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Portugal é o terceiro país da UE com mais precários

Depois da Polónia e de Espanha, Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE), que apresenta a mais alta taxa de trabalhadores contratados a prazo, de acordo com os números avançados pelo Eurostat.

10:45 Sábado, 11 de dezembro de 2010

Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE), depois da Polónia e de Espanha, que apresenta a mais alta taxa de trabalhadores contratados a prazo, de acordo com os números avançados pelo Eurostat.

De acordo com o gabinete de estatísticas europeu, Portugal tem 22% da população empregada contratada a prazo, sendo apenas ultrapassado pela Polónia (26,5%) e por Espanha (25,4%).

A média de trabalhadores com contratos a prazo (com mais de 15 anos) na União Europeia é de 13,5%, enquanto na zona euro é de 15,2%, acrescenta o relatório do Eurostat, que se baseia em dados de 2009.

De acordo com o Labour Force Survey, publicado em agosto pelo Eurostat, a taxa de emprego em Portugal em 2009 foi de 66,3%, acima da média da UE (64,6%) e da zona euro (de 64,7%). 

Taxa de emprego na UE caiu em 2009


A taxa de emprego nos países da UE caiu em 2009 dos 65,9% observados em 2008. 

O relatório analisa ainda para cada país a percentagem de trabalhadores a 'part-time' (tempo parcial) existente no respetivo mercado de trabalho.

Em Portugal, essa percentagem é de 8,4%, um valor bastante abaixo da média da UE (18,1%) e da zona euro (19,5%).

A Holanda é o país da UE com a maior fatia de trabalhadores a 'part-time', enquanto a Bulgária é onde se encontram menos trabalhadores contratados neste regime. 

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o trabalho precário caracteriza-se por uma combinação de diferentes factores, entre os quais, "uma duração limitada ou uma elevada probabilidade de o trabalhador perder o emprego". 


Lusa
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caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 9:56 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
À política miserável deste governo que tem tido, e afinal as empresas de trabalho temporário são um verdadeiro embuste permitindo lesar os trabalhadores e o estado.
 
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Precários
ERA 2009 (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 11:43 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
Com uma lei laboral destas, de que estavam à espera ?
Quem é o empresário que admite um trabalhador a termo indeterminado, se sabe que mesmo que nada faça para merecer ocupar o lugar, muito difìcilmente o pode despedir?
Daí a razão porque só admitem trabalhadores a termo certo, ou a recibo verde "!
 
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tocaafalar (seguir utilizador), 2 pontos , 23:22 | Domingo, 12 de dezembro de 2010
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ERA 2009 (seguir utilizador), 1 ponto , 23:30 | Domingo, 12 de dezembro de 2010
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tocaafalar (seguir utilizador), 2 pontos , 11:46 | Segunda feira, 13 de dezembro de 2010
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JPOSR (seguir utilizador), 1 ponto , 13:04 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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Bilikili (seguir utilizador), 1 ponto , 23:42 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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nietniet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:02 | Terça feira, 14 de dezembro de 2010
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sardinha assada (seguir utilizador), 1 ponto , 13:45 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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Durruti Blak (seguir utilizador), 1 ponto , 17:21 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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filipe@rio (seguir utilizador), 1 ponto , 19:05 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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ERA 2009 (seguir utilizador), 1 ponto , 19:41 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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filipe@rio (seguir utilizador), 1 ponto , 20:50 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
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Bilikili (seguir utilizador), 1 ponto , 23:27 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
PORTUGAL COM MUITOS PRECÁRIOS?
MJoaquimSousa (seguir utilizador), 1 ponto , 16:24 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
Portugal com muitos trabalhadores precários? Certamente que o Sr. Primeiro-Ministro deve estar muito admirado com os números revelados ou então vai desvaloriza-los.
Esta realidade do mundo laboral em Portugal demonstra que o emprego no nosso país não é assim tão seguro e que as nossas leis laborais não são tão rígidas como nos querem fazer passar.
Não se compreende por isso, a razão da UE pretender que Portugal flexibilize o código de trabalho. Mais? O que falta fazer agora? Liberalizar mais o despedimento? Acabar com os direitos que ainda existem?
Não pensem que desta forma vai ser possível atingir algum crescimento económico sustentável. Pretende-se um modelo de Flexisegurança para Portugal, mas ignora-se os dados da situação laboral dos trabalhadores.
Manuel de Sousa
 
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Precário!
coelhobravo (seguir utilizador), 1 ponto , 17:33 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
Este País é (está) precário...
O provisório (ou deveria dizer: precário)...definitivo,é um símbolo deste País.
É ,definitivamente,um País provisório(precário)...
 
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Reforma laboral
Bravo económico (seguir utilizador), 1 ponto , 22:22 | Sábado, 11 de dezembro de 2010
Fala-se na reforma laboral porque a UE assim exige.

Reforma laboral não irá haver enquanto não houver um novo acordo com o FMI.
 
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Mas parece que ainda não chega...
APNS (seguir utilizador), 1 ponto , 18:53 | Domingo, 12 de dezembro de 2010
Porque tudo o que é gente de direita, seja em Portugal (como os representantes dos patrões, ou os dirigentes do PSD e do CDS) seja no estrangeiro (como os dirigentes da UE, do BDE e do FMI), só falam na necessidade urgente da liberalização dos despedimentos como a panaceia para a resolução da nossas faltas crónicas de competitividade e de produtividade.
Se o governo tivesse sido monetarista (como toda a direita hoje quer) teríamos o défice e a divida pública controlados mas... teríamos para aí 20% de desempregados.
Seríamos óptimos alunos (na óptica da escola de Chicago) mas a que preço para o nosso povo?
         
 
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