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Passos responde a Costa: sem um acordo com o PS, "só por milagre"

FOTO MARCOS BORGA

Primeiro-ministro não comenta o congresso do PS. Mas insiste que, sem um entendimento alargado, "só por milagre" é que alguns problemas se resolvem. A começar pela Saúde.

Na primeira declaração pública após o congresso do Partido Socialista, Passos Coelho renovou o apelo ao maior partido da oposição para que se abra a um consenso alrgado. A única forma, na sua opinião, de se resolverem alguns problemas estruturais do país.

"É urgente que consigamos colocar-nos de acordo sobre alguns desses problemas. E ninguém perde na preferência do eleitorado por mostrar disponibilidade em debater estes temas", avisou Passos Coelho. Presenta na inauguração do Hispotal do Bonfim, o primeiro-ministro puxou pelo exemplo do setor da Saúde, que considerou urgente "adaptar à realidade".

"Temos cada vez menos crianças, cada vez mais idosos, com problemas que são típicos das populações envelhecidas", afirmou, considerando que os próximos 10 a 15 anos serão determinantes para uma "profunda mutação".

Passos insistiu na necessidade de "um entendimento coletivo sobre a maneira de resolver" o problema. E fez votos para que, depois do Congresso, o PS tenha encontrado "estabilidade" e consiga "olhar para o futuro sem ser com a perspetiva de contar espingardas".