26/05/2012 atualizado às 16:37

Professores: PS chumba suspensão da avaliação

A segunda tentativa do CDS-PP para suspender a avaliação dos professores voltou a ser chumbada pela maioria socialista.

12:46 Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares
Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares
Tiago Petinga/Lusa

A maioria parlamentar do PS (116 deputados) chumbou hoje o projecto do CDS-PP que pretendia suspender a avaliação dos professores. Ao lado dos centristas votou toda a oposição (PSD, PCP/PEV e BE) e ainda cinco deputados socialistas (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Júlia Caré, Eugénia Alho e a independente, Matilde Sousa Franco).

Os deputados do PS João Bernardo e Odete João apresentaram declarações de voto.

Esta foi a segunda tentativa do CDS-PP para suspender o processo de avaliação dos professores, depois de a 5 de Dezembro uma sua resolução no mesmo sentido apenas ter sido chumbada devido a ausência em plenário de 30 deputados do PSD.

Na votação a 5 de Dezembro, seis deputados do PS votaram ao lado da oposição e uma deputada socialista absteve-se. Hoje, da bancada do PS há a registar cinco votos contra, o que lhe garantiu vitória.

O deputado socialista, João bernardo, que tinha votado a favor da primeira vez, decidiu agora votar contra.

"A senhora ministra da Educação aceitou esse desafio e vai dar início a um processo negocial com os sindicatos, em que não só se vai construir, espero eu, um novo modelo de avaliação, mas também vai ser revisto o estatuto da carreira docente e o processo do professor titular", afirmou esta manhã à TSF.

Santos Silva antecipa "vitória"

Durante o debate que antecedeu a votação, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, chegou mesmo a prever a "vitória" da "agenda reformista do Governo" e a derrota do projecto do CDS-PP.

"A derrota do projecto do CDS será a vitória da agenda reformista do Governo. (...) Será a vitória dos deputados livres que não se deixam chantagear, daqueles que não estão na câmara corporativa a defender interesses profissionais, estão na Assembleia da República a defender os interesses dos portugueses", afirmou o governante.

O diploma do CDS-PP para suspender a avaliação dos professores previa a redução dos critérios, colocava a responsabilidade da avaliação nos conselhos executivos e pedagógicos, retirando-a dos professores titulares.

Este modelo vigoraria durante o ano lectivo em curso, ao mesmo tempo que se reiniciaria o processo legislativo para um modelo de avaliação diferente a vigorar a partir de 2010.

No debate, a que assistiu o líder da Fenprof, Mário Nogueira, o deputado do PSD Pedro Duarte criticou igualmente a atitude "belicista e hostil" de Santos Silva, acusando-o de fazer "uma espécie de comício" na Assembleia da República.

Do lado da maioria PS, um novo argumento contra a aprovação do projecto do CDS-PP: a deputada socialista Paula Barros defendeu que o diploma "é uma cópia desvirtuada" das normas já consagradas no decreto-regulamentar do Governo aprovado em 2009 e que visaram "a agilização do processo".

"Trata-se de puro oportunismo político", afirmou, acusando a bancada do CDS de "vender cicuta por uma taça de refrescante champanhe".

Apesar de discordarem com o modelo proposto pelo CDS-PP, PCP, BE e PEV disseram no debate que "o que está em causa" é a suspensão do processo, repetindo argumentos dos anteriores debates.

"O que está em causa é travar a obsessão e a prepotência do Governo PS", afirmou o deputado do PCP Miguel Tiago.

Sem resposta ficou uma pergunta da deputada do BE Cecília Honório: "O Governo vai punir ou castigar os milhares de professores que não entregaram os objectivos iniciais? E as escolas que suspenderam a avaliação"?, questionou.

Lusa
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COMEÇO A TER MUITAS DUVIDAS...!!!
4 DE DEZEMBRO (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:09 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Confesso que começo a interrogar-me da seriedade da Assembleia da República.

Hoje acabamos de assistir a uma ressonância de interesses e oportunismos de endoidecer.

