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Política

Greve na TAP não demoverá o Governo, garante Passos

Marcos Borga

Primeiro-ministro diz que o "compromisso" da privatização vai adiante e não será uma greve a fazer tremer o processo. Requisição civil é discutida no Conselho de Ministros de quinta-feira.

Raquel Pinto

Raquel Pinto

Jornalista

"Todos sabem qual é o compromisso do Governo. É o de prosseguir com a privatização da TAP. E não é uma greve na TAP que irá colocar em causa esse processo", assegurou Pedro Passos Coelho, esta quarta-feira.

A requisição civil está em cima da mesa, adimitiu o primeiro-ministro, esta tarde, no final da cimeira luso-caboverdiana, em Lisboa. Esta e outras opções vão a debate no Conselho de Ministros de quinta-feira.

Passos Coelho estará ausente da reunião, já que participa no Conselho Europeu, mas confia que o Governo "tomará todas as medidas que considerar adequadas para garantir, na medida do possível, aquilo que a lei confere, a normalidade em serviços que são tão importantes para o país como é aquele que é servido pela TAP".

Na semana passada, a plataforma sindical da TAP agendou quatro dias de paralisação para 27, 28, 29 e 30 de dezembro para "sensibilizar o Governo para a necessidade de travar o processo de privatização". Na segunda-feira enviou um memorando ao Governo visando a suspensão da privatização da TAP e da greve. Uma contraproposta que o Governo não aceitou.