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Marques Mendes: "Está tudo em aberto para o próximo ano"

O antigo presidente do PSD votou em Fafe e recusou-se a considerar o próximo líder como de transição

Luísa Meireles

Luísa Meireles

Redatora Principal

O antigo presidente do PSD disse hoje que a principal tarefa do novo líder é ser capaz de unir e integrar o partido e que o importante será que quem perder reconheça a vitória do adversário e quem ganhar seja capaz de unir.

Marques Mendes saudou os dois candidatos pelo "ato de coragem" em se apresentarem, na medida em que esta "altura não é favorável ao PSD", nem a política é atrativa. O comentador politico da SIC recusou-se a considerar que o líder eleito possa ser de transição, "pode ser para dois, quatro ou cinco anos, só as circunstâncias do futuro o dirão".

Segundo Marques Mendes, "não é tempo de atirar a toalha ao chão, nem que quem esteja no poder ache que são favas contadas, está tudo em aberto".