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Pressões... e justiça à pressão

Henrique Monteiro
8:00 Segunda feira, 13 de abril de 2009

Pressões entre política e Justiça sempre existiram. É uma das consequências do absurdo regime de segredo em que vivemos. Apenas conhecemos verdades parciais que, ora interessam a uns ora a outros 

O PSD tem sido discreto no que respeita ao 'caso Freeport'. Bem mais do que foi o PS quando, na oposição. exigia a demissão de Portas - referido como suspeito, mas nunca constituído arguido, no chamado 'caso Moderna', que então enchia os jornais.

Recorde-se que, no Parlamento, António Costa (na altura líder parlamentar) chegou a ler um relatório da PJ - com factos que tinham sido considerados não-relevantes pelo Ministério Público - para em conclusão pedir a demissão do líder do CDS e vice-primeiro-ministro.
A mistura entre política e Justiça não é, pois, de agora. Ao longo dos tempos cada lado pressionou o outro - directamente ou, o que é mais comum, através da comunicação social.

E como se pressiona?

Há o modo canhestro - com uns encontros nos quais se deixa cair o nome de alguém com poder para pôr os investigadores 'em sentido'; e há o modo, digamos, noticioso - em que cada interessado dá a um jornalista a parte que lhe convém do processo (sendo que este está sempre em conveniente segredo de Justiça). Como, por causa do mesmo segredo, o PGR e os investigadores não podem fazer declarações públicas que ultrapassem a banalidade, os jornais parecem andar à frente da investigação. E, assim, os meios são convenientemente culpados da violação do segredo. Desta forma vai-se fazendo 'justiça' à pressão, na praça pública.

Este modo implica meios de comunicação que não cumpram todas as normas deontológicas, mas é verdade que com as regras de segredo elas são quase impossíveis de cumprir.

Tudo isto se passa no processo 'Freeport'. O que espanta é ninguém retirar as conclusões devidas: por um lado, o primeiro-ministro queixa-se de tudo e todos, mas não dá o passo inteligente de pedir para ser ouvido a fim de esclarecer o que pode e dar a ideia de que toma a iniciativa, "que faz a hora, não espera o acontecer". Por outro, os magistrados continuam a impor o segredo de justiça (o 'Freeport' tem assegurado mais um ano nesse estado). Por isso, preparemo-nos para o pior: o caso vai ficar em lume brando, como ficam todos. Nem Sócrates vai esclarecer, ainda que invertendo o ónus da prova, em nome de uma transparência que só seria saudável, nem os magistrados vão tornar público o que já se apurou. Se não o fazem por medo (aquele por ser culpado de algo, estes por não terem verdadeiramente nada investigado) não sei. Apenas sei que cada parte fará chegar o que lhe interessa e que o assunto corre o risco de ficar cada vez mais enovelado e empastado com a verdade encoberta. Até tudo atingir o nível da náusea absoluta.

