20 de abril de 2014 às 17:39
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Processo Relvas seria impossível numa universidade pública

Presidente do Conselho de Reitores afirmou hoje que numa universidade pública jamais um aluno ficaria licenciado fazendo apenas algumas cadeiras.
António Rendas, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas António Rendas, presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas

O presidente do Conselho de Reitores garantiu hoje que seria impossível numa universidade pública obter uma licenciatura fazendo apenas algumas cadeiras, numa referência clara ao polémico processo de Miguel Relvas na Lusófona.

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"Acho que é uma situação que não se põe nas universidades públicas", afirmou António Rendas na RTP assegurando ainda que não existem casos semelhantes numa universidade do Estado.

"Como eu costumo dizer, é uma questão de a pessoa levantar-se de manhã, olhar-se no espelho e dizer que está a cumprir o seu papel", acrescentou Rendas, rematando: "É uma situação que nas universidades públicas de forma nenhuma se pode pôr".

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Numa universidade pública ou numa privada...
... com um mínimo de prestígio e estas também não são assim tão poucas.

Quando me iniciei a minha licenciatura na UCP de Lisboa não havia a época de exames de Setembro e quem reprovasse a uma cadeira por três vezes era excluído do curso (no melhor dos cenários teria de o terminar no Porto, pois nem equivalência existia para o público). O acesso dependia de bons resultados nos exames de admissão e tinha exames orais a todas as cadeiras anuais.

Mas, também, reconheço que para ensinar Direito bastam professores, salas e livros. Queria ver o que o Miguelito faria para se licenciar em Medicina.
Quando iniciei e não quando me iniciei Ver comentário
Na Escola Nacional de Saúde Pública... espreitem! Ver comentário
20 anos a fazer sexo dão quantos créditos? Ver comentário
Re: 20 anos a fazer sexo dão quantos créditos? Ver comentário
Obrigada Pedro, até me vou deitar na «Relva» Ver comentário
Re: Obrigada Pedro, até me vou deitar na «Relva» Ver comentário
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Concluindo... O sistema político português... Ver comentário
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O reitor Rendas quer mais dinheiro Ver comentário
E? Ver comentário
Re: Dr. Águiadois, licenciado em Ciências Ocultas! Ver comentário
Re: Dr. Águiadois, licenciado em Ciências Ocultas! Ver comentário
Re: Dr. Águiadois, licenciado em Ciências Ocultas! Ver comentário
Re: Dr. Águiadois, licenciado em Ciências Ocultas! Ver comentário
Não diga asneiras!!!!! Ver comentário
Dr. Águiadois"Filho de catedrático,catedrático ser Ver comentário
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A Universidade da Tugalândia
Já aqui comentei por diversas vezes, q devemos defender o ensino público de todas as formas possíveis, seja ele o ensino universitário ou mesmo o secundário. Tanto pela qualidade do q ali é ministrado, mas acima de tudo pela verdade do q ali se passa. E esta última questão não pode ser posta de lado, porque é um pilar da cidadania.
Tb é verdade q nem tudo no ensino público é recomendável, pois criaram-se por aí muitos cursos q só servem para encher chouriços.
Com excepção da Universidade Católica, q procura um ensino assente na qualidade cientifica ministrada, porventura a Universidade Lusiada caminhará por essa via, mas mesmo essa também tem histórias mal contadas, o resto são Universidades criadas para produzir Relvas de toda a espécie.
Elas são um subproduto dos partidos, assente no negócio dos canudos, para gente q nunca teve pedalada para sentar o cu numa sala de aula de uma Universidade Pública.
Basta ver quais são as notas de ingresso no ensino superior em algumas Universidades, especialmente cursos com elevado potencial de empregabilidade, e as notas de ingresso nas privadas.
Mas o + grave, nesta mentira continuada em q se tornou parte do ensino superior TUGA, com o apoio dos PSD's, PS's e CDS's, é meninos entrarem com média final de 11 valores do secundário, no ensino superior privado, saindo de lá no final do Curso com 17 valores. Os do público entram com 16 valores e a maioria das vezes esfalfam-se todos para sairem de lá com a mesma nota.
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Caro Runaldinho... Ver comentário
Isso era limpinho
Todos os anos, sem excepção alguma, tenho de avaliar vários processos de equivalências e não são raras as situações em que estas não são atribuídas por não cumprirem requisitos programáticos.

Se o processo do SR. Relvas me passasse pelas mãos, teria sido liminarmente recusado no que diz respeito à maior parte das cadeiras a que pediu equivalência.

Ando eu (ou antes, o sistema) a exigir evidências de competências técnicas e científicas aos alunos do ensino superior, para depois estes paspalhos obterem equivalências à custa de uma presidência da assembleia geral de um rancho folclórico?

Mas que país é este?

