20 de maio de 2013 às 9:22
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"Portugal está na bancarrota e não vai cumprir a dívida", diz Bastonário dos Médicos

José Manuel Silva alerta que ainda "serão encontrados mais buracos no País", o que levará a "uma mudança radical" para os portugueses.
O ministro da Saúde, Paulo Macedo, acompanhado do Director Geral da Saúde, Francisco George e pelo Bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva Tiago Petinga/Lusa O ministro da Saúde, Paulo Macedo, acompanhado do Director Geral da Saúde, Francisco George e pelo Bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva
O Bastonário da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, disse à Agência Lusa que o País está na bancarrota e que Portugal não vai conseguir saldar a dívida.

"Estamos na bancarrota e não vamos cumprir com a nossa dívida, porque os juros são incomportáveis. Estamos falidos. Essa é a realidade do nosso País", afirmou José Manuel Silva, durante uma conferência em Pombal sobre a saúde em Portugal.

José Manuel Silva acredita que "dentro de alguns anos será perdoada parte da dívida" ou que se avançará para o seu reescalonamento.

País "corre o risco de morrer da cura"


O bastonário vaticinou que "a contabilidade ainda está para ser feita" e que "ainda vão ser encontrados mais buracos no País", alertando que "vai ser uma mudança radical" para os portugueses.

Crítico do "despesismo nacional nos últimos 30 anos", num cenário que considerou ser de "corrupção e enriquecimento ilícito", José Manuel Silva disse que são necessárias "decisões difíceis", também na Saúde, admitiu, mas que, face "à dimensão dos cortes", Portugal "corre o risco de morrer da cura".


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Portugal na bancarrota diz bastonários dos médicos
Como eu gostaria de não lhe dar razão. Disse-o aqui já lá vão uns anos que a continuar assim isto ia acontecer. Disse-o aqui que era necessário travar para não bater no muro e não cair no precipício. Que isto não era uma tarefa para um só partido e uma só Legislatura. Parece que tudo estava mais interessado em culpar Sócrates por todos os males, passados, presentes e futuros. Era ele o único culpado e a crise nem existia. A questão torna-se muito mais grave, porque não é só nossa, mas tem também origem a nível Mundial. O Mundo está assustador a Europa de olhos fechados e nós à rasca.
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NÃO LHE DOU RAZÃO ALGUMA. Ver comentário
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Nem La Palisse concluiria melhor
Não é difícil concluir o que os senhores médicos concluiram. Vejamos, um País que em termos económicos está paralisado, tem uma dívida na ordem dos 300 mil milhões de euros e está a ir praticamente todas as semanas ao mercado de capitais financiar-se através da emissão de novas obrigações, a juros astronómicos, só pode estar na bancarrota.
Espanta-me é ainda discursos de "optimismo" pela gravíssima situação do País, quando qualquer analista desapaixonado e lúcido constata facilmente o estado miserável em que o País se encontra.
Aliás, se lermos e ouvirmos com atenção os discursos dos mais altos responsáveis da Nação (o último dos quais no passado 5 de Outubro) afigura-se como inevitável um segundo pedido de ajuda.
Com empresas a falir diariamente, o desemprego a subir vertiginosamente, a produção de bens essenciais paralisada e com o custo brutal do funcionamento do aparelho de estado e das prestações sociais, que havemos nós de esperar ? Sejamos realistas.
Isso mesmo ...atira-te ao mar e afoga-te. Ver comentário
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Augúrios
Mais um observador de entranhas de aves, desta vez com licença de uso de bisturi, nos vem avisar da desgraça próxima.

Estes criadores de ambiências fúnebres, estão , felizmente, muito enganados.

Com ou sem crise bançária, financeira,económica ou de outro teor, nos sobreviveremos com a maior das naturalidades e sem grandes sacrifícios. O que agora consideramos, grandes problemas, só o .são na nossa cabeça.

Havendo terra e água (bendita Alqueva) arranjamos comida para milhões. É preciso erguer a cabeça e denunciar todos estes profetas da desgraça. Continuamos e continuaremos nos 10% de melhor alimentados, alojados, sem falta de água e somos os privilegiados desta Terra. Milhares de milhões, crianças inclusive, mal sobrevivem ou morrem à fome ou de desidratação por esse mundo fora, enquando nós andamos a pensar que vinho é o indicado para acompanhar caça.

