26/05/2012 atualizado às 15:52
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Preservativos grátis nas escolas

Projectos de lei do PS e do PCP sobre Educação Sexual prevêem distribuição de contraceptivos a partir do secundário.

13:00 Domingo, 10 de maio de 2009
Sérgio Luís, da Abraço, ensina a utilizar o preservativo masculino e feminino (na foto) nas centenas de escolas que visita todos os anos
Sérgio Luís, da Abraço, ensina a utilizar o preservativo masculino e feminino (na foto) nas centenas de escolas que visita todos os anos
Luiz Carvalho

A distribuição gratuita de preservativos nas escolas está longe de ser pacífica mas deverá tornar-se realidade em todos os estabelecimentos com ensino secundário. A proposta consta dos projectos de lei do PS e do PCP , cuja discussão na Comissão Parlamentar de Educação termina para a semana.

Os dois diplomas prevêem a criação de gabinetes de apoio aos alunos sobre questões relacionadas com a educação para a saúde e a sexualidade em todas as escolas (excepto as primárias). É nesse âmbito que a distribuição gratuita de métodos contraceptivos não sujeitos a receita médica deve ser garantida aos alunos, a partir do 10º ano. Por professores ou técnicos de saúde, desde que tenham formação nesta área. "Se quisermos de facto combater a propagação de doenças sexualmente transmissíveis e as gravidezes na adolescência temos de estender a oportunidade de acesso a contraceptivos", justifica o deputado socialista Pedro Nuno Santos. Em 2006, a ministra da Educação já tinha admitido a possibilidade, desde que com o acordo dos pais.

Para João Oliveira, do PCP, a ideia é "levar o planeamento familiar mais perto dos jovens e criar no ensino público uma primeira linha de abordagem". A lei em vigor (aprovada em 1999) prevê o acesso a preservativos nas escolas secundárias através da colocação de máquinas de venda, mas condicionada ao acordo dos pais. Só que não há notícia de que alguma o tenha feito.

O problema é que a questão é polémica mesmo entre os docentes. "Quando souberam dessa proposta os nossos professores ficaram um bocado perplexos. Os médicos e enfermeiros é que deviam distribuir contraceptivos", defende Maria Manuel, presidente da Secundária de Cantanhede e coordenadora da equipa de educação sexual.

"O acesso a contraceptivos é um dos factores responsáveis pela adopção de comportamentos sexuais seguros, pelo que não vejo motivos para não serem disponibilizados na escola", onde os jovens passam a maior parte do tempo, opina por seu turno Lúcia Ramiro, professora e investigadora nesta área.

Já a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) , que aplaude o "aprofundamento" das leis existentes nesta matéria e o carácter obrigatório da Educação Sexual, entende que os projectos em causa vão longe demais ao prever a distribuição de preservativos. "A lei não deve ter essa preocupação", defende Albino Almeida, presidente da Confap. Até porque, continua, quanto mais "equilibrada" for, menos argumentos se dão às famílias que entendem que a educação sexual é da responsabilidade exclusiva dos pais.

Obrigatório vs. opcional


Sobre esta questão, Albino Almeida lembra uma decisão recente do Supremo Tribunal espanhol, que negou que um aluno pudesse ser dispensado das aulas de Educação para a Cidadania, como pretendiam os pais, que invocavam crenças religiosas. Os juízes entenderam que não podia ser posto em causa o interesse geral da educação.

Mas a opinião não colhe junto do grupo de pais que em 2005 criou um movimento para contestar as orientações dadas para a educação sexual nas escolas. A reivindicação mantém-se. "Numa área da educação tão ligada às questões éticas, morais e religiosas, é inadmissível que haja esta espécie de ditadura da Assembleia da República", diz Isabel Lima Pedro, do MOVE, defendendo que a liberdade de escolha dos pais é a melhor solução para todos. "Os conteúdos dados nas áreas das ciências no 6º e 9º anos já respondem às necessidades da maioria dos alunos", reforça. Quanto à distribuição de contraceptivos nas escolas, a responsável alega que isso desvaloriza o acompanhamento dos jovens e o papel dos centros de saúde e médicos de família.

A matéria também não é consensual entre os partidos. Se PS e PCP entendem ser imprescindível reforçar na lei a obrigatoriedade da educação sexual (o PS propõe um mínimo de 12 horas por ano lectivo do 1º ao 12º), o PSD quer que haja a possibilidade de um direito de reserva dos pais. Já o CDS defende o carácter opcional. O deputado Diogo Feio vai mais longe: discutir uma lei só sobre educação sexual é "uma tentativa desesperada de criar agendas alternativas em véspera de eleições".

