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Presidenciais 2016

Marcelo Rebelo de Sousa

Marcelo leva da Madeira apoio de Albuquerque, Jardim e Ronaldo

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Pouco depois de ser eleito, Marcelo visitou o Museu CR7 de Cristiano Ronaldo, no Funchal

HOMEM DE GOUVEIA/LUSA

Entre beijos e abraços, Marcelo recebeu apoios de Miguel Albuquerque e de Jardim. Até Ronaldo mandou um olá ao professor

Marta Caires

Jornalista

O candidato que quer ser o árbitro da política portuguesa promete regressar à Madeira em Maio para a inauguração do novo museu do Cristiano Ronaldo. Na altura, já como presidente da República. Marcelo Rebelo de Sousa teve um dia cheio, não faltaram as ponchas, nem os apoios de Miguel Albuquerque. Até Jardim se juntou à campanha. E Ronaldo mandou mensagem vídeo com um olá ao professor.

As declarações políticas foram feitas logo de manhã ainda na baixa do Funchal quando, por estar na terra de Cristiano Ronaldo, Rebelo de Sousa decidiu usar a linguagem do futebol para explicar que o papel do presidente na política é semelhante ao do árbitro de futebol. O tal que tanto apita ao clube da esquerda como ao clube da direita. No caso, o importante é o país sair da crise.

O passeio pelo Funchal mostrou que, na Madeira, Marcelo não tem os problemas do continente, nem receia qualquer contaminação das questões partidárias na campanha. Miguel Albuquerque, presidente do PSD e do Governo Regional, acompanhou a visita e falou em convergência de valores e apoios sem hesitação. Pouco depois chegava o líder do CDS. Todos tiraram mais tarde uma foto no museu do Cristiano Ronaldo.

E até Jardim apareceu para o abraço de apoio, mesmo com o seu senão ao facto de se tratar de uma candidatura da situação. Marcelo Rebelo de Sousa é o único que pode trazer o país ao centro, disse aquele que se chegou a apresentar como candidato presidencial. E foi no museu de Cristiano Ronaldo que se viu a mensagem do jogador com o olá para o professor.

Marcelo retribuiu, prometeu uma homenagem ao futebolista quando for presidente. Fez outra promessa, de voltar à Madeira para a inauguração do novo museu de Ronaldo. Para Belém também deu outra garantia: irá abrir as portas do palácio se for eleito presidente da República. E passadas as mensagens políticas, o candidato deixou-se levar pelos beijos e abraços da campanha.

Numa associação comunitária, cantou ao Santo Amaro para uma plateia sénior, em Câmara de Lobos fez ponchas e Machico tirou cervejas e perdeu um jogo de dominó. O que o levou a dizer que o azar no jogo queria certamente dizer sorte na política. Ao fim do dia, o próprio candidato repetia a conta das cinco ponchas e um cálice de Vinho Madeira.