26/05/2012 atualizado às 16:13
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Os cinco principais riscos para 2012

Treze académicos e analistas ouvidos pelo Expresso em vários pontos do mundo coincidem num ponto - 2012, o ano do Dragão, segundo o zodíaco chinês, tem demasiadas incógnitas para previsões sólidas.

Jorge Nascimento Rodrigues (www.expresso.pt)
17:43 Segunda feira, 2 de janeiro de 2012

Para o zodíaco chinês, 2012 é o ano do Dragão de água. Um personagem mitológico carregado de sucesso e de sorte, mas totalmente imprevisível e arriscando stresse excessivo. Ora, incerteza e picos de stresse é o que parece não faltar no próximo ano, segundo os treze académicos e analistas ouvidos pelo Expresso em pontos bem diferentes do planeta.

Previsões sólidas foram difíceis de arrancar. Os temas de preocupação são consensuais - crise do euro, Estados Unidos, China, bomba ao retardador dos desequilíbrios mundiais entre países excedentários e deficitários, e zonas de alto risco de conflito militar com impacto económico global -, mas o resultado final é uma interrogação.

O pano de fundo continua o mesmo - a convergência de uma crise financeira e económica de que já não havia memória desde os anos 1930 com uma nova fase da globalização que, desde os anos 1990, catapultou para a ribalta novos protagonistas na geoeconomia e na geopolítica.

Euro: ou vai ou racha


A crise do euro é o tema que mais opiniões atrai. O primeiro semestre de 2012 parece ser crítico sobre a sua sorte. Dois países com peso surgem na ribalta: Itália e França. Globalmente, os países do euro terão de refinanciar 1 bilião de euros de dívida ao longo do ano. Os bancos da zona euro, só no primeiro semestre, terão de pagar €665 mil milhões de dívida que vence. 

A Itália terá de se refinanciar em €440 mil milhões, sem contar com novas emissões de dívida, segundo o Departamento do Tesouro em Roma. "Só em março serão 200 mil milhões. O meu medo é que as condições de mercado fiquem fora de controlo, dada a inabilidade dos governos da zona euro. Se os juros dos títulos italianos galgam os 8%, podem tornar-se altamente voláteis e atingir níveis inimagináveis há uns meses atrás", refere-nos Diego Valiante,  chefe de investigação no European Capital Markets Institute em Bruxelas. Valiante fala da Itália ser o ponto fraco do refinanciamento europeu em 2012 e de poder ser a surpresa desagradável do ano - o "cisne negro".

A hipótese de um incumprimento temporário, e nomeadamente doméstico (60% da dívida soberana é detida por italianos), não é descartada. Fabrizio Goria, editor do jornal financeiro Linkiesta, é mesmo mais radical: "A Itália vai necessitar de uma re-estruturação da dívida. Não é demasiado grande para falir - é demasiado grande para resgatar. O Fundo Europeu de Estabilização Financeira não é solução e o novo Mecanismo de Estabilização Europeu pode não chegar a tempo". Por isso, Hugo Dixon, editor do Reuters Breakingviews, em Londres, acha que a "Itália vai recorrer ao Fundo Monetário Internacional". Constantin Gurdgiev, um professor russo a lecionar no Trinity College, em Dublin, arrisca mesmo: "Itália pode ser um cisne negro na zona euro".

Por seu lado, a França "vai perder a sua notação de triplo A", diz-nos Fabrice Pelosi, editor financeiro do Yahoo! Finance, em Paris. O resultado será uma campanha eleitoral para as presidenciais em abril e maio renhida, com um disparo da extrema-direita. Os resultados destas eleições são ainda uma incógnita, mas Pelosi espera "um novo plano de austeridade, o aumento do desemprego e o levantar de voo dos juros nos mercados de dívida". Os resultados em França poderão, ainda, ter outra consequência: o colapso do eixo Merkozy (formado pela chanceler alemã Merkel e pelo atual presidente francês Nicolas Sarkozy). O hexágono gaulês vai ter de se refinanciar em €300 mil milhões de dívida que vence acrescidos de mais 100 mil milhões derivados do défice previsto para 2012.