Uma cura de modéstia e de sopa dos pobres só nos faria bem.......
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Divida e devedores.
O homen tem razão e está consciênte do que diz ser a realidade.Basta constatar o facto de haver milhares de empresários que à anos não pagam para a seguraçã social e a esses lhe foram perdoadas as dividas sem custos.A divida portuguesa não vai ser perdoada de forma tão leviana e sem custos sociais pesados para o povo.
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Em meio a qualquer crise,
vaticinar o desastre não chega a ser uma descoberta alarmante, penso. O que é interessante, na natureza humana, é o fato da predisposição que temos para dramatizar as perdas. Normalmente um filme sobre uma catástrofe ganha as bilheterias e, outro, sobre qualquer assunto sério, mofa à míngua de espectadores. Pior ainda é, que, aqueles que querem dar ânimo e esperança, vulgarmente são desacreditados, não sou ouvidos ou se conseguem alguma audiência, é para apenas serem apedrejados. Por isso, para mim, é preciso o empenho pessoal para sair da borrasca. As crises chegam quando esgotadas as oportunidades de mudança, quando a teimosia supera a visão global, que vê além do horizonte físico. Por isso, homens e povos sofrem penosamente, como foi o caso do brasileiro, que depois da Segunda Guerra, utilizando mal o seu potencial, acreditando em sonhos megalomaníacos de um presidente, construíram um novo centro do poder e hipotecaram o país por quatro longas décadas, quando fizeram das riquezas nacionais moeda de troca a preço de vintém. Contudo, ainda percebo que não aprendemos a lição e caímos no canto da sereia, alavancamos o consumo, como se fosse o cume a alcançar, esquecendo os tempos das vacas magras. É preciso paciência para cumprir as metas da vida, tanto no plano familiar como no de uma nação. É preciso disposição de luta, não esperar que as coisas caiam do céu. Rio Grande
Re: Em meio a qualquer crise, Ver comentário
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Para terminar... Ver comentário
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Re: Em meio a qualquer crise, Ver comentário
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O que està a dizer ao lado do Paulo Macedo?
O Bastonário ao lado do Paulo Macedo?

O que está a dizer o Bastonário ao lado do Paulo Macedo?

É simples... É fácil de entender... E numa linguagem bem chula:

Vamos passar muita vaselina... É grossa... Vai doer, não sabemos por quanto tempo... Vão ter que sentar e aguentar !!

De preferência sem resmungar e refilar... Quanto mais se mexerem mais vai doer.

E como médico posso dizer que não há anestésico que faça efeito... Tudo vai ser feito a sangue frio.
Re: O Bastonário ao lado do Paulo Macedo? Ver comentário
Re: O Bastonário ao lado do Paulo Macedo? Ver comentário
Re: O Bastonário ao lado do Paulo Macedo? Ver comentário
Re: O Bastonário ao lado do Paulo Macedo? Ver comentário
ESTAMOS METIDOS NUMA CAMISA DE FORÇAS.
Acredito piamente no que diz o Bastonário da ordem dos médicos. Como se costuma dizer, já só acreditamos em tragédias e esta opinião é trágica de mais para não se tornar verdadeira.

O regabofe dos últimos 30 anos não podia conduzir a outra coisa.

Os grandes enriqueceram de forma descarada e escandalosa, sem que ninguém lhes pusesse travão, porque quem o podia fazer também beneficiava. Não pagavam à segurança social, não pagavem IVA, IRS ou IRC, etc, e tudo isso não podia conduzir a outra situação. Se todos pagassem o devido, isto estaria muito melhor.

Mas se formos ver, toda à gente neste país tem mordomias e regalias à sua medida, não são só os grandes, os pequenos também as têm.

