicial, policial, hospitalar e militar, entre outras) as mesmas pessoas deveriam ter de ser obrigadas a cumprir um período de Nojo para assim poder trabalhar em empresas privadas.

O período de nojo já é uma prática corrente entre os privados.

E ninguém vê problema algum nisso. É só e apenas só uma medida de protecção para a empresa que fica sem esse colaborador. Assim garante que o mesmo não leva consigo informação privilegiada, secreta ou de extrema importância económica para as suas concorrentes.

Um titular de cargo público não pode ter a sua honra e ética comprometidas com qualquer tipo de associação, senão jamais conseguirá implementar e fazer cumprir as regras, leis dos serviços que administra.

A hipocrisia tem de parar.
 
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Calma
sacristão (seguir utilizador), 1 ponto , 10:21 | Terça feira, 10 de janeiro
Proibir a Maçonaria? Então e a Opus Dei?
 
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Que engraçado!!!
Olisipone (seguir utilizador), 1 ponto , 10:37 | Terça feira, 10 de janeiro
Ri a bandeiras despregadas com este texto!!!

A "Comadre da Opus" a defender a "Vizinha Maçónica"!!!

Podia ser uma rábula de Revista à portuguesa...!!!

Este Raposo não sabe nem nunca saberá o que é Democracia, que é visivelmente uma coisa de que ele não gosta por ser aberta e transparente. Era o mesmo que uma Igreja Católica Apostólica Romana sem hierarquias, sem segredos, e sem Papa. Compreendo que tenha dificuldade em entender isto.

A Liberdade, Igualdade e Fraternidade continuam a cheirar a enxôfre... para os narizes habituados ao cheiro dos confessionários, dos gabinetes fechados, e dos incensos.

Mas como a ignorância MATA, o Rapozeco esqueceu-se de que foi precisamente o Marquês que perseguiu os Jesuítas quem trouxe a Maçonaria para Portugal... et pour cause!!!

É no que dá só estar preocupado com os seus próprios telhados enquanto se faz de conta que também se está preocupado com os do vizinho...

Mais valia ter posto as barbas de molho... Ah, ah, ah!!!
 
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