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Reações aos cortes anunciados por Passos Coelho

Partidos e parceiros reagem com duras críticas às medidas do Governo para reduzir a despesa do Estado.

(Em atualização)
“As medidas não configuram uma reforma do Estado, não resolvem os problemas do país. Não ouvimos uma palavra do desemprego. O Governo está obcecado em forçar uma receita sem adesão à realidade, quer colocar portugueses contra portugueses, destruir a economia." "O país não aceita mais austeridade. O PS continuará a defender um caminho alternativo." João Ribeiro, porta-voz do PS
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“As medidas não configuram uma reforma do Estado, não resolvem os problemas do país. Não ouvimos uma palavra do desemprego. O Governo está obcecado em forçar uma receita sem adesão à realidade, quer colocar portugueses contra portugueses, destruir a economia." "O país não aceita mais austeridade. O PS continuará a defender um caminho alternativo." João Ribeiro, porta-voz do PS

"O que temos que perguntar neste momento é até onde vamos deixar ir este Governo? Até onde é que cada português, que é atingido por esta política que não leva a lado nenhum, vai permitir que este Governo continue a destruir o país?" "O apelo que fazemos é que todos tomem nas suas mãos a necessidade de demitir este Governo, exigir eleições, uma outra política que salve o país desta destruição miserável a que nos estão a conduzir." Bernardino Soares (PCP)
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"O que temos que perguntar neste momento é até onde vamos deixar ir este Governo? Até onde é que cada português, que é atingido por esta política que não leva a lado nenhum, vai permitir que este Governo continue a destruir o país?" "O apelo que fazemos é que todos tomem nas suas mãos a necessidade de demitir este Governo, exigir eleições, uma outra política que salve o país desta destruição miserável a que nos estão a conduzir." Bernardino Soares (PCP)

"Deverá merecer o levantamento não só dos partidos políticos mas de todo o país. Estas medidas não são para os funcionários públicos e reformados. São para toda uma economia que vai entrar ainda mais fundo na recessão, trará ainda mais desemprego." "Um Governo que não percebe que o caminho que trouxe até aqui é o da destruição e quer ir mais fundo tem de ser parado pelos portugueses senão vai destruir o país." Pedro Filipe Soares (BE)
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"Deverá merecer o levantamento não só dos partidos políticos mas de todo o país. Estas medidas não são para os funcionários públicos e reformados. São para toda uma economia que vai entrar ainda mais fundo na recessão, trará ainda mais desemprego." "Um Governo que não percebe que o caminho que trouxe até aqui é o da destruição e quer ir mais fundo tem de ser parado pelos portugueses senão vai destruir o país." Pedro Filipe Soares (BE)

“O aumento do horário de trabalho é um retrocesso social. Não aceitamos este brutal ataque aos trabahadores e que possam pôr em causa os serviços públicos fundamentais." "O Governo tem uma posição de má fé. Não é para discutir com os parceiros sociais, mas para aceitarem." "Apelo aos trabalhadores para lutarem contra estas medidas. Temos de ir todos para Belém para exigir a mudança de Governo. É preciso dizer basta!" Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP
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“O aumento do horário de trabalho é um retrocesso social. Não aceitamos este brutal ataque aos trabahadores e que possam pôr em causa os serviços públicos fundamentais." "O Governo tem uma posição de má fé. Não é para discutir com os parceiros sociais, mas para aceitarem." "Apelo aos trabalhadores para lutarem contra estas medidas. Temos de ir todos para Belém para exigir a mudança de Governo. É preciso dizer basta!" Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP

“São medidas deste género, muito duras e exigentes, que permitirão, esperamos, a breve trecho reduzir a pesada carga fiscal que os portugueses nesta altura suportam." "O primeiro-ministro enfatizou bem que a procura de um consenso é essencial e que está aberto a sugestões de todas as forças políticas e estamos certos que esse é, dadas as condições que enfrentamos, o melhor caminho para que Portugal possa cumprir rapidamente as suas obrigações" Miguel Frasquilho, vice-presidente da bancada do PSD
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“São medidas deste género, muito duras e exigentes, que permitirão, esperamos, a breve trecho reduzir a pesada carga fiscal que os portugueses nesta altura suportam." "O primeiro-ministro enfatizou bem que a procura de um consenso é essencial e que está aberto a sugestões de todas as forças políticas e estamos certos que esse é, dadas as condições que enfrentamos, o melhor caminho para que Portugal possa cumprir rapidamente as suas obrigações" Miguel Frasquilho, vice-presidente da bancada do PSD

"Este Governo demonstrou que não tem limites e não tem escrúpulos."Medidas anunciadas "vêm comprovar a necessidade da sua demissão". "Não se criem ilusões, porque o Governo está a cumprir o seu sonho de reduzir o Estado ao mínimo e aniquilar os serviços públicos." Heloísa Apolónia, deputada Os Verdes
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"Este Governo demonstrou que não tem limites e não tem escrúpulos."Medidas anunciadas "vêm comprovar a necessidade da sua demissão". "Não se criem ilusões, porque o Governo está a cumprir o seu sonho de reduzir o Estado ao mínimo e aniquilar os serviços públicos." Heloísa Apolónia, deputada Os Verdes

Medidas anunciadas revelam uma "OPA hostil e gratuita" do Ministério das Finanças sobre o regime público de pensões. ""No fundo, isto não é uma reforma do Estado enquanto reforma das funções do Estado e portanto mais uma vez, dois anos depois de o Governo entrar em funções, das reformas das funções do Estado não há nada. O que há é cortes de pensões, contribuições sobre contribuições, redução da função pública, mas não norteada por uma lógica do Estado estruturado de maneira a que seja mais racional e eficiente." Bagão Félix, economista e antigo ministro das Finanças
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Medidas anunciadas revelam uma "OPA hostil e gratuita" do Ministério das Finanças sobre o regime público de pensões. ""No fundo, isto não é uma reforma do Estado enquanto reforma das funções do Estado e portanto mais uma vez, dois anos depois de o Governo entrar em funções, das reformas das funções do Estado não há nada. O que há é cortes de pensões, contribuições sobre contribuições, redução da função pública, mas não norteada por uma lógica do Estado estruturado de maneira a que seja mais racional e eficiente." Bagão Félix, economista e antigo ministro das Finanças