Siga-nos

Perfil

Expresso

Política

Santana: “Não haverá discordância todos os dias”

Pedro Santana Lopes apresenta a candidatura à liderança do PSD em Santarém

Luís Barra

Pedro Santana Lopes disse no sábado, em Coimbra, que se for eleito presidente do PSD “haverá concordância no que deve haver”

Pedro Santana Lopes disse que se for escolhido para estar à frente do partido "não haverá discordância com o Governo todos os dias". As declarações foram proferidas aos jornalistas no sábado, em Coimbra, no contexto de um debate no Conselho Nacional da Juventude Social Democrata, no qual participou.

"Haverá concordância no que deve haver e alternativa naquilo em que ela deve ser levada a cabo", afirmou o candidato à presidência do PSD. Durante o dia, numa visita a Pampilhosa da Serra, Santana Lopes já tinha apelado ao "consenso entre todas as forças políticas" a respeito da reforma da floresta e das medidas a serem tomadas para a prevenção de incêndios, "e não combate político".

Isto deve ser feito, diz o candidato, "com o envolvimento de todas as câmaras municipais, independentemente da sua cor política". "Toda a minha vida tenho falado de desertificação e tenho lutado contra ela", asseverou, exemplificando com as reuniões que "logo a seguir" aos incêndios e "sem câmaras de televisão", teve com os autarcas de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

Segundo apontou, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, da qual à altura era presidente, apoiou aqueles municípios. "Aquilo são monstanhas e montanhas calcinadas", lamentou.