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Costa defende que reforço do apoio às arte é “adequado” e admite alterações “se for caso disso”

MANUEL DE ALMEIDA / Lusa

Primeiro-ministro considera que novo reforço de 2,2 milhões de euros para o concurso de apoio às artes é a “medida adequada” para permitir uma “avaliação serena do modelo”. A deputada do PEV, Heloísa Apolónia, considera o financiamento insuficiente

O primeiro-ministro defendeu esta quinta-feira que o novo reforço de 2,2 milhões de euros para o concurso de apoio às artes é a "medida adequada" para permitir uma "avaliação serena do modelo", admitindo alterações "se for caso disso".

O primeiro-ministro, António Costa, respondia no debate quinzenal no Parlamento, esta quinta-feira, à deputada do PEV Heloísa Apolónia, que questionou não apenas os "reforços minúsculos" deste programa mas também os "critérios e o modelo", que disse não estarem adequados.

Heloísa Apolónia considerou insuficiente o financiamento previsto de 19,2 milhões de euros, sustentando que o "mínimo que se considera justo" seriam 25 milhões de euros e advertiu que o modelo do programa pretende 'democratizar' mas tem tido o efeito de "desmotivação" dos agentes culturais.

"Quando diz que o apoio é minúsculo, digo que há 43 entidades que não estavam previstas receber apoio e passarão a ter apoio com este reforço orçamental", sublinhou o António Costa.

António Costa defendeu que o alargamento agora anunciado "é a medida adequada para garantir e permitir uma avaliação serena e avaliar um modelo que é novo retirar as ilações", admitindo confirmá-lo ou "alterando se for caso disso".

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