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Governo anuncia segunda-feira medidas para a habitação

MANUEL DE ALMEIDA / Lusa

Durante o debate quinzenal desta tarde, António Costa disse que o Governo pretende “assegurar habitação acessível e digna a todos os portugueses” e que na próxima segunda-feira irá apresentar novas medidas para o sector

O primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta quarta-feira que o Governo vai apresentar na próxima segunda-feira um conjunto de medidas na área da habitação, tendo em vista torná-la mais acessível à generalidade dos cidadãos.

António Costa deixou esta mensagem na abertura do debate quinzenal, na Assembleia da República, quando falava sobre a semana que vai comemorar mais um aniversário do 25 de Abril de 1974.

"O Governo apresenta na próxima segunda-feira, na semana em que celebramos o 25 de abril, um conjunto de medidas que dá cumprimento a mais um compromisso, concretizando a ambição de assumir a habitação como uma prioridade das políticas públicas deste Governo. O objetivo é simples: assegurar habitação acessível e digna a todos os portugueses", declarou o primeiro-ministro.

Neste ponto, o líder do executivo enviou também um recado para quem já esteja concentrado nas próximas eleições legislativas.

"Ao contrário do que alguns parecem pensar, a legislatura ainda não chegou ao fim e, sobretudo, nós temos ainda muito trabalho pela frente.

Por isso, estamos e vamos continuar a trabalhar com todo o afinco e determinação", disse.

A principal preocupação do Governo, segundo António Costa, "é preparar o país para o futuro através de políticas públicas que melhorem a vida dos portugueses, que promovam a igualdade de oportunidades, a coesão do território e a competitividade da nossa economia".

Neste contexto, o primeiro-ministro considerou depois que a redução do endividamento é também "uma garantia essencial de um melhor futuro".

"A credibilidade da trajetória de redução da dívida, é crucial para garantir a sustentabilidade do financiamento da economia portuguesa, das famílias e das empresas, bem como dos serviços públicos, tanto no presente como no futuro. A melhoria da nossa credibilidade internacional, reduz o esforço suportado pelas famílias com os créditos que contraíram, beneficia a competitividade das nossas empresas e a sua capacidade de investir e, uma poupança continuada da despesa do Estado com os juros da dívida", acrescentou.