PALHAÇOS!
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Porra !!! Onde estão os bons em Portugal?

“O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.(Martin Luther King)

Porra !!! Onde estão os bons em Portugal?

Remeteram-se ao silêncio ou se contentam com algumas poucas medalhas que os presidentes de Portugal contumam a distribuir em dia de festa?

Os turbo-alunos “filhos” dos turbo-professores
O título tem a ver com os turbo-professores que, há uns anitos, “corriam” de “universidade” em “universidade”, afiambrando uns paleios de circunstância, na meritória tarefa de “encanudar” a rapaziada.

Sobre o Relvas nada digo, pois já se disse tudo e, quem ainda tiver algo a dizer, basta ir defronte do Parlamento, ao patriótico encontro semanal: “Relvas vai estudar”

O que penso ser um erro. A palavra de ordem deveria ser: “Relvas vai fazer exames” – Porque nada garante que o homem não tenha estudado. Muitos, fazem-no com afinco sentados na sanita.

Razão – contra a opinião das pessoas mais revolucionárias e democrático/esclarecidas da praça – para o tempo nas aulas ser irrelevante e, obrigar os “Relvas” cá da terra, a mostrarem à malta provas, com resultados públicos, pois a Sociedade que lhes concede o canudo, tem o direito de conhecer se o benificiário tem “crédito” para tal.

PS. Antes de ser zurzido por comentadores picuinhas, declaro que quando escrevo: não obrigatoriedade de ir às aulas, não me refiro às práticas, mas às de “perlapier”… o caso do Relvas
Re: Os turbo-alunos “filhos” dos turbo-professores Ver comentário
Nem universidade, nem politécnico
Nem nas universidades públicas, nem nos institutos politécnicos isso seria possível, mas a verdade é que, sei do que falo fui por isso prejudicado em concurso, existem muitas licenciaturas de aviário que serviram para os afilhados do poder singrarem na AP e isso não se repara.
OUÇAM O RELVAS ...
Fiu, fiu, fiu,fiu,fiu,fiu, fiu fiu fiu fiu ...

A assobiar para o lado ....

Vai estudar, Relvas !!!
Quanto ganha o reitor?Quer mais dinheiro!
Claro que quer mais dinheiro,ele e os outros colegas,em dia que o Governo reduziu 2% aos orçamentos.Só que este sr reitor não falou das mordomias,negócios e outras alcavalas que colocam hoje as Universidades públicas ao serviço de interesses privados.Ai sr reitor,você quer mesmo ser é dirigente partidàrio.Candidate-se.
Lamento, vou ser politicamente incorrecto
Há anos que se sabe que só vão para as privadas (salvo raríssimas excepções, como a Católica) os meninos que não tiveram notas para entrar nas públicas.

Há anos que, nos empregos, se franze um pouco o nariz a quem vem das privadas - lamento, é a realidade. São vistos um pouco como "só conseguiste o canudo porque o teu pai tinha dinheiro."
E podem ter a certeza que, a não haver outro critério, se escolhe 1º o licenciado da pública.

Se o descrédito das privadas já existia, o Relvas conseguiu o que Ministérios e Conselhos de Reitores até agora não tinham conseguido: desacreditar totalmente as privadas no mercado de trabalho.

Só lamento pelos alunos que tenham ido de boa fé. Estava na altura da tristemente célebre Lusíada se retratar e poupar alguns dos inocentes.
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Não digam isso, porque os ultras vendilhões da
Pátria ainda privatizam todas as Universidades públicas...Esses gajos são capazes de tudo....
processo-relvas-seria-impossivel-numa-universidade
Deixo em baixo o vídeo da entrevista.

viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/07/miguel-relvas-o-novo-papa.html
!
E seria sempre impossível num país a sério!
Reparem na desfaçatez destes dois aldrabões
www.youtube.com/watch?v=1iEU6dk0Gyg
Processo de Bolonha
Não entendo este reitor, ORA se a licenciatura foi obtida porque o processo de Bolonha assim permitia ONDE está a diferença do Publico e do Privado?
Quando o Mariano gago assinou e fez aprovar o Processo, foi com intenções discriminatórias?
Meu Deus tudo serve para que se dar nas vistas e assim poderem deixarem o anonimato.
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Universidades.....
.... públicas e privadas, mas alguém desconhece as diferenças?

É claro que as segundas apareceram para fazer face ao cada vez maior número de candidatos que, em face da selecção resultante da média obtida no secundário, não conseguiam entrar nas públicas.

Assim, o negócio foi fantástico para muitos paizinhos com dinheiro e que queriam os filhos doutores, srvindo na perfeição também a muitos politicos sem escrúpulos, de que Relvas é exemplo máximo (o Sócrates ainda era bacharel).

Querem testar isto?

Perguntem às empresas onde vão buscar os seus quadros......

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