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Costa: Coligação é "casamento" para "disfarçar as conveniências"

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António Costa, que falava num almoço-debate em Reguengos de Monsaraz, considerou o anúncio da coligação como um "não acontecimento".

Francois Guillot/AFP/Getty Images

"Tivemos ontem a melhor demonstração de que mesmo nada de novo o Governo tem para dar. Não tem novas políticas a propor e aquilo que ontem vieram fazer era mais do mesmo", disse o secretário-geral do PS, António Costa, durante um almoço-debate em Reguengos de Monsaraz.

O secretário-geral do PS, António Costa, considerou este domingo que a coligação anunciada entre o PSD e o CDS-PP é um "casamento" para "disfarçar as conveniências" e que demonstra que o Governo "nada de novo tem para dar".

"Tivemos ontem [sábado] a melhor demonstração de que mesmo nada de novo o Governo tem para dar. Não tem novas políticas a propor e aquilo que ontem vieram fazer era mais do mesmo", disse, durante um almoço-debate em Reguengos de Monsaraz.

Segundo António Costa, para terem "alguma coisa de novo", o PSD e o CDS-PP escolheram o 25 de abril para anunciar que vão concorrer coligados às próximas eleições legislativas, mas esse anúncio não passou de um "não acontecimento".

"E a coisa tão extraordinária de falta de novidade na celebração da coligação é que quiseram escolher o dia 25 de Abril para ser a novidade do não acontecimento que é manter o casamento de quem já está casado e que remédio tem se não manter-se casado para disfarçar as conveniências", ironizou.