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Governo ambiciona “forte competitividade externa” para Portugal na próxima década

Mário Cruz / Lusa

“No que respeita a Portugal, consideramos que o desafio crítico, mesmo para a política de coesão nesta fase, é o desafio da competitividade”, afirmou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques

As opções estratégicas para Portugal na próxima década devem convergir para "uma forte competitividade externa ao lado de uma forte coesão interna", afirmou esta segunda-feira o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, destacando a “ambição” do atual Governo.

“No que respeita a Portugal, consideramos que o desafio crítico, mesmo para a política de coesão nesta fase, é o desafio da competitividade, e pensamos que uma convergência duradoura, por uma década como ambicionamos, só se consegue fazer com uma forte competitividade externa ao lado de uma forte coesão interna”, declarou o governante Pedro Marques, na reunião extraordinária do Conselho Regional de Lisboa e Vale do Tejo sobre o Portugal 2030, que decorreu em Lisboa.

De acordo com o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, as propostas que a Comissão Europeia apresentou como perspetivas estratégicas para a próxima década foram “significativas” para que Portugal pudesse começar a posicionar-se para o próximo ciclo de programação, "nomeadamente porque está agora em curso um debate importante sobre a questão da possibilidade da criação de uma capacidade orçamental europeia".

“O destino possível dessa capacidade orçamental europeia, neste momento, parece fazer mais consenso, a nível europeu, o apoio ao investimento e à competitividade dos países europeus”, adiantou Pedro Marques, acrescentando que Portugal está “confortável e preparado” para acompanhar esta evolução em direção ao investimento e à competitividade dos países de coesão e da Europa em geral.