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Política

Assunção Cristas aponta falta de transparência em Lisboa 

A candidata do CDS à Câmara de Lisboa prometeu uma governação sem casos como o das obras do viaduto de Alcântara ou do miradouro de São Pedro de Alcântara

A candidata do CDS à Câmara de Lisboa, Assunção Cristas, desafiou esta sexta-feira Fernando Medina (PS) para um debate, em que preste contas sobre a governação "obscura, pouco transparente" e a "política desastrosa" no trânsito, área social e habitação.

"Eu desafio o doutor Fernando Medina para um debate televisivo em que ele preste contas de uma política tão obscura", desafiou Assunção Cristas, que prometeu "uma governação sem casos, como o das obras do viaduto de Alcântara ou do miradouro de São Pedro de Alcântara", aludindo no último caso à adjudicação sem concurso, por ajuste direto, à empresa Teixeira Duarte de obras consideradas urgentes.

O desafio da cabeça-de-lista da coligação Pela Nossa Lisboa (CDS/MPT/PPM) estende-se ao que qualificou de "política desastrosa" do atual presidente de Câmara e candidato socialista às autárquicas de 1 de outubro, no "trânsito, no estacionamento, nas políticas sociais e na habitação".

"Estamos fartos de ter uma Câmara obscura, pouco transparente, que decide em cima do joelho, que não fala com ninguém e que não sabe explicar porque não tem como explicar o que se passa nesta cidade", afirmou, prometendo que a sua "governação será bem diferente da governação de Fernando Medina no que toca à transparência".

Num jantar de lançamento da candidatura, na Estufa Fria, no Parque Eduardo VII, Assunção Cristas elegeu como eixos do seu programa eleitoral para Lisboa a mobilidade e estacionamento, as políticas sociais e a habitação e de uma "cidade azul".