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PS, PSD e Assunção Esteves lembram o drama do Mediterrâneo

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FOTO TIAGO MIRANDA

Na semana em que a emigração ilegal foi discutida na Europa, o tema não foi esquecido em três das oito intervenções que se ouviram esta manhã na sessão solene comemorativa dos 41 anos do 25 de abril.

A primeira referência veio do deputado socialista Miranda Calha. O vice-presidente da AR  exortou a que "a Europa não pode autobloquear-se ao mundo à sua volta, desde logo à imigração, para mais uma Europa de onde séculos de emigrantes saíram para procurar vingar por todas as latitudes".

Depois foi Fernando Negrão, do PSD, a intervir no mesmo sentido: "A Europa, hoje, tem o dever de não se deixar fortificar e, em consequência, de não continuar a dar razões a Giusi Nicolini, presidente do município de Lampedusa, de dizer comi diz desde 2012, "quão grande deve ser o cemitério da minha ilha".

E, por fim, a presidente da Assembleia da República também não quis deixar de se referir ao assunto. Assunção Esteves lamentou que a União Europeia tenha "a sua unidade comprometida no longo arco das políticas fragmentadas dos Estados", de que são exemplo "as políticas europeias de desenvolvimento e imigração, vistas a partir de Lampedusa, Ceuta ou Melila".