Ó stôra, não é que estou grávida!


Na Escola do Alvide (Cascais), há muito que os alunos do 5º ao 12º ano se habituaram a ouvir falar de educação sexual. Multiplicam-se em actividades, falam com os professores, com as enfermeiras do centro de saúde que lá vão, mas - apesar de toda a informação - os problemas continuam a surgir. Ana Villasboas, coordenadora do programa de Educação para a Saúde, não se esquece da tristeza que sentiu quando ouviu o desabafo de uma "rapariguinha" de 17 anos. "Ó stôra, estivemos um ano a falar disto e não é que estou grávida!", disse-lhe a aluna. Não é caso raro. Foram vários os professores que falaram ao Expresso dos "dois ou três casos" de gravidez adolescente que aparecem por ano nas suas escolas.

"Os conhecimentos básicos em termos de contracepção são relativamente fracos, o que levanta algumas dúvidas sobre a qualidade da educação sexual", avisa Duarte Vilar, da Associação para o Planeamento da Família.

Sérgio Luís, da Associação Abraço, manifesta a mesma perplexidade. Na última década, passou por mais de 650 escolas do país e falou com cerca de 110 mil jovens sobre o HIV/sida e aspectos relacionados com a sexualidade. Ao fim de todo este tempo, mantém a mesma certeza: "Não se pode parar. Continuo a responder às mesmas dúvidas e perguntas que me faziam há 11 anos", garante.

Ainda assim, o panorama mudou radicalmente desde 1984, quando pela primeira vez ficou escrito na lei que as escolas deviam promover a educação sexual. Mas a obrigatoriedade de abordar o tema, fixada em 1999, ainda não é cumprida em todas. Umas sobressaem pelo dinamismo dos projectos, muito à custa da "carolice dos professores", outras ficam-se pelos serviços mínimos, cumprindo o que está previsto no programa de Ciências. O que não chega, defende Lúcia Ramiro, professora e investigadora nesta área: "É inquestionável que um adolescente tem mais necessidade de lidar com os seus sentimentos, dúvidas e receios do que saber o processo de maturação dos espermatozóides, por exemplo".

Certo é que em 2008 só metade das escolas concorreram aos €1,6 milhões do Ministério da Educação para financiar projectos na área da Educação para a Saúde. Os estudos mostram que ainda persiste algum desconforto em abordar o tema.






COMPORTAMENTOS

48%


dos 2600 alunos inquiridos num estudo da APF e do ICS não sabiam onde adquirir contraceptivos

15


é a idade mais frequente de início das relações sexuais nas raparigas


país com taxa mais alta de gravidez adolescente na UE

Texto publicado na edição do Expresso de 9 de Maio de 2009

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Este assunto merece honra de 1ª pagina?
coutom (seguir utilizador), 2 pontos (Divertido), 14:38 | Domingo, 10 de maio de 2009
Como leitor do Expresso desde o nº1 sinto-me de vez em quando desapontado com as escolhas de 1ª pagina.

Foi o caso quando Paulo Portas ministro da defesa convidado a ir a um instituto militar nos USA com direito a acompanhante convidou Cinha Jardim que aceitou.
Estava eu destacado em trabalho em Paris e fiel ao Expresso onde esperava as noticias importantes do meu pais dei de caras com esta (2003 ou 2004)

Agora e o caso dos preservativos nas escolas. Claro que sou a favor que haja preservativos acessiveis aos adolescentes. Sou pai e avo e entendo a medida. Mas dai a achar que mereca honra de topo da 1ª pagina com as letras maiores que e possivel, acho que e uma afronta a inteligencia dos portugueses, mesmo falta de gosto, alem de nao ser proprio dum jornal de referencia. Num qualquer tabloide da naossa praca va que nao va. Sendo critico, talvez por esta e outras que tais nunca vi o Expresso nos top50, ou top25 ou la o que e, onde costuma estar o El Pais, O Globo etc. Cuidem-se srs do Expresso.
 
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    Re: Este assunto merece honra de 1ª pagina?    Ver comentário
Ci (seguir utilizador), 1 ponto , 16:41 | Domingo, 10 de maio de 2009
    Re: Este assunto merece honra de 1ª pagina?    Ver comentário
lavrador velho (seguir utilizador), 1 ponto , 18:39 | Domingo, 10 de maio de 2009
saude escolar + educação sexual
sengotero (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 15:04 | Domingo, 10 de maio de 2009
Acho que sim mas acho que deve haver psicólogos ou enfermeiras nas escolas para atender os adolescentes e falar com eles antes de...
 
