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Ministério Público reabre processo relativo à morte do advogado João Álvaro Dias

O Ministério Público recebeu denúncias de que a morte do advogado João Álvaro Dias pode ter sido encenada pelo próprio. Assim sendo, o processo foi reaberto, para novas investigações e está em segredo de justiça

O Ministério Público decidiu reabrir o processo relativo à morte do advogado João Álvaro Dias, para novas investigações, informou, esta segunda-feira, a Procuradoria-Geral da República (PGR).

“O processo foi reaberto, nos termos do Código de Processo Penal, uma vez que, após análise, o Ministério Público considerou que deveriam ser feitas mais diligências. Encontra-se em segredo de justiça”, refere a PGR, em resposta escrita enviada à agência Lusa.

Alguns órgãos de comunicação social noticiaram nos últimos dias que o MP terá recebido denúncias de que o advogado João Álvaro Dias poderá ter encenado a sua própria morte.

O Ministério Público recebeu denúncias de que a morte do advogado João Álvaro Dias pode ter sido encenada pelo próprio. Assim sendo, o processo foi reaberto, para novas investigações e está em segredo de justiça.

João Álvaro Dias terá sido abalroado e esmagado pelo próprio carro na propriedade que detinha na Herdade Mata do Duque, na freguesia de Santo Estêvão, concelho de Benavente.

O advogado tinha vários processos em que era investigado pela Polícia Judiciária e outros em fase de julgamento.

Além disso, João Álvaro Dias tinha ainda recursos pendentes no Tribunal da Relação, e estava à beira de cumprir uma pena de prisão de cinco anos e meio.

  • Advogado João Álvaro Dias pode ter encenado a própria morte

    O Ministério Público recebeu denúncias de que a morte do advogado João Álvaro Dias pode ter sido encenada pelo próprio. Assim sendo, o processo foi reaberto, para novas investigações e está em segredo de justiça. João Álvaro Dias terá sido abalroado e esmagado pelo próprio carro, um Rolls Roice, na propriedade que tinha na Mata do Duque, em Benavente. O advogado tinha vários processos em que era investigado pela Polícia Judiciária, outros em fase de julgamento, outros em recurso no Tribunal da Relação, e estava à beira de cumprir uma pena de prisão de cinco anos e meio