4
Anterior
Greves nos portos travam exportações
Seguinte
Seguro apela para FMI reconhecer necessidade de abandonar austeridade
Página Inicial   >  Economia  >   PPR já pode ser usado para pagar habitação

PPR já pode ser usado para pagar habitação

A partir do dia 1 de janeiro já pode levantar dinheiro do seu plano poupança reforma (PPR) para abater no empréstimo à habitação sem ser penalizado.
|

Foi hoje publicado no Diário da República o regulamento aprovado no âmbito das mudanças feitas ao crédito à habitação. O objetivo é facilitar as famílias com empréstimo bancários para habitação para que não cheguem ao ponto de verem as suas casas penhoradas por não poderem pagar a prestação ao banco.

Para isso o legislador permite que a partir de janeiro de 2013 possam ser levantadas quantias aplicadas em PPR para pagamento das prestações do crédito à habitação permanente sem sofrer qualquer espécie de penalizações.

Estas alterações possibilitam ainda, em casos limite, a entrega das casas como forma de pagamento à banca ou a reestruturação dos empréstimos bancários, de forma a que as famílias não entrem em incumprimento.


Opinião


Multimédia

Tudo o que precisa de saber sobre o ébola, em dois minutos

Porque é que este está a ser o pior surto da história? Como é que os primeiros sintomas se confundem com os de outras doenças? É possível viajar depois de ter contraído o vírus, sem transmitir a doença? E estamos ou não perto de ter uma vacina? O Expresso procurou as respostas a estas e outras dúvidas sobre o ébola.

Vai pagar mais ou menos IRS? Veja as simulações

Reforma do imposto protege quem tem dependentes a cargo, mas pode penalizar os restantes contribuintes. Função pública e pensionistas vão ter mais dinheiro disponível. Veja simulações para vários casos.

Costeletas de borrego com migas de castanhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Strogonoff de peixe espada preto

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Caril de banana

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Tem três minutinhos? Vamos explicar-lhe o que muda no orçamento de 350 mil portugueses (e no de muitas empresas)

O novo salário mínimo entrou em vigor. São mais €20 brutos para cerca de 350 mil portugueses (números do Ministério da Segurança Social, porque os sindicatos falam em 500 mil trabalhadores). Mudou o valor, mas também os descontos que as empresas fazem para a Segurança Social. Porque se trata de uma medida que afeta a vida de muitos portugueses, queremos explicar o que se perde e o que se ganha, o que se altera e o que se mantém.

Cantaril com risotto de espargos

Faz agora cinco anos que o Chefe Tiger, especialista em pratos de confeção acessível e com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, começou esta aventura gastronómica. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Music fighter: temos Marco Paulo e Bruno Nogueira numa batalha épica

Está preparado para um dos encontros mais improváveis na história da música portuguesa? O humorista Bruno Nogueira e a cantora Manuela Azevedo, dos Clã, pegaram em várias músicas consideradas "pimba" - daquelas que ninguém admite ouvir mas que, no fundo, todos vão dançar assim que começam a tocar - e deram-lhe novos arranjos, num projeto que chegou aos coliseus de Lisboa e do Porto.  "Ninguém, ninguém", de Marco Paulo, tem possivelmente a introdução mais acelerada e frenética do panorama musical português. Mas, no frente-a-frente, quem é o mais rápido? Vai um tira-teimas à antiga?

Dez verdades assustadoras sobre filmes de terror

Este vídeo é como o monstro de "Frankenstein": ganhou vida graças à colagem de partes de alguns dos filmes mais aterrorizantes de sempre. Com uma ratazana mutante e os organizadores do festival de cinema de terror MotelX pelo meio. O Expresso foi à procura das razões que explicam o fascínio pelo terror, com muito sangue (feito de corante alimentar) à mistura. 

A paixão do vinil

Se para muitos o vinil é apenas uma moda que faz parte da cultura do revivalismo vintage, para outros ver o disco girar nunca deixou de ser algo habitual.

Portugal foi herdado, comprado ou conquistado?