Henrique Monteiro

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O MEU PAÍS É LINDO E ESTÁ CHEIO DE DEMOCRATAS
odisseia na terra (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 18:32 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Pela amostra das intervenções aqui expostas só se pode concluir que a nossa cultura cívica está muito perto do zero. As minhas suspeitas de que somos um país ainda muito pouco esclarecido, atrasado, rural ficam quase confirmadas ao ler os comentários aqui vertidos, em que a analise é permanentemente marcada pela máxima da futebolização lusa ou seja, há sempre alguém escondido a manipular o que vai acontecendo, a culpa é sempre do arbitro.
É extraordinário que as pessoas confundam conceitos como informação jornalística, verdade, liberdade e justiça.
O caso freeport tem pelo menos uma coisa boa é que desmascara a ignorância cívica e democrática que por ai infelizmente anda.
Em qualquer país de consciência cívica evoluída noticias como a da formação académica do primeiro-ministro, dos projectos de engenharia Guarda, do aterro da cova da beira, do caso freeport seriam sim merecedores de toda a atenção e consequente divulgação jornalística.
Os jornais têm a obrigação de divulgar e não de apresentar provas como algumas almas por aqui exigem… quem tem que apresentar provas é quem investiga… no nosso caso o Ministério Publico/PJ.
Uma democracia sem jornais livres é uma democracia coxa… numa democracia são os jornais a melhor tribuna para se fazer critica a quem quer que seja e parece que alguns dos democratas que por aqui dão opinião tal só deveria ser permitido após condenação ou prova feita em tribunal. Esta tese é efectivamente uma pérola…
Para estes democratas o conceito de verdade está intimamente ligado a quem manda… para eles a verdade em todo o folhetim socrático é a versão do primeiro-ministro e só esta. Qualquer leitura que vá contra o que Sócrates diz não serve, é uma maquinação, trata-se da consubstanciação da tese da campanha negra… ora como tem ficado bem patente com Sócrates nada é, poucas coisas são, quase tudo é cinzento. É a licenciatura manhosa, são as declarações do Smith a chama-lo de corrupto, são as pressões do Lopes de Matos sobre os procuradores do MP que estão a investigar o caso… tudo isto só é sabido porque veio nos jornais e ainda bem porque caso assim não fosse a verdade de Sócrates seria imperante e convenhamos que não foi por esta versão saloia de verdade que se fez o 25 de Novembro. O que ficaria em causa seria a nossa liberdade, a liberdade de podermos criticar consciente e/ou gratuitamente, a liberdade de apontar, a liberdade de sufragar a acção de quem manda. Segundo a entourage socrática está em curso uma campanha negra e o que se constata é que todos os dias surgem noticias que só engrossam a cortina negra que impede qualquer esclarecimento sobre a novela freeport… foi o eloquente dvd e agora o Lopes da Silva a dizer entre outras ameaças que “o primeiro ministro quer isto rapidamente esclarecido…” será que não conseguem ver o evidente? O Lopes da Mota era a ultima pessoa do mundo a poder dar este tipo de recado a quem está investigar… penso que ainda somos um Estado de Direito e assim sendo quem tem essa função é única e exclusivamente o Procurador-geral da Republica e não um moço de recados do PS que está em Haia por nomeação politica… do Sócrates.
Resta a questão da justiça e essa em Portugal é uma ilusão… os ricos e poderosos compram a sua, os pobres sujeitam-se á que vai saindo dos tribunais. Estes arautos da verdade socrática são os mesmos que noutros artigos zurzem a torto e direito na mesma justiça de quem agora esperam que surja a verdade do freeport socrático.
  Eu já não espero que da justiça surja a verdade pela qual o país clama… esta é constantemente manipulada e a mim ainda ninguém me convenceu que a alteração do Código de Processo Penal só foi feito para beneficiar alguns dos acusados do Caso da Casa Pia. Para bem do nosso país é fundamental que os jornalistas soltem tudo o que lhes chega para que a sociedade civil afira livremente a informação e possa fazer o seu juízo e não sujeitar-se á verdade de uns quantos que se acham moralmente superiores e mais fortes unicamente porque estão no poder.
 
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    Re: O MEU PAÍS É LINDO E ESTÁ CHEIO DE DEMOCRATAS    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 19:32 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: O MEU PAÍS É LINDO E ESTÁ CHEIO DE DEMOCRATAS    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 7:59 | Terça feira, 14 de abril de 2009
    Re: O MEU PAÍS É LINDO E ESTÁ CHEIO DE DEMOCRATAS    Ver comentário
ruiasc (seguir utilizador), 1 ponto , 9:08 | Terça feira, 14 de abril de 2009
    Re: O MEU PAÍS É LINDO E ESTÁ CHEIO DE DEMOCRATAS    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 7:47 | Terça feira, 14 de abril de 2009
    Re: O MEU PAÍS É LINDO E ESTÁ CHEIO DE DEMOCRATAS    Ver comentário
impertinente (seguir utilizador), 1 ponto , 19:30 | Domingo, 26 de abril de 2009
Cara de anginho
Lumiare (seguir utilizador), 1 ponto , 10:01 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Para anginho não lhe falta nada. O Expresso vai longe com este director.
 