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Preservativos grátis nas escolas
FSilvaC (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 17:18 | Domingo, 10 de maio de 2009
Em princípio seria contra. A educação dá-se em casa e os pais devem incluir a sexualidade na educação.

Pensando mais profundamente no assunto o que se apresenta nos nossos dias, noto que muitos pais têm mais do que um trabalho em locais diferentes, a vida se faz a correr e por isso passam muito tempo fora de casa. Na realidade, qualquer que seja a situação, os miúdos (as) passam muito mais tempo sózinhos (as). Isto leva a que os pais nem possam dar a educação necessária, nem os possam acompanhar no seu desenvolvimento físico e mental. Por outro lado hoje tanto a televisão como a internete dão possibilidades possibilidades enormes às crianças nos mais variados campos, incluindo o sexual. Assim, infelizmente há já uma certa percentagem de crianças que ao dozes anos já tiveram a sua primeira relação sexual completa, conseguida ou não. Só isto dá para pensar. Também de notar que hoje a vida em comum já não é como antigamente e por isso quando as crianças de hoje chegam ao fim da sua vida já tiveram várias relações sexuais com pessoas diferentes. Como esta situação é real e já não a podemos alterar e muito menos devemos fechar os olhos, sabendo as imensas doenças que o sexo propaga de pessoa em pessoa incluindo o SIDA, penso que a distribuíção de preservativos gratuitos é o mal melhor perante a realidade que se tem de enfrentar nos dias de hoje.

É preciso é que não falte coragem para aceitar a situação real e serem capazes de pôr o sistema a funcionar.
 
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o que virá a seguir?
B l u e S k y (seguir utilizador), 2 pontos , 19:08 | Domingo, 10 de maio de 2009
salas de sexo nas escolas?
distribuição de cannabis nas escolas?
 
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    isso é misturar mer... com pó de arroz    Ver comentário
eugostoedemalhar (seguir utilizador), 1 ponto , 0:02 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
    Grande comentário...    Ver comentário
pedroAraujo (seguir utilizador), 1 ponto , 9:10 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
A próxima medida é.....
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 17:09 | Domingo, 10 de maio de 2009

A seguir à educação sexual (que todos defenderão) e à distribuição grátis de preservativos consta que, em alguns projectos de partidos da nossa gloriosa esquerda, a medida seguinte serão as "aulas práticas".

Naturalmente o BE já exigiu que, a haver aulas práticas, tinham de ser criadas "iguais condições" de acesso para gays e lésbicas.

Sem dúvida, estamos no bom caminho.....
 
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    Re: A próxima medida é.....    Ver comentário
Zaratustra70 (seguir utilizador), 1 ponto , 22:57 | Domingo, 10 de maio de 2009
    Re: É verdade......    Ver comentário
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 23:03 | Domingo, 10 de maio de 2009
    Re: É verdade......    Ver comentário
Zaratustra70 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:07 | Domingo, 10 de maio de 2009
    Re: É verdade (2)......    Ver comentário
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 23:36 | Domingo, 10 de maio de 2009
    Re: É verdade (2)......    Ver comentário
Zaratustra70 (seguir utilizador), 1 ponto , 1:57 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
    Re: É verdade (3)......    Ver comentário
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 13:37 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
    Re: É verdade (3)......    Ver comentário
poiz (seguir utilizador), 1 ponto , 18:47 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
    Re: É verdade (3)......    Ver comentário
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 1 ponto , 19:37 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
LOLADA
fimdalinha (seguir utilizador), 1 ponto , 17:27 | Domingo, 10 de maio de 2009
E já agora "cheques" bico para o José de Almeida...
 
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    Re: LOLADA    Ver comentário
pedroAraujo (seguir utilizador), 1 ponto , 9:14 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
Falta Discernimento
humaita (seguir utilizador), 1 ponto , 22:58 | Domingo, 10 de maio de 2009
Aqui no Brasil o governo “muito bem orientado” também cogitou essa escandalosa providencia de colocar maquinas de distribuição de camisinhas nas escolas(elas já tem ensino de qualidade e são muito equipadas!!!!!).A distribuição de camisinhas mais induz a condutas de alto risco a saúde e atende a grupos gananciosos , sendo que escolas, com políticas responsáveis, é para ensinar com uma educação de qualidade para todos,sem discriminações.Falta discernimento aos que criticam a Igreja Católica e outras religiões por serem contra a morte ,drogas, lascividades e libertinagens, fonte de lucros para alguns gananciosos e causa da violência, da epidemia de doenças sexuais e mentais.Políticos e mídias irresponsáveis não zelam pela saúde mental dos jovens e da moralidade publica no desenvolvimento e harmonia social. Como exemplo podemos citar o drama de Amsterdan, conhecida cidade da “paz e amor”, em que prova que certas decisões políticas nem sempre zelam pela saúde publica, moralidade publica e segurança publica da maioria dos cidadãos, causando danos irreparáveis a sociedade.O Papa esta correto em alerta aqueles de condutas de alto risco a saúde a reverem seus comportamentos. As religiões forneceram os alicerces morais para sairmos da era medieval ou alguém pode afirmar o contrario, ou seja de que foram as trevas, vícios e os amorais?.
 