Era agosto em Lisboa e, às portas de Alcântara, milhares de homens lutavam por dois reis, participando numa batalha decisiva para os espanhóis e ainda hoje maldita. Aconteceu em agosto de 1580. Mais de 400 anos depois, o Expresso deu-lhe vida, fazendo uma reconstituição do confronto através do recorte e animação digital de uma gravura anónima da época.

O Maradona dos bancos centrais

Dizer que Mario Draghi está a ser uma espécie de Maradona dos bancos centrais pode parecer estranho. Mas não é exagerado. Os jornalistas João Silvestre e Jorge Nascimento Rodrigues explicaram porquê num conjunto de artigos publicado no Expresso em Novembro de 2013 e que venceu em junho deste ano o prémio de jornalismo económico do Santander e da Universidade Nova. O trabalho observa ainda o desempenho de Ben Bernanke no combate à crise, revisita a situação em Portugal e arrisca um ranking dos 25 principais governadores de bancos centrais. Republicamos os artigos num formato especial desenvolvido para a web.

Com Deus na alma e o diabo no corpo

Quem os vê de fora pode pensar que estão possuídos. Eles preferem sublinhar o lado espiritual e terapêutico desta dança - chamam-lhe "krump" e nasceu nos bairros pobres dos Estados Unidos. De Los Angeles para Chelas, em Lisboa, já ajudou a tirar jovens do crime. Ligue o som bem alto e entre com o Expresso no bairro. E faça o teste: veja se consegue ficar quieto.

O Cabo da Roca depois da tragédia que matou casal polaco

Os turistas portugueses e estrangeiros que visitam o Cabo da Roca, em Sintra, continuam a desafiar a vida nas falésias, mesmo depois da tragédia que resultou na morte de um casal polaco, cujos filhos menores estavam também no local. Durante a visita do Expresso, um segurança tentou alertar os turistas para o perigo e refere a morte do casal polaco. O apelo não teve grande efeito. Veja as imagens.


Comentários 4 Comentar
ordenar por:
mais votados
pois !!!
... chama-se a isso chover no molhado !!! Quando uma familia tem PPR nunca nessecitará de contrabalançar o ónus pela divida !!!
boa notícia ?
Por um lado, é uma maneira de movimentar o investimento em PPR's e aliviar a prestação mensal do crédito hipotecário.
Parece umsa boa medida -- mas será que a médio prazo não vamos sofrer mais com esta alteração ?
Se as entidades emissoras de PPR's -- a Banca e as Seguradoras -- virem sair milhões e milhões em PPR's ficarão em grave desiquilíbrio -- e então lá vamos nós ser chamados para, através dos nossos impostos, tapar mais este buraco.
O Estado altera uma vez mais as regras fiscais sem pensar nas consequências.
Será que pensou nesta medida, calculou bem o efeito global ?
Dualidade de sentidos
Esta notícia contém uma dualidade de sentidos muito contraditórios.
Pela perspetiva bancária, vão perder depósitos que são úteis para o financiamento do crédito e assim voltarem a fazer mais dinheiro, mas em contrapartida ficam com mais liquidez imediata e menos crédito mal parado.
Pela perspetiva dos clientes, conseguem adiar a possível perda da casa, mas ficam sem poupanças para o futuro.
Considero o risco para os clientes superiores e serão este que mais cuidados deverão ter com as decisões de tomam. Penso que a solução de renegociação do crédito, para tentar vender o imóvel seria mais eficaz do que perder as poupanças para a reforma.
Em momentos difíceis, é complicado tomar a decisão certa.
O que faltou dizer...
Faltou dizer que não é possível fazer amortizações do empréstimo hipotecário, com o PPR.

Conclusão: quem fez PPRs vai continuar a perder dinheiro (visto que a sua rendibilidade tem sido negativa) sem os perder movimentar. Quando chegar o tempo da reforma, nem pensão da segurança social, nem sequer o valor do capital de poupanças em PPRs.
Comentários 4 Comentar

Últimas


Edição Diária 17.Abr.2014

Leia no seu telemóvel, tablet e computador
PUBLICIDADE

Pub