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    Re: Cara de anginho    Ver comentário
Falbala (seguir utilizador), 1 ponto , 15:54 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Vergonha
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 10:58 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Eu acho absolutamente vergonhosa a forma despudorada como se pretende que seja o PM a "esclarecer" o que os jornalistas acham que há para esclarecer. Eu acho isto o fim da picada. A Justiça, assume o Expresso, pelos vistos, de nada vale. A Justiça é feita nos jornais e é a estes que se devem explicações! Cada vez que houver uma suspeita sobre um PM ou um PR, ele que venha esclarecer o povo... Será que sou só eu que vejo nisto uma estupidez e uma completa perversão daquilo que devia ser a Justiça num país democrático? Em vez de se questionar a Justiça pela sua inacção, pelas fugas de informação, pelo atraso, exigem-se esclarecimentos do PM. Do género " eh pá, enquanto a Justiça não se despacha, vamos lá esclarecer aqui umas coisas". Eu percebo que isso daria muito jeito aos jornais que perdem vendas a cada mês mas, convenhamos, é um disparate incomensurável. É a assumpção do jornalismo-justiceiro que tomou conta do país.
 
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Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 17:45 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Vergonha    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 18:15 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Vergonha    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 18:36 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Vergonha ... de qualquer forma...    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 23:59 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Vergonha    Ver comentário
Mamaevovo (seguir utilizador), 1 ponto , 8:05 | Terça feira, 14 de abril de 2009
O Ónus da Prova
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 12:29 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
"Nem Sócrates vai esclarecer, ainda que invertendo o ónus da prova, em nome de uma transparência que só seria saudável, ...". Esta pequena frase resume a essência do problema. Se José Sócrates tomasse a iniciativa de pedir ser ouvido, estaria implicitamente a aceitar a inversão do ónus da prova. Exactamente numa altura em que há novas tentativas, por parte de partidos da oposição, de criminalizar à bruta o enriquecimento ilícito, por puro oportunismo e sem pedirem previamente pareceres jurídicos a vários constitucionalistas, seria um péssimo sinal do PM.

Em relação a esta matéria, queria relembrar um artigo de Saldanha Sanches no Expresso de 25 de Fevereiro último, em que este fiscalista chamou a atenção para a já existente inversão do ónus da prova em assuntos fiscais. Assim, um político com injustificáveis sinais exteriores de riqueza pode ser obrigado a revelar a origem desta, o que permitirá descobrir eventuais fontes ilegítimas. Afinal, o mais famoso "gangster" da história moderna Al Capone foi condenado, a 11 anos de prisão, não por qualquer crime de assassínio ou extorsão, mas sim por evasão fiscal.
 
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    Re: O Ónus da Prova    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 17:51 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Pedir para ser ouvido ou não?    Ver comentário
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 18:18 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Pedir para ser ouvido ou não?    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 18:33 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
E o HM tem razão...
Dunca (seguir utilizador), 1 ponto , 13:32 | Segunda feira, 13 de abril de 2009

- "... A mistura entre política e Justiça não é, pois, de agora. Ao longo dos tempos cada lado pressionou o outro - diretamente ou, o que é mais comum, através da comunicação social..."

Ou ainda por baixo dos panos, diretamente, junto aos amigos ou correligionários instalados no judiciário... Tudo muito legal... Frontalmente ou por vias travessas não há partidos inocentes nessa matéria... Todos se aproveitam segundo os seus contactos e interesses de momento.

Certamente, esse comportamento político interessa a elite bem instalada e dominante, e quanto ao povo, perdido e confuso, fica sem saber em quem acreditar e por onde ir...

E assim caminhamos para as eleições, o grande objetivo dos politiqueiros de plantão, e quando afinal elas se realizam, eles se aquietam, lambem as feridas produzidas pela escaramuças verbais, e ficam no aguardo das próximas, para voltarem a se engalfinhar... E se ao cabo dá Esquerda ou a Direita, no poleiro, pouca importa, pois quem sempre perde é o povo e Portugal...

"Tudo fica como dantes no quartel de Abrantes."

E quanto a classe política, esta sempre sai sobranceira, folgosa e orgulhosa pelo papel que presta ao país... Com muito sacrifício e denodo.
 