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Que grande confusão nessas cabeças!
Maria S. (seguir utilizador), 1 ponto , 23:08 | Domingo, 10 de maio de 2009
Não percebo porque quando se fala de aulas de educação sexual o pessoal confunde com prática sexual?!
Quanto ao tema da notícia, talvez esta seja uma forma de chegar mais facilmente aos jovens.
 
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A ocasião faz o "ladrão"
dedalo11 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:10 | Domingo, 10 de maio de 2009
O sexo nas idades mais "tenras" acontece quase sempre sem premeditação e não é fácil levar a mão ao bolso ou à carteira, rasgar o invólucro e dar-se ao trabalho de colocar o preservativo. Creio que todos nós sabemos isso. Quando vem a "electricidade" é uma espécie de tiro e... queda. Falta qualquer coisa ao nível da educação, sem dúvida vinda dos progenitores. Não faz muito sentido que seja a escola a ter a responsabilidade de cuidar das "pombinhas" dos meninos e das meninas. Os pais têm que entrar neste "jogo" da vida e ensinar, cuidar e explicar, em vez de se demitirem. Sobretudo quando os filhotes são do sexo masculino. Há um ditado que diz: "Quando nasce um menino, os pais preocupam-se pela vida fora com a pilinha dele, mas quando nasce uma menina, os pais têm que preocupar-se com as pilinhas dos meninos todos...! Também aí as raparigas ficam mais vulneráveis. Tneham mais um pouco de tino, os familiares. Aliás, esta fixação em dar meios materiais às crianças parece quase uma obsessão.
 
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Não devemos meter a cabeça areia
eugostoedemalhar (seguir utilizador), 1 ponto , 0:06 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
O grande mal de muita gente é meter a cabeça debaixo da areia e julgar que não há sexo entre os miudos ou que vida sexual só se inicia no mercado de trabalho.

É que isto nem sequer é uma coisa nova, acho que desde que o homem existe o sexo sempre começou na juventude.
 
Só que hoje com os problemas que existem, acho muito bem que se eduque sexualmente a juventude e para o controlo da natalidade e protecção de doenças sexualmente transmissiveis.

Digo sim à distribuição de preservativos. Quem acha que o sexo é exclusivo dos adultos é um perfeito idiota
 
 
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Não concordo
raiderx (seguir utilizador), 1 ponto , 1:37 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
Mesmo informados a maioria dos homens deste país (adultos e jovens) opta, ou melhor não quer usar preservativo. A escola não deve distribuir gratuitamente ou não preservativos. Eles vão literalmente brincar com eles.
 
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Educação sexual e aconselhamento...
Icezero (seguir utilizador), 1 ponto , 10:37 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
SIM - aconselhamento nas escolas feito por psicologos e profissionais de saude

SIM - Aulas de Educação sexual (opcionais de modo a proteger crenças, religioes, etc) que visam esclarecer os alunos para os riscos, metodos contraceptivos, etc

NÃO - Distribuição gratuita de preservativos ans escolas! Os alunos ja os podem adquirir gratuitamente em qualquer centro de saude apos uma pequena conversa com um profissional de saude.

NÂO - á irresponsabilização dos encarregados de educação nesta materia.

 
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Finalmente
Paula_R (seguir utilizador), 1 ponto , 14:10 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
Finalmente uma boa medida, nao se vai conseguir impedir que adolescentes explorem o sexo, e com a sensacao errada que eles teem de estar a fazer algo mau ou proibido, nao iam as farmacias comprar, assim pelo menos teem acesso ao sexo seguro que tanto se fala
Jokas

Paula
 
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Se temos nas escolas cada vez mais maricas...
aaaa (seguir utilizador), 1 ponto , 14:27 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
Para que servem os preservativos?
 
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Zaratustra70 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:50 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
O preservativo resolve tudo...
cjmarques (seguir utilizador), 1 ponto , 15:05 | Segunda feira, 11 de maio de 2009
Será que o Min. das finanças já se lembrou de distribuir preservativos pelos bancos. Podia ser que resolvesse a crise.
 
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