A crise do euro abre, no entanto, oportunidades para os "de fora", diz o consultor indiano Ashutosh Sheshabalaya, responsável pela IndiaAdvisory, que reparte o seu tempo entre a Índia, Bélgica e Portugal. "Biliões de ativos europeus - excluindo os alemães - 'aflitos" serão apetitosos para os grupos financeiros ingleses e norte-americanos, para os conglomerados indianos e capitais chineses", afirma.

Olhada da Austrália, a crise do euro poderá desencadear "uma cadeia de acontecimentos", diz-nos Bill Lucarelli, professor na Universidade de Sidney. Um dos riscos é uma "escalada" da crise. "Se as atuais políticas de austeridade continuarem, é possível que os países periféricos deficitários entrem numa fase prolongada de deflação da dívida. Uma cascata de incumprimentos poderá vir a seguir a este processo acumulado de estagnação e declínio. Nestas circunstâncias extremas, a política monetária torna-se ineficaz e caímos numa situação similar à japonesa nas últimas décadas", sublinha o professor australiano.

O emagrecimento da zona euro é um cenário que deve ser considerado "realista", apesar do salto em frente que se pretende dar com o "compacto orçamental", dizem vários dos entrevistados. Michael Pettis, a partir de Beijing, é particularmente crítico: "A Alemanha não dá mostras de compreender o seu papel nesta crise" e há limites para a aceitação política da terapia de choque nos periféricos, pelo que vários países membros poderão "congelar os depósitos bancários e implorarem o processo de saída do euro", diz o professor de Finanças da Escola de Gestão Guanghua da Universidade de Beijing. 

No entanto, a contra corrente, o finlandês Paavo Okko, professor da Universidade de Turku, acha que não haverá mais incumprimentos, mas apenas "alguns picos nos juros". A própria saída do euro por parte da Grécia não lhe parece que ocorra em 2012. Hugo Dixon é, também, de opinião que não haverá saídas do euro.

O custo de saídas individuais do euro, e mesmo da desintegração da zona euro, é muito elevado, sem dúvida, refere o alemão Ansgar Belke, da Universidade de Duisburg-Essen, mas "pode chegar o momento em que apenas um pequeno choque adicional é suficiente para forçar o colapso de toda a união monetária". Isso pode acontecer se o "limiar de dor" for alcançado por vários países da zona após um período de austeridade dolorosa e altos níveis de desemprego.

A possibilidade de períodos de "transição dual" durante 3 a 5 anos, com o euro e o regresso a uma moeda nacional lado a lado na contabilidade de empresas e de bancos de países da zona euro, é uma hipótese levantada por Sheshabalaya e por Gurdgiev, no caso de vários países abandonarem a moeda única em 2012.

EUA: intermitência do incumprimento


"Podem ocorrer momentos de incumprimento seletivo a cada dois meses até às eleições em novembro", diz Peter Cohan, que vê a luta política pré-eleitoral como o real problema norte-americano, podendo criar situações de crise aguda como em agosto de 2011. O que conduziu ao corte de notação triplo A no verão passado pela agência Standard & Poor's.

A economia real está muito melhor do que a imagem que é dada diariamente dos EUA, sublinha o analista de Boston. Em 2011 atingiram-se lucros recorde. E Cohan espera que em 2012 tais lucros sejam inclusive na ordem de dois dígitos e que a economia americana possa crescer 3%. Bob Eisenbeis, da consultora de investimentos norte-americana Cumberland Advisors, coloca a culpa no "comportamento disfuncional dos políticos em DC que não mostra sinais de mudança". Mas não crê que um novo corte de notação da dívida dos EUA, colocando-a abaixo do atual AA+ atribuído pela Standard & Poor's, se venha a verificar no próximo ano.

Por outro lado, como sublinha Constantin Gurdgiev, a predominância da China e do Médio Oriente na procura dos títulos do Tesouro norte-americanos vai acentuar-se. Os dois protagonistas terão a última palavra sobre o "imperialismo baseado na dívida" da superpotência, como o professor americano Michael Hudson baptizou a projecção global norte-americana desde os anos 1970. O que, também, tem outra implicação: o que quer que aconteça, de negativo, nesses espaços terá efeitos drásticos em Washington DC.

China: uma enorme interrogação


O principal desafio da China continua a ser domar o sobreaquecimento da economia e evitar um estoiro da "bolha" imobiliária, bem como fazer a transição para um novo modelo económico menos mercantilista (até aqui apostado nas exportações e na moeda desvalorizada artificialmente) e mais consumista internamente, já aprovado em março com o plano quinquenal 2011-2015. Um momento alto dessa transição será a eleição de uma nova liderança do Partido Comunista da China no 18º Congresso no outono.