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Repetir
Mearoz (seguir utilizador), 1 ponto , 16:06 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
O que esperamos da Justiça…

Mearoz, 1 ponto , hoje às 14:33

....Não é de certeza que Um da Lei vá sem norte nem roque, porque não leu o réu nem o seu contexto.

Contexto: Imaginemos que o Inspector M tinha um caso. Tinha já recolhido todos os dados. Agora havia que os analisar. Havia pois muito trabalho a fazer para chegar à solução: tinha de conhecer, perguntar para saber, seja porque ninguém sai da universidade a saber tudo, seja porque a perspectiva está sempre a mudar. E tinha de ser decisor bem lúcido, nada insone. Se transviado pela falta de sono, havia de ter alguém antenado que lhe dissesse: — Inspector M: leia leia, oiça de novo oiça…Pergunte de novo… Pergunte-se de novo… E faça tudo para que não se mande arquivar.

O que esperamos da Justiça é muito mais do que pedimos ao Inspector M.
O que esperamos da Justiça é muito mais do que pedimos ao Inspector M.
 
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Uma notícia que não teve "eco" de notícia
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 16:07 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Esta notícia, publicada na Visão, não só não teve "eco" de notícia como também, ao que parece, nenhum "jornalista de investigação" decidiu "investigar" o assunto e publicar as suas conclusões nos seus "media". Diz o seguinte:

«...A queixa que motivou a investigação da polícia inglesa ao caso Freeport está a ser posta em causa. O grupo Carlyle garante que não há qualquer buraco financeiro nas contas do Freeport PLC.

A revista "Visão" adianta que a alegação que motivou, em 2007, a investigação do Serious Fraud Office (SFO) ao caso Freeport pode estar comprometida. Isto porque o grupo Carlyle garante que a auditoria feita às contas do Freeport PLC não detectou qualquer buraco financeiro nem qualquer pagamento de "luvas".

A informação foi confirmada ao Económico pelo porta-voz do grupo britânico em Portugal, António Cunha-Vaz.

O Económico tentou, por diversas vezes, contactar Ian Brownstein, responsável pelas contas do grupo britânico, mas não obteve qualquer resposta...»

Provavelmente não tem interesse... não é "notícia"!
 
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    Grupo Carlyle    Ver comentário
Trapezio (seguir utilizador), 1 ponto , 17:12 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Pois é!!!
lord byron (seguir utilizador), 1 ponto , 16:32 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
“O PSD tem sido discreto no que respeita ao 'caso Freeport'. Bem mais do que foi o PS quando, na oposição. Exigia a demissão de Portas”

Como declaração de interesses tenho a dizer que não nutro por si o menor respeito como jornalista, comentador ou outra qualquer em que escrita ou verve se vejam envolvidas!

Passando ao “lindo” artigo de opinião e apenas para ficarmos só por esta frase; diga-se apenas que o PSD, o CDS, órgãos do sistema judicial, jornalistas cozinharam este processo e isto é algo PROVADO e friso PROVADO e transitado em julgado!
Quanto a atirares todos os políticos para mesmo saco é algo que não te vou permitir aqui impunemente, pois embora te ache um inútil da escrita com trabalho, não digo o mesmo de todos os jornalistas e comentadores.
Quanto ao Paulo Portas deixa que te diga que não conheço NINGUEM para alem dele que 6 meses depois de ter saído de uma empresa continue a andar com um carro da mesma e muito menos sendo esse carro um Jaguar!
 
