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Presidenciais 2016

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Contagem decrescente para a vitória esperada

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José Carlos Carvalho

Euforia (mal) contida entre os apoiantes de Marcelo, à espera do anúncio da vitória à primeira volta

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

O frenesim foi crescendo a partir das 19h30, quando começaram a chegar os primeiros resultados, tanto de mesas favoráveis a Marcelo Rebelo de Sousa como de outras que lhe seriam mais adversas. Em quase todas Marcelo vencia, em muitas delas com vantagem folgada. As informações iam chegando dos delegados às mesas, e o quadro de uma vitória já à primeira volta ia-se compondo. Os dados da abstenção já tinham sido um bom prenúncio. O passa-palavra no átrio da Faculdade de Direito de Lisboa foi muito rápido, o burburinho cresceu na mesma medida.

Respirava-se confiança entre os apoiantes de Marcelo. "Está feito!", dizia um deles. Conforme iam transpirando dados das sondagens que seriam anunciadas pelas televisões às 20h, mais reforçada era essa confiança. O intervalo médio de todas as sondagens dava mais de 50% ao professor de Direito.

O último quarto de hora antes das oito da noite foi uma longa contagem decrescente até ao momento dos marcelistas poderem gritar vitória. Já a davam como certa, mas só a podiam exprimir pelos sorrisos e palmadas nas costas. Até que, à hora certa, as televisões deram a notícia mais esperada.

Agora, é ficar para ouvir o candidato, que se livra de ter de fazer mais três semanas na estrada.