Mas Michael Pettis, a partir de Beijing, tem dúvidas: "A China não conseguirá ainda concluir o seu debate interno sobre os passos a dar para reequilibrar a sua economia. Por isso, as taxas de crescimento continuarão elevadas, na ordem dos 7 a 8%. No entanto, os níveis de dívida dispararão, o suficiente para alarmar o mundo".

Além da projeção externa dos seus capitais, a China está apostada na afirmação internacional do yuan, a moeda chinesa. O recente acordo com o Japão encorajando as trocas comerciais a realizarem-se nas moedas respetivas, e não no dólar, é significativo de uma mudança de posição geopolítica que em 2012 poderá acentuar-se. A China é a segunda maior economia do mundo e o Japão a terceira - o simbolismo desta decisão é mais do que óbvio.

Repetição de 1937: uma hipótese não académica


O ano de 1937 ficou batizado, durante a Grande Depressão do início do século passado, como o do double-dip, ou recaída na recessão. O australiano Bill Lucarelli acha que pode repetir-se o mesmo padrão de então. Ele adianta que os desequilíbrios mundiais entre países excedentários e deficitários estão a avolumar-se e que a "paz" atual pode romper-se de um momento para o outro. Lucarelli usa a expressão de "balança do terror financeiro", cunhada por Larry Summers, ex-secretário do Tesouro de Bill Clinton, em 2004, para caracterizar a situação de alto risco em que se vive.

Apesar das previsões de um crescimento mundial na ordem dos 3,6%, "o mito de que o mundo emergente se separou dos problemas da crise dos desenvolvidos poderá morrer em 2012", alvitra Michael Pettis. O resultado será um declínio abrupto do crescimento nessa parte do mundo que tem servido de motor desde o início do século, o que implicaria um cenário temível de sincronização do abrandamento em diversas geografias.

No entanto, o australiano Peter Drysdale acha que "as economias asiáticas emergentes ainda estão numa posição forte". "O potencial de crescimento permanece elevado. Isso não mudou com a crise mundial", refere o professor da Crawford School of Economics and Government da Universidade da Austrália, em Camberra. E recorda o caso do Japão entre as duas guerras mundiais do século XX que, apesar dos múltiplos choques que sofreu, cresceu, em termos reais, a mais de 4% ao ano, um nível excecional para os padrões da época. Recorde-se que os EUA, na década de 1930, cresceram, em média, 1,3%.

Na própria zona euro, o intervalo de variação pode ser significativo, diz Paavo Okko, entre a estagnação e uma recessão de 2% em média em toda a União Europeia, se a crise da dívida se agravar. "Em alguns países, 5% de quebra", parece-lhe provável e a assimetria pode acentuar-se, com países mantendo níveis de crescimento, como a Alemanha e os Nórdicos, face a largas manchas continentais de recessão e depressão.

Vários paióis geopolíticos


A par da luta pela hegemonia dentro da União Europeia e do crescente radicalismo dentro do Congresso norte-americano, há vários pontos do mundo à espera de um fósforo. O "Global FX Outlook 2012" da consultora Nomura fala em 10. Qualquer um deles tem carga suficiente para "sacudir os mercados".

A principal preocupação do analista Peter Cohan é um potencial conflito entre Israel e o Irão e o bloqueio do estreito de Ormuz, com os impactos que pode ter nos circuitos logísticos do petróleo e no seu preço, bem como no conflito mais generalizado que pode incendiar.

Mas surpresas podem acontecer, também, na Ásia - não faltam braseiros potenciais.

Para o australiano Peter Drysdale a "maior incerteza é saber qual vai ser a resposta americana, e em menor grau europeia, à China". Uma "ressaca" psicológica em 2012, com um ressentimento antichinês, particularmente nos EUA, poderá ser contraproducente, conclui.