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    Decência    Ver comentário
Henrique Monteiro (seguir utilizador), 1 ponto , 17:40 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Decência    Ver comentário
lord byron (seguir utilizador), 1 ponto , 17:51 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Meu caro Byron    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 18:22 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Meu caro Byron    Ver comentário
lord byron (seguir utilizador), 1 ponto , 18:49 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Meu caro Byron    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 15:54 | Terça feira, 14 de abril de 2009
    Re: Decência    Ver comentário
Kavai (seguir utilizador), 1 ponto , 1:19 | Terça feira, 14 de abril de 2009
    Re: Pois é!!!    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 18:27 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Pois é!!!    Ver comentário
lord byron (seguir utilizador), 1 ponto , 18:59 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
    Re: Pois é!!!    Ver comentário
cjours (seguir utilizador), 1 ponto , 15:55 | Terça feira, 14 de abril de 2009
Evidencia das políticas de justiça...
Pseudo... (seguir utilizador), 1 ponto , 16:47 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Hm... (des)propositadamente(?)... evidencia o estado da justiça em Portugal... criado por todos estes políticos sobre os quais recai a suspeição... mas sempre "ilibados" pela via processual... e pelas interacções sociais (de poder) que os caracterizam...
Estranhamente(?) criou-se a justiça dos poderosos... e a dos cidadãos comuns... mesmo que a CRP salvaguarde o contrário...
Caso contrário não teríamos tantos caso arquivados... por prescrição do prazo... que até o cidadão os esquece...
Sitema bem pensado, não acha??? pelo menos para alguns...!!!!????? basta recordarmos os casos Casa Pia, Portucale, Universidade Moderna, Compra de Submarinos (qualquer compra realizda pelo Estado), Relações de empresários com o poder político,...
mas perante... "Os portugueses toleram bem o tráfico de influências e vêem nele a única forma de ultrapassar um Estado lento e desatento aos seus direitos e necessidades. Um inquérito realizado à população portuguesa revela que as "cunhas" e os pedidos para "mexer cordelinhos" fazem parte do modo de vida dos portugueses, cuja maioria defende a criação de uma agência anti-corrupção, com altos poderes de investigação"...
Quando são heranças culturais...
 
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Mais uma uma notícia que só o foi...
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 17:07 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
...não pelo conteúdo mas pela forma; por ter sido publicado no Boletim da Ordem dos Advogados passando os "media" a publicar as opiniões de desagrado dos ex-bastonários e de alguns advogados esquecendo o conteúdo na notícia original.

«...A carta anónima que incriminou Sócrates foi combinada com a PJ", escreve Marinho Pinto na edição de Abril do Boletim da Ordem, num longo artigo sobre (a falta de) segredo de justiça que norteou o Caso Freeport.

Ao JN, o bastonário clarificou que descobriu a manipulação através de um despacho - que irá divulgar hoje no site da Ordem dos Advogados - da magistrada Inês Bonino, no âmbito de um processo - só agora deixou de estar em segredo de justiça - que acusava um inspector da PJ de violação de segredo de funcionário e dois jornalistas do semanário "O Independente" de violação do segredo de justiça.

"...Nesse despacho, a procuradora diz claramente que a carta nunca foi anónima. A PJ reunia frequentemente com o sujeito que a escreveu. Eram reuniões em que participavam também jornalistas da revista "Tempo" e políticos - um deles era da Assembleia Municipal e estava em vias de perder as eleições, o outro era o deputado do PSD Miguel Almeida, ex-chefe de gabinete de Santana Lopes - e todos criticavam o PS...»

Tentei encontrar o artigo do Dr. Marinho Pinto no site da OA mas não consegui.
 
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E agora a "notícia" que é notícia.
Com.ta tranquilidade (seguir utilizador), 1 ponto , 17:17 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
Reparem no título:

«Namorada do Primeiro-ministro defende-o»

e depois leiam a "notícia" que ainda está na "página inicial".

O desafio é encontrar onde é que a Fernanda Câncio está a defender o José Sócrates para valer este título claramente tendencioso.

Curiosamente, aqueles que acusam Câncio de promover "guerra" aos seus pares (porque afirma ter dúvidas sobre o tipo de "jornalismo de investigação" que se tem vindo a praticar), esquecem que o artigo acima referido é escrito por uma colega e essa sim - até na concepção do título - a ataca descaradamente.
 
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vende-se barato - sobrado do Monteiro
L M O (seguir utilizador), 1 ponto , 17:23 | Segunda feira, 13 de abril de 2009
mesmo assim ninguem lhe pega, mas que grande chatice.

e as eleicoes aproximam-se e que raio o homem continua a subir. Por este andar acaba com a maioria absoluta
 
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