24 de maio de 2013 às 17:23
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(Portugal) "Conseguiu dar a entender que a meta não é poupar e sim desenvolver reformas que tornem a economia competitiva e as estruturas em fatores de crescimento".

Philipp Rõsler, ministro da Economia alemão, afirmando que o Governo de Atenas tem de trabalhar em vez de pedir mais concessões, sublinhando que Portugal é o exemplo a seguir.
"Diário de Notícias", 17/8/2012

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JÁ VIROU
««« Consegui dar a entender que a meta não é poupar e sim desenvolver reformas que tornem a economia competitiva e as estruturas em fatores de crescimento»»»

Philipp Rosler, ministro da Economia alemão, reforçando a suspeita que ao contrário do que sucede com a Grécia, a admiração que o seu governo tem por Portugal, pode virar caso de amor.
Re: JÁ VIROU Ver comentário
O que é bom é gastar o que os outros produzem... Ver comentário
Re: O que é bom é gastar o que os outros produzem. Ver comentário
Ovo de Colombo ou uma "lapalissada"?
"Conseguiu dar a entender que a meta não é poupar e sim desenvolver reformas que tornem a economia competitiva e as estruturas em fatores de crescimento".

Quem me ajuda a entender isto?
Como diria o "outro", então não tem sido a poupança "forçada" dos pobres e remediados, que tem sido a meta procurada pelo governo português?
A que reformas está aquele senhor alemão a referir-se?
À destruição sistemática das empresas e empregos, a instabilidade social e, dum modo geral e preocupante, da própria economia nacional/privada?
Onde está o capital necessário para tornar as fábricas competitivas?
"...as estruturas em factores de crescimento"?
Essa deveria ser a ideia do governo mas, ou não percebe nada do que se deveria esperar que fizesse, ou este "tótó" alemão, pertence ao clube de PCoelho.
Que raio de "estruturas" estão a ser criadas ou transformadas?
Então quando havia clientes e dinheiro, não fizeram as tais "estruturas", o que fazem agora sem uma coisa nem outra, sendo os mesmos empresários?
Ou as "estruturas" são construídas com o abaixamento dos salários que já eram dos mais baixos da UE correspondendo a um maior número de horas de trabalho?
Como é que a Alemanha, pagando maiores salários e menor horas de trabalho/homem, consegue ser mais competitiva e ter (forçosamente) as estruturas que dispõe?
No mercado global, os preços de bens é competitivo para todos os envolvidos.
Portugal não tem estruturas ... desde sempre!
Será que estruturar é destruir?
Desde 1910...
...Que todos os povos que recebem elogios alemães acabam muito mal...É A NOSSA VEZ.
Você é um bocado chauvinista... Ver comentário
Vá lá...Vá lá... Demorou mas conseguiram entender.
Os alemães têm a cabeça dura(em certos casos isso é bom),levam muito tempo a compreender as coisas,mas depois de entenderem "são mais rápidos do que a luz".

Espero que compreendam que Portugal está a pagar juros irrespiráveis pela venda de dívida soberana e pelo resgate e está a fazer austeridade sufocante a mais,quando a culpa não é do país ou da sua população que se limitou a "ir na onda",da qual mesmo que quisesse não podia fugir,por razões contextuais internacionais divagantes,mas sim das linhas ideológicas fantasiosas com que se coseu a União Europeia e o todo o mundo Ocidental(incluindo os EUA) e ocidentalizado(como o Japão) nas últimas décadas em que predominou o Marketing desbragado em contexto anárquico e niilista e dilerantemente igualitário que gerou o esvaziamento global e particular em que campeia a depressão.

Portugal está a pagar juros muito elevados e gostaria de ser melhor tratado pagando juros negativos ou nulos pela venda da sua dívida pùblica tal como a Alemanha e a França (esta até se silenciou e conformou a políticas erradas com essa benesse).

A dívida soberana portuguesa é "uma gota de água" no conjunto do PIB da União Europeia,logo não se justifica a actual intolerância monetária e económica para com o país que estraga a vida a toda a população.
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