As pessoas hoje só têm direitos, deveres não têm nenhuns, só sabem fazer exigências e reivindicações, têm que lhe dar tudo, sem que para isso façam o menor esforço.
Re: ESTAMOS METIDOS NUMA CAMISA DE FORÇAS. Ver comentário
O certo é que
desde há 37 anos tem sido uma rebaldaria.
É a ver quem se safa melhor.
Agora chegou a hora do ajuste de contas.
Discordo completamente ! É possivel pagar a divida
Discordo completamente !
A divida a que nos conduziu Socrates e o partido dele é enorme, mas é possivel paga-la , crescer economicamente e em 10 anos tornarmo-nos um dos paises do meio da tabela da europa ocidental. Para isso so precisamos de fazer as coisas certas e rapidamente pois os juros da divida é sempre a somar cada dia que passa.
VÁ LER SR. DR.!!!!!!
Será que este cretino leu hoje o artigo de Nicolau Santos no caderno de Economia do Expresso???? E SOBRE O QUE SE DIZ, este bastonário, NÃO tem nada a dizer????????????
Só para ver no que dá!!
Já que o senhor bastonário da Ordem dos Médicos pode falar sobre economia com todo o conhecimento de causa como assim pensa dizer, gostava de ouvir o bastonário da Ordem dos Economistas falar do estado da medicina em Portugal.
Só para ver no que dá!!
Re: Só para ver no que dá!! Ver comentário
Re: Só para ver no que dá!! Ver comentário
Uma questão de vocação tardia
Medicina ou ... Economia, talvez a Economia seja uma vocação tardia.
Grande novidade...
O Sr. Dr. José Manuel Silva diz que o país está na Bancarrota, que iremos descobrir ainda mais buracos e o mais certo não conseguirmos pagar a dívida....

Sobre a situação de Bancarrota todos já sabíamos portanto o Dr. deve ter andado distraído nos últimos anos, quanto a mais buracos é verdade já que existem muitos esqueletos escondidos no armário que terão de sair por falta de financiamento e quanto não termos capacidade de cumprir os encargos assumidos nessa discordo com o Sr. Dr. .

O país está em grande dificuldades, mudar de vida é sempre muito doloroso e as medidas já anunciadas pelo Governo vão no caminho certo.

O Corte na Saúde, Educação, Empresas Públicas, Administração Local, Institutos, etc, demonstram uma forte determinação em disciplinar os gastos públicos mas tal demora tempo a produzir efeitos.

Vamos passar pelo menos 3 a 4 anos muito difíceis, todos nós cidadãos teremos que nos adaptar a uma nova realidade, o nosso país é pobre portanto muito do que estávamos habituados terá que acabar. O nosso nível de vida terá que ser ajustada para um patamar mais baixo, isso é inevitável.

Mas acredito que todos nós teremos a capacidade de levar este país para um rumo de prosperidade mas em primeiro as dívidas terão que ser pagas!!!!

A tarefa é difícil e dolorosa mas com iniciativa e capacidade trabalho conseguiremos dar a volta a esta situação!
Re: Grande novidade... Ver comentário
Re: Grande novidade... Ver comentário
a verdade que doi!
Sim, é preciso que o povo tome consciencia da gravidade. É preciso que se saiba que a divida é colossal, e se pagar os juros já é dificil, então a própria divida, nem se fala. É verdade que o país foi saqueado, mas não direi que tenha ocorrido nos ultimos 30 anos, digo que o saque começou logo a seguir a 1974. O descontrolo do despesismo reporta a facilidade, sem qualquer tipo de responsabilidade com que se usava os dinheiros publicos, pelos governantes, pelos autarcas e por todos aqueles que tinham acesso ao dinheiro. É tão fácil fazer obra com o dinheiro dos outros!
Depois de sabermos do nosso triste e recente passado, só podemos acreditar que este governo( unica aternativa que nos resta) consiga endireitar as contas nos próximos anos e que de uma vez por todas, que resolva a injustiça da justiça que temos e que se começe a sancionar, dentro da maquina do estado, quem é corrupto, quem mete a mão na massa.
Por outro lado, se o país não conseguir, ainda temos a UE para nos ajudar. Um erro que cometemos, foi termos entrada na união. Se a coisa aqui já andava mal, com a ajuda envenadada da europa a coisa piorou. Antes pobre, de cabeça levantada do que disfarçado de rico. Se portugal cair a europa também cai, e isso não pode acontecer, logo também acredito que parte da divida tenha que ser perdoada. Penso que os próximos anos sejam de viragem e que portugal irá ficar mais real, mais justo e equilibrado. E que os erros do passado sirvam de exemplo.
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