 

Versão ampliada do artigo publicado na edição impressa de 30 de dezembro de 2011

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REESTRUTURAÇÃO POLITICA , JÁ!!!
germano miranda (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 19:37 | Segunda feira, 2 de janeiro
Estes politicos portugueses não vêm que falta a grande reestruturação politica?
Aqui ninguem fala em politicos a ganhar mensalmente dos cofres do estado muito para além do 20.000 VINTE MIL EUROS mensais!
O vencimento não é este, mas o que realmente recebem ao fim do mês quase sempre ultrapassa isto!
Fora telemóveis cartões de crédito e imensa mordomias tais com auto estradas e scuts de borla!
UMA VERGONHA!!!
PARA QUANDO ESTA REESTRUTURAÇÃO???
 
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E os nossos 5
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 23:28 | Segunda feira, 2 de janeiro
principais riscos são:

1. Que o Álvaro continue ministro da Economia.

2. Que o Álvaro continue ministro do Trabalho.

3. Que o Álvaro continue ministro da Obras Públicas

4. Que o Álvaro continue a não pensar voltar para o Canadá.

5. Que o Álvaro continue a pensar que está a escrever livros.
 
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    Re: E os nossos 5    Ver comentário
argala (seguir utilizador), 1 ponto , 0:52 | Terça feira, 3 de janeiro
    Re: E os nossos 5    Ver comentário
loiraburra (seguir utilizador), 1 ponto , 14:22 | Terça feira, 3 de janeiro
O que traz 2012..
Alquimister (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 8:58 | Terça feira, 3 de janeiro
Muito simples ...continuaremos a ver este sistema a desmembrar-se é o fim de um sistema. Tudo na vida tem um princípio, e um fim, cabe a cada um saber como vai encarar a perda de poder, a perda da virilidade, etccc.
Todos os que têm voz pertencem ao mesmo caldinho e por isto mudam-se as formas de fazer politica mas as causas dos problemas continuam os mesmos.
Enquanto não perceberem que a Europa está doente, que a Europa não conseguiu transcender as suas arrogancias, a sua falta de humildade e caminhar sem Medos para a um novo paradigma social mais justo, aonde todos os Países teriam as mesmas condições de vida, os mesmos salários, os mesmos acessos a saúde e a educação isto sim seria um nivelamento que daria um novo folgo a quem realmente produz e faz a economia crescer.
Devemos em Portugal ser corajosos e inovadores em todos os sentidos, devemos ter a capacidade de ouvir os outros que pensam de uma perpspectiva diferente, devemos ter a capacidade de formar e criar novas formas de governação.
A piramide de lideres deve partir das autarquias,freguesias,etc, e só aqueles mais abnegados que trabalham em prol dos outros, devem chegar ao top da piramide.
O sistema actual esta todo prevertido e apenas a servir a visão dos partidos que de uma forma ou outra tomaram o poder.A própria história os fará cair, tal como cairam os grandes impérios da historia da humanidade.
faça-se luz
 
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    Re: O que traz 2012..    Ver comentário
ZedaBola (seguir utilizador), 1 ponto , 9:57 | Terça feira, 3 de janeiro
    Re: Triiiimm!!!    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 1 ponto , 11:29 | Terça feira, 3 de janeiro
    Facto e factos    Ver comentário
Alquimister (seguir utilizador), 1 ponto , 14:42 | Terça feira, 3 de janeiro
Ano de certezas, o 2012
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 18:25 | Segunda feira, 2 de janeiro
Mais miseria,
mais desemprego,
mais guerras,
mais corrupção, mais drog, mais manipulação da opinião publica.

mais concentração de riqueza.

Mais hipocrisia

abundancia de fala-baratos nas FVs.
 
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    Re: Ano de certezas, o 2012    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 18:32 | Segunda feira, 2 de janeiro
    Re: Ano de certezas, o 2012. sim    Ver comentário
bivolta (seguir utilizador), 2 pontos , 23:07 | Segunda feira, 2 de janeiro
    Re: Ano de certezas, o 2012. sim    Ver comentário
Franco5612 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:52 | Terça feira, 3 de janeiro
    Re: Ano de certezas, o 2012. sim    Ver comentário
bivolta (seguir utilizador), 1 ponto , 9:43 | Terça feira, 3 de janeiro
    Re: Ano de certezas, o 2012. sim    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Terça feira, 3 de janeiro
Solução para a crise
pagil (seguir utilizador), 1 ponto , 18:43 | Segunda feira, 2 de janeiro
Quem trabalha não tem tempo nem para ganhar nem para gastar dinheiro, logo mais trabalho e menos salário é a solução!
 