Ao anunciar antecipadamente o resultado de uma eleição, o Ministro dos Assuntos Parlamentares passou um atestado de infantilidade a todos os deputados do PS. Gente sem vontade própria, parasitas, dependentes de um lugar que lhes retira indigência.

Paulo Portas no seu inconfundível oportunismo vergonhoso, propõe o voto de congratulação pela posse de Obama. O mesmo Paulo Portas de se pavoniou com Ramsfeld no forte e que quer expulsar imigrantes do país. Este oportunismo é próprio de quem não tem agenda política e vive como um catavento.

Os portugueses estão a ficar sem escolha.

Oxalá a Comunicação Social saiba dar expressão ao ruído silencioso da próxima abstenção.
 
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vitorif (seguir utilizador), 1 ponto , 15:36 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Interesses Corporativos.
ze da povoa (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:24 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Santos Silva tocou num aspecto muito importante que, infelizmente, é muito esquecido. Os deputados não foram eleitos para defender interesses corporativos, especialmente de classes ociosas que só querem ter direitos e não obrigações. Os deputados têm que defender, acima de tudo, os interesses do país. A sociedade portuguesa já percebeu o problema dos professores que dizem querer a avaliação, mas que tudo fazem para que a mesma não seja possível e a alternativa que apresentam não passa de uma auto-avaliação, um mero faz de conta igual ao que subsistiu durante anos.
 
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hg. (seguir utilizador), 1 ponto , 13:38 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Lógica??    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 14:00 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Lógica??    Ver comentário
hg. (seguir utilizador), 1 ponto , 14:27 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Interesses Corporativos.    Ver comentário
Pirilaika (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Interesses Corporativos.    Ver comentário
Afonso Henrique Cunh (seguir utilizador), 1 ponto , 15:12 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Interesses Corporativos.    Ver comentário
ze da povoa (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Vitória da democracia
George Rupp (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:34 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
A votação na AR foi uma vitória da democracia sobre o estado corporativo. Nesta situação de extremar de posições, a questão já não era sobre o actual modelo de avaliação, por mais criticável que seja, mas sim sobre a possibilidade de uma classe profissional, agindo de forma corporativista, mais uns sindicatos poderem vergar um governo com legitimidade democrática para legislar e agir. Agora chegou o momento de se voltar à mesa de negociações para melhorar o actual modelo a fim de se tornar mais justo e facilmente aplicável. Porém, o resultado final nunca poderá ser um sistema de auto-avaliação, onde ainda por cima todos poderão chegar ao topo da carreira. Isto seria um insulto a todas as outras profissões nas quais tal automatismo é obviamente impossível.
 
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FIRMEZA
ASPINA (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 13:46 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Apesar de toda a "chantagem" efectuada pelos Profs e suas organizações sindicais, o Parlamento e, sobretudo, a maioria manteve-se firme numa reforma mais que necessária. Os interesses do país estão bem acima dos interesses corporativos, mesmo que essa classe, a dos profs, tenha a força que tem junto dos média. Os Portugueses na generalidade, nesta questão, estão ao lado do Governo, não tenham dúvidas. Uma última palavra para deixar aqui o meu protesto, veemente, contra aqueles(profs) que, sem vergonha e sem pudor, utilizaram formas mais que vergonhosas para pressionarem os deputados, como aquela(e) que até desejou a um dos deputados que "tivesse um cancro" se não votasse a favor do projecto. Uma classe com gente desta, quem os pode acompanhar?
 
