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Governo não se sente “humilhado” por Marcelo ter respondido a carta divulgada pelo Expresso

Em nome da irmã que morreu no incêndio de Pedrógão, Ana Catarina Costa escreveu uma carta aberta, divulgada na sexta-feira pelo Expresso, em que questiona onde estão “as ajudas tão apregoadas”. Marcelo respondeu e prontificou-se a ajudar. Agora, em entrevista à SIC, que pode ser vista na íntegra, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, garante que a atitude do PR não “humilha” ou desautoriza o Executivo (pode ver esse momento a partir dos 3m24s)

Pode ler a carta aberta de Ana Catarina Costa AQUI e a resposta de Marcelo Rebelo de Sousa AQUI. “O Presidente incrível de uma República inacreditável”, escreve Pedro Santos Guerreiro, diretor do Expresso, num texto de opinião que pode ser lido AQUI.

  • Agora é o tempo da tristeza

    Primeiro foi o pânico, depois veio a revolta e agora é o tempo da tristeza. Pedrógão Grande ardeu e viu morrer há precisamente um mês. E um mês é tempo nenhum. Documentário de uma ferida aberta. Porque as chamas não saem

  • Quem lá foi ainda lá está

    Foram os primeiros a entrar na EN236-1 depois da tragédia em Pedrógão Grande. Inspetores da Judiciária, peritos da Medicina Legal, militares da GNR. Ainda não falaram com ninguém, porque não devem falar. Estavam a trabalhar, representam instituições, há uma investigação em curso. Mas precisam tanto de falar. Este é o seu relato, um exorcismo de tristeza sem nomes. Nem deles nem das vítimas. Por respeito

  • Escrevo agora para me despedir deles

    Escrevo agora para me despedir deles. Para agradecer tê-los conhecido, terem-me feito perceber que mesmo quando estamos sozinhos e somos esquecidos é possível encontrar força na planta que um dia insisitirá em nascer. Eles sabem, já o viram. Eles são a gente de Pedrógão

  • O Presidente incrível de uma República inacreditável

    Marcelo chegou primeiro a Pedrógão no dia dos incêndios. Marcelo ainda é o primeiro a chegar um mês depois. E se isto diz muito sobre quem é o Presidente, também diz muito sobre como está a República: servida por um Estado voluntarioso mas desorganizado, mobilizado mas incompetente. O protagonismo de Marcelo não se sobrepõe, ocupa um vazio. Desde o início. Desde a primeira hora. E já lá vão mais de 700. Já lá vai um mês