Siga-nos

Perfil

Expresso

Política

Frases de Henrique Neto

  • 333

Henrique Neto com Helena Roseta durante o XII Congresso do PS, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa

Alberto Frias

Coletânea de frases e ideias defendidas por Henrique Neto, conhecido pela sua frontalidade e espírito crítico.

"Aquilo que os portugueses precisam de conhecer com urgência são as convicções mais profundas de António Costa, como pessoa e como futuro primeiro-ministro. O que os portugueses certamente não precisam é de uma listagem de boas intenções e de ideias avulsas descobertas por um conjunto de técnicos, por mais competentes que possam ser."

Crónica no jornal "i", 4 de março 2015



"Aquilo que Sócrates conta não é normal. Pedir aqueles empréstimos todos de valor tão elevado."

Entrevista ao jornal "i", 26 de janeiro de 2015



"Há anos que esperava que isso acontecesse. Os indícios eram mais que muitos"

Entrevista ao jornal "i", 28 novembro de 2014, sobre a detenção de José Sócrates



"Não haja dúvidas de que o sistema democrático português está podre."

Entrevista ao "DN", 16 de setembro de 2014



"Passos Coelho aparecer ao lado do ministro Miguel Relvas é como o Papa Francisco aparecer ao lado de um cardeal pedófilo. É simbólico, mas as pessoas veem que assim não vamos lá."

Entrevista à Antena 1, 15 de março de 2014



"Um dos mais antigos bloqueios do país é o da obra pública, do cimento. Quando acabou o dinheiro para fazer obra, os governos endividaram-se para continuar a fazê-la como na Madeira. Há outro bloqueio que é estratégico. Todos os governos fazem navegação à vista, sem uma visão a dez ou vinte anos. E há um terceiro bloqueio que é o da incompreensão do funcionamento do mundo global. Mas os nossos governantes têm pouca experiência do mundo, para além das viagens de férias que possam ter feito. Não trabalharam em empresas globais."

Entrevista à revista "Visão", 13 outubro de 2011



"Este Governo tem uma atitude política mais transparente e dialogante, mas não tem estratégia. O primeiro-ministro não está preparado, embora tenha feito uma coisa boa: escolheu pessoas que tinham ideias claras, como o Nuno Crato, na Educação, ou o Álvaro Santos Pereira, na Economia."

Entrevista à revista "Visão", 13 outubro de 2011