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a (des)avaliação
rebelo silva (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 15:23 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Em que ponto o interesse dos alunos e o da Educação,agora muito proclamados,têm que ver com o rol de reivindicações corporativas (baixa escandalosa no tempo de serviço,auto-avaliação e sabe-se lá que mais)?É evidente que nada,porque de há muito está patente um desígnio político fixado pelo PCP ao comissariado político encastrado nos sindicatos,visando a queda da Ministra e" per cause "a do Governo.A isto junta-se "a carneirada"parlamentar useira em não deixar as oportunidades por mãos alheias indiferentes ao que a opinião pública pensa sobre o assunto que não é lisongeira para os ilustres representantes.Mais se agrega o professorado ciente de que nada lhe acontece mas na esperança de que nos rescaldos da refrega sempre podem escorrer mais umas quantas regalias sem cuidar do bolso dos contribuintes fartos e refartos de verem tão mal parados os seus impostos e que ainda não viram qualquer resultado global significativo para a tal melhoria educacional.E quanto ao Alegre,que se dedique mais à versalhada e à vida rural,que o peditório para ele e comparsas já acabou.
 
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Socialistas empanturrados em hipocrisias!
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 13:40 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Seria uma boa oportunidade
para o Parlamento decidir,
uma avaliação repleta de imoralidade
que não merece subsistir!

Os deputados socialistas,
por pura teimosia,
abarrotam visões moralistas
empanturrados em hipocrisia!

(ameijoafresca.blogspot.com)
 
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Vamos avaliar os deputados
garito (seguir utilizador), 1 ponto , 13:48 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Só seria possivél com uma escala de valores negativos
 
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oposições e oportunismos
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 13:58 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Diz-se muito que o PS é prepotente, mas é um partido onde cinco deputados levantaram a voz contra a linha do partido.
Em nenhum dos outros quadrantes da oposição alguém se atreveu a contrariar a linha do seu partido.
Se o tema era quente, era quente para os dois lados. Um pregam a liberdade, outros aplicam a liberdade.
 
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    Zita Seabra    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 17:58 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Mário Nogueira
nortagus (seguir utilizador), 1 ponto , 14:40 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Não se cansa de ir à AR, cada vez que há uma votação, que possa ser vantajosa, para a "sua" luta. MN já percebeu que não tem hipóteses e só espera por um "milagre". É altura dos snrs. professores continuarem a trabalhar. Respeitarem os procedimentos das hierarquias. Uma coisa é certa: Têm os ordenados garantidos. A mesma coisa não acontece, agora, com outros trabalhadores. Respeitem os alunos, pais e contribuintes. VÃO TRABALHAR !
 
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    Re: Mário Nogueira    Ver comentário
nortagus (seguir utilizador), 1 ponto , 15:01 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re TU    Ver comentário
Mór Daky (seguir utilizador), 1 ponto , 15:28 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    o grande equívoco    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 15:39 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Educação moribunda
ameijoafresca (seguir utilizador), 1 ponto , 14:50 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
A educação moribunda,
reflectindo o atraso nacional,
tamanha tem sido a “desbunda”
na política governamental.

Este jardim rosado,
com tão deliciosa fragrância,
tem sido desgovernado
pela “socialista” militância.

(ameijoafresca.blogspot.com)
 
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    PS acorda os refastelados nesse "jardim rosado".    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 15:18 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
OS DESTINATÁRIOS
Ci (seguir utilizador), 1 ponto , 14:54 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Congratulo-me com o facto de ter sido "chumbada" a proposta. As campanhas para o voto favorável serviram-se, em muitos casos, de "chamar" a si parceiros que sempre foam depreciados.
Não, não estou a querer dizer que os professores não querem ser avaliados. Mas a soluçao transitória (até quando?) deixa muto a desejar. Nem todos sabem, nem todos conseguem ser objectivos.
Um voto: pensem, em primeiríssimo lugar e, acima de tudo, nos alunos, na EDUCAÇÃO!
São mas importantes os destinatários do que as caixas de correio, digo eu.
 
