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Sondagem: PSD estabiliza e PS continua a subir

Socialistas chegam aos 40% nas intenções de voto e PSD mantém-se nos 29% do mês passado. A popularidade de Marcelo, António Costa e do Governo subiu, mostra o barómetro de junho da Eurosondagem para o Expresso e a SIC

Ao contrário da descida que sofreu no mês passado, o PSD manteve as intenções de voto nos 29% em junho, mostra o barómetro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC. Mesmo assim, a nova subida do PS (agora nos 40%) aumenta a distância entre os dois maiores partidos, separados por 11 pontos percentuais.

Segundo o barómetro de junho, só há dois partidos a subir: o PS (+1 ponto) e o PAN (+0,5). CDS, BE e CDU desceram. A queda mais acentuada é a dos centristas, com as intenções de voto nos 6,4%, abaixo da CDU (7,5%) e do BE (8,6%).

Quanto à popularidade, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa repetem as subidas, ainda que ténues (+0,1 pontos). Jerónimo de Sousa, líder da CDU, lidera a subida de popularidade, seguido pelo social-democrata Pedro Passos Coelho.

A maior quebra é a da líder do BE, Catarina Martins, mas Assunção Cristas, líder do CDS, não escapa a uma descida.

Num mês marcado pela saída do Procedimento por Défice Excessivo, a popularidade do Governo subiu (+0,9), ao contrário do que aconteceu ao Parlamento, aos juízes e ao Ministério Público que desceram.

FICHA TÉCNICA

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 1 a 7 de junho de 2017. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,0%) — A.M. do Porto (14,7%); Centro (28,8%) — A.M. de Lisboa (26,6%) e Sul (9,9%), num total de 1010 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1179 tentativas de entrevistas e, destas, 169 (14,3%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 51,5%; masculino — 48,5%) e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 17,8%; dos 31 aos 59 — 49,5%; com 60 anos ou mais — 32,7%). O erro máximo da amostra é de 3,08%, para um grau de probabilidade de 95,0%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social