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Parabéns
Gundi (seguir utilizador), 1 ponto , 22:32 | Segunda feira, 2 de janeiro
Excelente artigo - este é o tipo de trabalhos que se espera encontrar no Expresso. Parabéns!
 
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    Re: Parabéns    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 9:10 | Terça feira, 3 de janeiro
Mais um cenário negro
ManuelCutileiro (seguir utilizador), 1 ponto , 22:34 | Segunda feira, 2 de janeiro
Os Economistas Love It!!!!
 
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neoliberais de merda
jose carlos silva (seguir utilizador), 1 ponto , 23:19 | Segunda feira, 2 de janeiro
Que risco-qual carapuça. Os riscos são para aqueles que sorrateiramente foram alargando a zona euro a Países sem capacidades de competirem com economias fortes. Provavelmente julgavam que iriam explorar esses Países toda a vida! Subestimaram grandes economias como a da China. Acabou-se o reinado da França e da Alemanha. Deixem os Chineses criar redes comerciais na Europa e no mundo e verão os resultados! Os europeus hão-de comer na mão deles. E é se querem sobreviver.
 
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Ironia ou verdade?
Franco5612 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:28 | Terça feira, 3 de janeiro


Como só uma letra pode definir uma época....
Portugal, desde o séc. XX, tem estado sujeito a dois lemas:
No Estado Novo (1926-1974), o lema era:

"Deus, Pátria e Família!"

Na democracia, por espantoso que possa parecer, o lema tem sido
praticamente igual, apenas aumentou... uma letra.
De facto, o lema actual que Portugal segue, é:

"Adeus, Pátria e Família!"
 
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Mais prática e menos profecias!
Franco5612 (seguir utilizador), 1 ponto , 0:41 | Terça feira, 3 de janeiro
De bruxos, mitológicos, adivinhos e deuses estamos nós fartos...

Precisamos é de governantes sérios e competentes e não esta leva de incompetentes e oportunistas que estão a vender a dignidade dos portugueses e o território às parcelas

A continuar assim mais vele por um anúncio - TRESPASSA-SE para qualquer ramo

O Soares dos Santos da Jerónimo Martins já deu o primeiro passo!

O último a sair que apague a luz e feche a porta!
 
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    Re: Mais prática e menos profecias!    Ver comentário
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 9:06 | Terça feira, 3 de janeiro
    Re: Mais prática e menos profecias!    Ver comentário
Franco5612 (seguir utilizador), 2 pontos , 11:26 | Terça feira, 3 de janeiro
O mundo, um barril de pólvora.
Mensagero (seguir utilizador), 1 ponto , 9:13 | Terça feira, 3 de janeiro
Ficamos a saber que o mundo está em ebulição e que o futuro depende da capacidade de alguns políticos serem ou não capazes de serem estadistas e tomarem as medidas certas. Sabemos que políticos há muitos, estadistas é que nem por isso. Para mim, que gosto da política internacional, estou deveras preocupado com o braço de ferro que opõe o ocidente ao Irão, que pode começar com o conflito entre o Irão e Israel, passando pela interdição do estreito de Ormuz, com as impensáveis repercussões económicas a nível mundial.
 
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    Re: O mundo, um barril de pólvora.    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 1 ponto , 11:33 | Terça feira, 3 de janeiro
Interessante passeio pelo mundo fora
Zé das Tortas (seguir utilizador), 1 ponto , 11:13 | Terça feira, 3 de janeiro
Apenas um pouco vazio de sentido. E pouco informado sobre o que se passa nos EUA (ou só contam as opiniões dos gurus de lá?). Se JNR ainda conseguir ler (vista está cansada!), sugiro uma vista de olhos pelo relatório do GEAB nº60
 
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    Re: Interessante passeio pelo mundo fora    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 13:01 | Terça feira, 3 de janeiro
    Re: Interessante passeio pelo mundo fora    Ver comentário
ricardodavid77 (seguir utilizador), 1 ponto , 3:58 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Interessante passeio pelo mundo fora    Ver comentário
Jorge N Rodrigues (seguir utilizador), 1 ponto , 9:41 | Quarta feira, 4 de janeiro
    Re: Interessante passeio pelo mundo fora    Ver comentário
ricardodavid77 (seguir utilizador), 1 ponto , 21:16 | Domingo, 8 de janeiro
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