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Avaliar
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 14:57 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
A Reforma do Ensino e a avaliação.
Nós todos temos que entender que esta 'avaliação', faz parte de uma reforma do sistema educativo que pretende alcançar o objectivo estatistico de em PT deixar de haver gente sem 'formação'. Para isso se deliniou a política educativa do governo: 1.nomeação da ME e equipa; 2.'novas oportunidades';3.nivelar por baixo, exames de baixo nível (passar idiotas); 4.programas de ensino de baixo nível;5.aparentar trabalho (borucracia);e 6.professores avaliados pelo número de alunos aprovados;6a.disfarçar a questão com muita papelada e muita gente envolvida; 7.criar e manobrar organizaçõesde páis (bem pagas) para apoio da política; etc....
Podiamos continuar, mas nem há espaço aqui nos comentários para tal,há que contar com a inteligência dos PTs, onde que cada vez se encontra mais dificuldade, pois são eles os PTs que elegem estes deputados, este governo, etc.. E é exactamente deste tipo de PTs que este tipo de governos e deputados necessitam. O que os assusta é os professores quererem formar gente mais qualificada, que melhor compreendam a situação política e económica do país (perdiam os votos!). Assusta deputados e governo, que os professores queiram ser avaliados por ensinarem e formam cidadãos dignos e capazes...
Que não se compreenda a questão, manter a boçalidade da vida política, os cidadãos na idiotice é o principal objectivo de quem nos governa!
 
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    Fora da realidade    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 15:28 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Fora da realidade    Ver comentário
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 15:48 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Fora da realidade    Ver comentário
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 16:02 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
    Re: Fora da realidade    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 18:56 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
A avaliação no Parlamento
Lobocastanho (seguir utilizador), 1 ponto , 15:08 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Eu, questiono se esta tomada posição pela 3ª vez no parlamento é ou não é politica! Entendo que é uma posição política, sempre foi política, desde que os sindicatos na negociação com o patronato terem sempre a flexão de ver as coisas só para o seu lado. Esta posição dos sindicatos se deve, única e exclusiva por ter nos quadros sócios de uma elite favorecida. Elite essa que se esquecem que são os trabalhadores que tem mais oportunidades favoráveis de sobreviver neste momento no contexto de crise. Por outro lado, esquecem-se redondamente que "TODOS OUTROS OS TRABALHADORES SÃO AVALIADOS HORA A HORA". Hoje dizem que o que está mal é o modelo e a forma como são avaliados, etc, etc. Não é o modelo mas, o factor de privilégios adquiridos que não querem perder. Esquecem-se que são (trabalhadores privilegiados) nesta sociedade portuguesas em que a maior parte estão a ser sacrificados e tem haver num país com direitos igual para igual, conforme estão consagrados na constituição. Todos tem direito e deveres no trabalho e nas oportunidades, de quererem ser ou não. Não pode haver tanta mesquinhes, chafurdar, tantas voltas aos textos (aqui são hábeis), pois os outros, "povo" sabe bem que eles, no fundo querem ver se conseguem ser todos avaliados por cima. Há bons e maus como em toda a parte por isso e só isso, não se devem subtrair da condição que são; Trabalhadores por conta outrem. A culpa disto tudo volto a referir é dos sindicatos que não tem categoria para discutir propostas
 
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Manter o povo na imbecilidade
vasil (seguir utilizador), 1 ponto , 15:17 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
Com um povo imbecil, em terra de cegos quem tem olho é rei. Há muito que a política em PT funciona assim. Manter o Povo imbecil a fim de melhor manobrar...
Infelizmente, os tempos modernos têm-nos ensinado que uma população de imbecis só anda para trás, como é o caso de Portugal. Os políticos, oportunistas, dizem depois aos imbecis, então temos uma população sem qualificação, ou as suas qualificações não são as adequadas, é preciso mais dinheiro para nós os 'formarmos', preparando-os apenas para enfiar a porca no parafuso, não é preciso mais!
Os imbecis, idiotas, etc., então, com o mesmo direito ao voto que todos os outros, vão então votar nos seus pares, que como compadres dos oportunistas lhes dizem sempre amen...
 
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    Re: Manter o povo na imbecilidade    Ver comentário
Ribeiros da Várzea (seguir utilizador), 1 ponto , 10:00 | Domingo, 25 de janeiro de 2009
é muito importante obedecer ao Führer
B l u e S k y (seguir utilizador), 1 ponto , 15:41 | Sexta feira, 23 de janeiro de 2009
as maiorias mandam
 
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